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Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

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CLEMENTE ALVARES

 

SL. 4º, 429, nota rodapé

(*) Clemente Álvares não deixou f.ºs da 3.ª mulher, porém teve da 1.ª (Maria Gonçalves) os 3 seguintes (C. O. de S. Paulo):

1-1 Catharina Gonçalves, falecida em 1637, que foi 1.º casada com Bento de Oliveira e 2.ª vez com Gonçalo Gil

1-2 Maria Gonçalves casou em 1623 com Lourenço Nunes e deixou geração.

1-3 Capitão Álvaro Rodrigues do Prado, que em 1641 já era casado com Maria Rodrigues Góes, † em 1670; esteve no sertão antes da morte de seu pai. Teve (C. O. de S. Paulo) 7 f.ºs.

 

SL. 4º, 429, Cap. 1º Maria Tenório foi casada com Clemente Álvares, que gastou 14 anos no exame de minas de ouro, prata e outros metais que conseguiu descobrir, viúvo de Maria Gonçalves, falecida em 1599 em S. Paulo com testamento, em que declarou ser f.ª de Balthazar Gonçalves. Clemente faleceu em 1641 estando 3.ª vez casado com Anna de Freitas, irmã de Manoel de Freitas, morador em Mogi das Cruzes (*). Teve, pelo inventário de Clemente (C. O. de S. Paulo), os seguintes f.ºs:

1-1 Capitão Amaro Álvares Tenório

1-2 João Tenório

1-3 Antonio Álvares Tenório

1-4 Clemente Álvares Tenório

1-5 Maria Tenório

1-6 Anna Tenório

1-7 Bento Rodrigues Tenório

1-8 Anna do Prado

 

Bartyra Sette

Fabricio Gerin

Regina M. Junqueira

 

 

Clemente Alves ou Alvares, nasceu em São Paulo pelos idos de 1569 numa 5ª Feira Santa. Foi batizado pelo Padre José de Anchieta que escolheu o nome por ter ele nascido no dia em que a Igreja celebrava a Última Ceia, dia do perdão e da clemencia. Era filho de Alvaro Rodrigues e Catarina Gonçalves, conforme declarou no processo informativo sobre o Padre Anchieta em 1622 e em 1627, quando também declarou sua naturalidade e deu informações sobre seu batismo. Moradores em São Paulo desde a primeira hora, talvez vindos de Santo André.

ASBRAP, 3, Processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J.

fls. 23, 6, Clemente Alvares (ouvido a 5 abril 1622) natural de São Paulo, com c. 53 anos, filho de Alvaro Rodrigues e Catarina Gonçalves. Eram seus sogros Baltazar Gonçalves e Maria Alvares.

fls. 32, 13 - (ouvido a 25 de novembro e a 14 de dezembro de 1627) idem, idem, e deu informações sobre seu batismo.

Em 1588 Clemente aprendia o oficio de ferreiro com Domingos Fernandes. Foi ativo sertanista, descobridor de minas de ferro e ouro.

Nas palavras de Carvalho Franco, Dicionário de Bandeirantes e Sertanistas:

ALVARES, Clemente.

Paulista, mineiro prático e sertanista, que desde 1588 explorou minérios nos entornos de São Paulo e até 1606 havia registrado, na respectiva câmara, cerca de quatorze locais onde descobrira ouro, no Jaraguá, em Parnaiba, em São Roque - “e pelo próprio caminho geral do sertão antigo, na borda do campo, onde dizem teve Braz Cubas umas cruzes de pedras que até hoje estão e por riba delas passa uma bêta de metal preto’.- Ao dar em manifesto essas minas, declarou Clemente Alvares que havia quatorze anos que andava descubrindo pelo que se deduz que seus primeiros achados foram em 1592. Teve ele como companheiros Afonso Sardinha o moço e Sebastião Marinho. Exerceu em São Paulo o cargo de almocatel em 1596 e 1600. Nesse ano obteve uma sesmaria de légua junto ao Araçoiaba tendo em 1609 igual concessão no porto de Parapitingui. Em 1619 obteve sesmaria de duas léguas na margem do Jataí e no sertão de Ibituruna. No ano de 1610 com Custodio de Aguiar Lobo, Braz Gonçalves o velho e outros organizou uma bandeira e, saído do porto de Pirapitingui, no Tietê, fez uma montaria aos índios Carijós. Com seu sogro construiu no ano de 1606, em Santo Amaro, um engenho de ferro sob a invocação de Nossa Senhora de Agosto, engenho esse que, por herança, veio a pertencer a Luiz Fernandes Folgado. Em 1634 Clemente Alvares ainda continuava com seus descobrimentos mineralógicos, havendo revelado ouro em local que os antigos denominavam Serol.....

Clemente foi homem abastado para sua época. Além de muitos índios administrados, mais de 80 na primeira contagem em seu inventário, possuía roupas finas, gado, muitas ferramentas, alfaias de casa, além de estoques de cereais. Sua tenda de ferreiro foi avaliada em 13$000, enquanto a casa que tinha “de telhas de três lanços com sua tacaniça com sete portas e um meio sobrado”, uma mansão na época, valeu 10$000. Já a casa principal em Parnaiba foi avaliada em 20$000.

 

Clemente Alvares casou três vezes. Primeiro com Maria Gonçalves falecida em 1599, filha de Baltazar Gonçalves e Maria Alves (SAESP vol. 1º, neste site).

 

Ascendentes de Maria Gonçalves

 

Clemente casou de novo em 1601, desta vez com Maria Tenória, filha de Martim Rodrigues e Suzana Rodrigues, casal tronco dos Tenórios da Genealogia Paulistana. Desse casamento se incumbiu pessoalmente Martim Rodrigues, quiçá interessado nas atividades mineralógicas do genro, no qual confiava conforme se vê em seu testamento redigido em 1603, quando estava no sertão com a entrada de Nicolau Barreto (SAESP vol 2º neste site).

 

Maria Tenória faleceu em 1620 (SAESP vol. 44º, neste site),

 

Quando faleceu, Clemente estava casado com Ana de Freitas, irmã de Manoel de Freitas, que foi seu procurador no inventário dos bens do marido.

 

Família de Ana de Freitas

 

Não teve filhos do terceiro leito porem teve, segundo seu inventário iniciado em 1641, SAESP vol 14, neste site:

 

Com Maria Gonçalves, 3 filhos

Catarina Gonçalves - Cap 1º

Maria Gonçalves - Cap 2º

Alvaro Rodrigues do Prado- Cap 3º

 

Com Maria Tenória, 8 filhos:

João Tenório - Cap 4º

Martinho – com 17 para 18 anos em 1620, não consta nem foi representado no inventário do pai.

Amaro Alvares Tenório - Cap 6º

Ana Tenório - Cap 7º

Bento Rodrigues Tenório - Cap. 8º

Antonio Alvares Tenório - Cap 9º

Clemente Alvares Tenorio – Cap 10º

Maria Tenório - Cap 11º

 

Com desconhecida, filha natural

Ana do Prado - Cap 12º

 

Bastardos que encontramos:

1b Barbara Alves – Nascida provavelmente durante um dos casamentos de Clemente, não herdou do pai mas ele lhe deu um vestido, conforme inventário de Clemente:

O Juiz dos órfãos Martim do Prado “mandou a aprazimento dos herdeiros do dito defunto botar de fora uma saia de pano apassamanado que o dito defunto tinha dado a sua filha Barbara Alves quando se casou ...” e os herdeiros “todos juntos disseram que haviam por bem se desse a dita saia a dita Barbara Alves”..

 

2b Fulano – filho que em 1611 vivia cativo em casa de Domingos Barbosa, conforme testamento deste, SAESP vol 11º, neste site. “Declarou ter em sua casa um filho de Clemente Alvares, que pede à mulher que o forre”

 

 

Cap 2º

Maria Gonçalves

 

Maria Gonçalves, criança ainda quando perdeu a mãe, casou depois com Lourenço Nunes. Em 1623 Lourenço apresentou no inventário da sogra a escritura do dote que levou no casamento. Incluia a legitima de Maria, gentio administrado e, entre outros bens, algum gado, roupas de casa e “um espeto de dez palmos”.

Segundo Silva Leme, Lourenço foi primeiro casado com Ascença Felix, falecida em 1616. Ascensa foi irmã de Jaques Felix, e Izabel Felix inventariada em 1596 casada com Diogo Sanches, inventariado em 1598, SAESP 1º neste site. No inventário de Diogo, Lourenço Nunes recebeu três galinhas por conta de uma pataca que Diogo lhe devia. Também arrematou o sitio do Ipiranga. Fez parte da governança da vila, servindo como almoçatel, procurador do conselho e vereador

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Ascença Felix - 1616 São Paulo

Obs.:Não tem o inicio.

capa - abertura do inventario em 26-04-1616 na fazenda e casa de Lourenço Nunes

Titulo dos filhos

Maria, de 14 anos

Domingos de idade de 10? anos

 

Quinhão da viuva.

Requerimento de Belchior de Godoy

Termo de notificação feito a Lourenço Nunes

 

Trecho do testamento danificado´

Deixo por meu ------ meu ----- Lourenço Nunes.

Sou cc a face da madre igreja e dele tenho dois ---- um macho por nome Domingos e uma femea por nome Maria.

Hoje 25 de março de seiscentos e -------.

 

Lourenço e Ascença foram pais de: Maria, com 14 anos em 1616 e Domingos com 10.

- Maria Nunes, com 14 anos em 1616, casou com Diogo Munhoz. Maria faleceu com testmento e foi inventariada em 18-10-1632, deixou filho único:Miguel (SAESP vol.11º)

- Domingos Nunes Felix casado com Madalena Afonso falecida em 1655, com quem teve 8 filhos relacionados em SL 1º, 40.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Madalena Afonso - 1655

autos 19-02-1655 nesta vila de S. Paulo em casas de Fernão Munhoz.

Inventariante: Barbara Gaga, filha da defunta. Assino a rogo de minha sobrinha Barbara Gaga, Fernão Munhoz.

Titulo dos Filhos:

- Barbara Gaga cc João de Goes

- Maria Afonso 15 anos

- Margarida de 8

- Antonia de 7

- Sebastiana de 6

- Domingos de 5

[restante danificado]

 

Testamento: 15-04-1654

(...) sou cc Domingos Nunes ------ e tivemos seis filhas das quais uma é falecida, e dois filhos. A defunta se chamava Ascença Felix da qual lhe ficou uma filha Maria = Barbara Gaga = Maaria Afonso = Margarida Gaga = Antonia Dias = Sebastiana = Domingos e Tome.

Testamenteiro o marido Domingos Nunes. Remanescente da terça a minha filha Maria Afonso.

Casei duas filhas: Ascença Felis cc Pedro de Goes = e Barbara Gaga com João de Goes

 

No texto do inventario assina Domingos Nunes Felis

Petição de Tristão de Oliveira Lobo, morador nesta vila de S. Paulo que por morte e falecimento de sua sogra Madalena Afonso, ficou o remanescente de sua terça a sua mulher Maria Afonso, filha da dita defunta.

 

 

Cap 4º

João Tenório

 

 

João Tenório com 18 para 19 anos em 1620, filho de Clemente Alvares e sua segunda mulher Maria Tenória. Testou em 20-04-1634, declarou naturalidade, filiação, matrimonio com Maria Jorge, já falecida com quem teve o filho único Francisco. Declarou também dois filhos naturais tidos no estado de solteiro. Seu testamento recebeu o cumpra-se em 11-12-1634 (SAESP vol. 9º neste site).

 

4-1n Catarina, filha natural de uma india, herdeira da terça paterna. Catarina Tenória casou com Domingos Ortegas - família “Domingos Ortegas”, neste site.

4-2n Pascoal.

 

4-1 Francisco Barreto Tenório, em 1644 estava casado com Maria Rodrigues filha de Francisco Barbosa e Inês Gonçalves, esta inventariada em 08-05-1644 (SAESP vol. 29º)

 

 

Cap 6º

Amaro Alvares Tenório

(atualizado em 06-abril-2019)

 

 

Amaro, com 15 para 16 anos em 1620, casou três vezes. Primeira vez casou com Ana de Siqueira, filha de Romão Freire e Maria de Siqueira, esta inventariada em 02-10-1632 (SAESP vol. 31º). Ana e Amaro fizeram testamento conjunto em 07-10-1645. Declararam seis filhos de seu casal e Amaro declarou um flho natural, tido no estado de solteiro. O testamento recebeu o cumpra-se em 10-11-1645 e Ana foi inventariada em 02-01-1646 (SAESP vol. 33º).

Segunda vez Amaro casou com Izabel Monteira, sem geração. Terceira vez, tambem sem geração, casou com Catarina Luiz, segundo Silva Leme filha de Leonel Furtado e Gracia Mendes.

          Amaro testou novamente em 13-11-1670 com codicilo de 05-10-1679. Sem geração do 2º e 3º casamento, declarou seis filhos do primeiro. Seu testamento recebeu o cumpa-se em 18-12-1681

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Amaro Alves Tenório, 1670; São Paulo

Testamento aos 13-11-1670 eu Amaro Alz Tenorio (.,..)

Testamenteiros: meu compadre Cap. Manoel Rodrigues ..., seu genro meu compadre Manoel da Rosa.

Fui cc Ana de .... Siqueira e tivemos cinco filhos e uma filha a saber: A... = Amaro = Francisco = Manoel = Inacio = Maria. Destes são mortos Antonio e Inacio. O dito meu filho Antonio deixou um filho tambem meu herdeiro.

Casei segunda vez com Izabel Monteira, que Ds. haja, não tivemos filhos.

E agora terceira vez sou casado com Catarina Luiz e de quem tambem não tenho filhos.

Cumpra-se 18-12-1681

 

Codicilo de 05-10-1679 estando eu Amaro Alz (...) no texto: minha filha Maria de Siqueira, meu filho Manoel Alvares, meu irmão Antonio Alvares, meu sobrinho Luiz Alvares, meu genro Roque Furtado Simoes (...)

Cumpra-se 18-12-1681.

 

6-1n Sebastião filho natural de Amaro, reconhecido no testamento paterno de 1645. Não é mencionado no testamento de 1670.

 

Filhos legitimos de Amaro e Ana de Siqueira, idades em 02-01-1646:

 

6-1 Romão, de idade de 12 anos. Citado como Antonio em 1670, já falecido e deixou um filho: Antonio.

6-2 Amaro, de nove anos. Amaro Alvares Tenório casou com Paula Fernandes, filha de Alvaro da Costa e Izabel Fernandes. Paula foi casada primeira vez com Sebastião de Moraes inventariado em 13-03-1661 com geração de dois filhos descritos na família Jorge de Edra e s/m Paula Fernandes, neste site.

          Amaro foi inventariado por Paula em 22-04-1675. Deixou quatro filhos que em 1681 eram curatelados de Roque Furtado Simões:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Amaro Alvares - 1675

Autos aos 22-04-1675 nesta vila de S. Paulo em pousadas de Gabriel Cavaco.

Declarante a viuva Paula Fernandes. Assina a seu rogo Gabriel Cavaco

Titulo dos filhos: João de 8 = Amaro de 5 = Maria de 4 = Maria de 2 e meio.

01-11-1681 = Curador dos quatro orfãos a Roque Furtado Simões.

6-2-1 João com 8 anos em 1675. João Pedroso das Neves, aos 22-11-1754 em Mogi do Campo, casou com Ana de Souza de Jesus, filha de Manoel Pereira Tangerino e Mecia de Andrade - família Manoel Pereira Tangerino, neste site.

6-2-2 Amaro de 5.

6-2-3 Maria de 4 anos em 1675. Esta ou sua irmã abaixo, como Maria Fernandes aos 02-10-1695 casou com João Furtado, filho do falecido Cap. Francisco Furtado e Izabel Ribeira - família “Os irmãos Furtado, João e Leonel”.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 02-10-1695; João Furtado- filho do Capitão Francisco Furtado, já defunto e Izabel Ribeira; cc. Maria Fernandes- filha de Amaro Álvares e Paula Frz', já falecidos. Pp Daniel Colona, Manoel Alves, Maria Luiz, Catarina Luiz;

6-2-4 Maria de 2 e meio

6-3 Francisco, de idade de 8 anos

6-4 Inacio, de 7 anos. Já falecido em 1670.

6-5 Manoel, de 6 anos. Manoel Alvares.

6-6 Maria, batizada em 11-03-1642, herdeira da terça materna. Maria de Siqueira casou com Roque Furtado Simões.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 11-03-1642 bat Maria, f.l. Amaro Alves Tenorio e Ana de Siqueira, padr.: Diogo de Fontes.

 

Cap 7º

Ana Tenório

(atualizado em 04-maio-2016)

 

Ana, 11 para 12 anos em 1620, casou duas vezes. Primeira vez Luiz Fernandes Folgado, portugues, viúvo de Izabel João. Luiz testou em 20-06-1628. Declarou um filho do primeiro matrimônio, um fiho bastardo, e um de seu casal por nascer. Foi inventariado em 10-7-1628 (SAESP vol. 7º neste site).

I- Manoel Curado, portugues, filho de Luiz Fernandes Folgado e Izabel João.

II- Jorge, filho bastardo de Luiz Fernandes Folgado

 

Durante a inventariança, Ana casou segunda vez com Pedro Fernandes, filho de Andre Fernandes e sua primeira mulher Maria Nunes. André Fernandes Teve um segundo casamento com Isabel Dias, que dele herdou metade das terras de Guanga.

 

Pedro Fernandes foi morador no Ipiranga, por conta das fazendas que a família de sua mãe possuía neste lugar. Porém as terras de seu pai André Fernandes, ficavam em Guanga, aldeia indígena junto a Uruaí, reduto dos descendentes de João Ramalho. As terras de Guanga não podiam ser vendidas ou transferidas, conforme se vê numa petição negada a Henrique da Cunha, quando este tentou registrar título de terras neste lugar que pertenceram a Francisco Ramalho Tamarutaca, neto de João Ramalho. Pedro Fernandes foi ativo sertanista, conforme demonstra o grande número de gentio que possuía de diversas procedências. Estava ausente quando do casamento de sua enteada Maria Folgado, razão pela qual Ana Tenório cuidou do dote, e depois muito se arrependeu, conforme desabafou em seu testamento

Pedro faleceu com testamento de 15-05-1648 com cumpra-se de 01-03-1653 e foi inventariado no mesmo ano, declarou nove filhos de seu casal. Ana faleceu com testamento que recebeu o cumpra-se em 27-06-1658. Foi inventariada em 23-03-1659 (SAESP vol. 12º neste site).

 

Ana e Luiz Fernandes tiveram a filha única:

7-1 Maria, póstuma

 

Ana e Pedro Fernandes tiveram

7-2 André Fernandes

7-3 João Tenório

7-4 Martim Rodrigues

7-5 Maria Nunes

7-6 Ana Tenória § 6º

7-7 Antonia

7-8 Pedro,

7-9 Domingos.

7-10 Sebastião.

 

7-1 Maria, póstuma, filha de Luiz Fernandes Folgado. Maria Folgado ou Tenória casou com Sebastião Leme da Silva, natural de S. Paulo, filho de Braz Leme e Izabel de Freitas, esta falecida em 1656, com inventário neste site SAESPvol.47º . Sebastião testou em 30-11-1698 e foi inventariado em 20 de janeiro do ano seguinte. Declarou um filho de seu casal, já falecido.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Sebastião Leme da Silva 20-01-1699

Testamenteiro o Revdo Isidoro Pinto de Godoy

Testamento 30-11-1698

Sou n. da vila de São Paulo, f.l. Braz Leme e Izabel de Freitas. Fui casado com Maria Folgada, tivemos um filho que morreu.

 

Ana e Pedro Fernandes tiveram os filhos, situação em 23-03-1659:

 

7-2 André Fernandes, maior

7-3 João Tenório

7-4 Martim Rodrigues, maior

7-5 Maria Nunes casada com Domingos Marques. Pais de, pelo menos:

7-5-1 Joana Requeixa casou com Manoel Fernandes de Oliveira, filho de Vicente Fernandes Temudo e de Maria José.

          Manoel faleceu em Santo Amaro aos 13-10-1732, com testamento. Joana faleceu em 04-08-1736, tambem em Santo Amaro:

São Paulo, Santo Amaro aos 13-10-1732 faleceu Manoel Fernandes de Oliveira, filho leg. de Vicente Fernandes Timudo e de Maria Joseph, casado com Joana Requeixa, f.l. de Domingos Marques e de Maria Nunes. Fez testamento, são seus testamenteiros seus filhos Sebastião Fernandes, Domingos Fernandes e Antonio Fernandes (indicação Carlos J.M. Oliveira).

 

São Paulo, Santo Amaro aos 04-08-1736 faleceu Joana Requeixa, viúva de Manoel Fernandes de Oliveira. Sepultada na igreja matriz desta freguesia. Fez testamento; testamenteiros Antonio Pinto Guedes, Joseph Blanco Raposo, Joseph de Lima? (indicação Carlos J.M. Oliveira)

Entre os filhos do casal:

7-5-1-1 Mariana, batizada em Santo Amaro em 06-10-1686.

RMJ: Santo Amaro-SP: 06-10-1686 Mariana, f. Manoel Fernandes de Oliveira e Joana Requeixo. P.P. Belxior de Borba Gato e Maria Cavalheiro

7-5-1-2 Ana batizada em 08-12-1690.

São Paulo, Santo Amaro a oito de dezembro de 1690 bat a Ana, f. de Manoel Frz Oliveira e s/m Joana Requeixo. P.P. Antonio de Siqueira e Maria de Borba.

          Ana Fernandes de Oliveira aos 28-02-1707, com provisão, casou com e Manoel Francisco da Silva, natural da vila do Prado Arc. de Braga, filho de Martinho Francisco e Apolonia Gonçalves.

RMJ ACMSP V 4- Est 4 Gav 1

Manoel Francisco e Anna Requeixa -

01-02-1706 - Villa de Taubaté

O orador é filho legitimo de Martinho Francisco e de Apolonia Gonçalves, moradores e naturais de Prado, Arcebispado de Braga

Ela (citada como Anna de Oliveira) filha legitima de Manoel Frz de Oliveira e Joana Requeixa, naturais da freguesia de S Amaro termo da vila de S. Paulo e moradores nesta freguesia.

Testemunhas aos 01-02-1706 nesta Vila de Taubate (entre elas):

Pedro Domingues Requeixo, natural da vila de S. Paulo e morador nesta de Taubate, de idade 24 anos pouco mais ou menos, aos costumes disse nada.

João de Aguiar da Silva, natural desta vila de Taubate e nela morador. de idade de 30 anos, aos costumes disse nada.

João Ribeiro Maciel, n. da vila de S. Paulo e morador nesta de Taubate, de idade 36 anos, pouco mais ou menos.

Januario Roiz, natural e morador nesta vila de Taubaté, de 40 anos pouco mais ou menos.

 

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP; 28-02-1707; Manoel Francisco, filho de Manoel Francisco e Apelonia Gonçalves, da Vila do Prado, Arc de Braga; cc. Ana de Oliveira - filha de Manoel Frz' Olivr.ª e Joana Requeixa, natural desta freguesia. TT: Manoel Roiz Goiz, Salvador Fernandes, Maria de Borba, Maria Garcia;

          Manoel Francisco casou, segunda vez aos 09-04-1753, com Catarina de Miranda, natural de S. Paulo, filha de Francisco César (Moreira) e Izabel João (Maciel). Geração em SL. 7º, 413, 6-9.

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP, aos 09-04-1753 Manoel Francisco da Silva, viúvo de Ana Fernandes de Oliveira. Cc. Catarina de Miranda, filha de Francisco César e Izabel João, natural de SP. T: Antonio Domingues Pontes, Rodrigo Fagundes de SP e morador nesta freguesia de S Amaro E receberam as bênçãos em 01-05-1753.

Ana Fernandes e Manoel Francisco tiveram, pelo menos, o filho:

7-5-1-2-1 Tomás Francisco da Silva aos 07-06-1752 casou com Joana Gertrudes de Oliveira, filha de Agostinho de Oliveira Costa e da falecida Ana da Silveira (Dutra) - Geração na família “Agostinho de Oliveira Costa, neste site.

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP aos 07-06-1752 Tomaz Francisco da Silva, filho de Manoel Francisco da Silva e Ana Fernandes de Oliveira Cc. Joana Gertrudes de Oliveira, filha leg. de Agostinho de Oliveira Costa e Ana da Silveira, falecida, todos naturais desta dita freguesia de Santo Amaro. T: Alferes Martinho Rodrigues Gato, Luzia de França, desta e Gertrudes de Lima moradora na cidade de SP

7-5-1-3 Isabel Fernandes batizada em 10-12-1695. Aos 17-10-1720 casou com Tomé Dias Gonçalves, natural da Vila de S Vicente, filho de Simão Rodrigues Afonso e Jeronima Gonçalves.

São Paulo, Santo Amaro aos 10-12-1695 bat a Izabel, f. de Manoel Frz de Oliveira e s/m Joana Requeixo. P.P. o Cap. Miguel Roiz e Madalena Frz.

 

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP; 17-10-1720; Tomé Dias Gonçalves- natural da Vila de S Vicente, filho de Simão Rodrigues Afonso e Jeronima Gonçalves; cc. Izabel Fernandes- natural e moradora desta, filha de Manoel Fernandes de Oliveira e Joana Requeixa. T: Antonio? Gamorra, Capitão Manoel Luiz, Maria de Lima, Ana Fernandes de Oliveira;

Tiveram os filhos, q.d.:

7-5-1-3-1 Maria Dias de Jesus aos 25-11-1750 casou com Leandro Luiz Ferreira, natural do Sumidouro-MG, filho de Francisco Luiz e Gracia Ferreira Freire

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP; 25-11-1750; Leandro Luiz Ferreira, natural de N Sra do Sumidouro, Comarca de Mariana, filho de Francisco Luiz e Gracia Ferreira Freire; Maria Dias de Jesus, desta, filha de Thome Dias Gonçalves e Izabel Fernandes de Oliveira já falecida. T.: João Fagundes, José Pereira de Albuquerque, Joana Francisca, Mariana Fernandes.

7-5-1-3-2 Antonio José de Oliveira aos 25-11-1751 casou com Ana Pedrosa, filha de Amaro Gonçalves e Joana Pedrosa. Com geração.

RMJ: Lv. de Casamentos de Sto Amaro-SP 25-11-1751; Antonio Jose de Oliveira, filho de Tome Dias Gonçalves e Izabel Fernandes; Ana Pedrosa, filha de Amaro Gonçalves e Joana Pedrosa.T.: Pedro de Moraes, Antonio Álvares, Izabel de Lima e ClaraTenoria.

7-5-1-3-3 (Segundo SL. 8, 175: 7-2, 7-4 e 7-5) Angelo Dias de Oliveira casou com Joanna Correa Pires, filha de Salvador Correa de Meira e de Marianna Pires. Com geração.

7-5-1-4 Francisco batizado em 15-10-1702.

São Paulo, Santo Amaro aos 15-10-1702 bat a Francisco, f. de Manoel Frz de Oliveira e de s/m Joana Requeixo. P.P. Francisco Maxado e Antonia da Rosa.

7-5-1-5 Sebastião Fernandes, testamenteiro paterno.

7-5-1-6 Domingos Fernandes, testamenteiro paterno.

7-5-1-7 Antonio Fernandes, testamenteiro paterno. Antonio Fernandes de Oliveira aos 13-02-1731 casou com Maria Pedrosa Cavalheira, viúva de Luiz Rodrigues Gamarra, filha de José Colaço Nogueira e Maria Garcia Bernardes. Com geração na família "Miguel Fernandes Nogueira".

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP; 13-02-1731; Antonio Fernandes de Oliveira- filho de Manoel Fernandes de Oliveira e Joana Requeixa, naturais de S Amaro; cc. Maria Pedrosa Cavalheira, viúva de Luiz Rodrigues Gamarra, filha de José Colaço Nogueira e Maria Garcia Bernardes, todos moradores de S Amaro.

T: (borrão) Machado de Oliveira, Manoel Cardoso de Azevedo e Francisco Rodrigues Marques;

 

7-6 Ana Tenória § 6º

7-7 Antonia, batizada em 30-11-1641. Com 15 anos em 1659, solteira e herdeira da terça materna. Depois é referida como Ana da Veiga e Ana Rodrigues, Casou com Manoel Homem.

Igreja N Sra da Assunção aos 30-11-1641 bat a Antonia, f.l. Pedro Frz e Ana Tenoria, madr.: Ana Maria de Siqueira

 

Certidão do Padre Domingos Gomes Albernás de que recebeu face à Igreja em casamento, Manoel Homem e Ana Rodrigues, filha e legatária da terça de Ana Tenória.

7-8 Pedro, 12 anos em 1659.

7-9 Domingos, batizado em 19-06-1645. Citado com 10 anos em 1659. Domingos Fernandes Tenório casou com Ana Nunes, falecida em Nazaré aos 05-05-1733 com 80 anos, filha de Antonio Telles de Meneses e Lourença Nunes.

Igreja N Sra da Assunção aos 19-06-1645 bat a Domingos, f.l. Pedro Frz e Ana Tenoria, padr.: Antonio de Madureira e Ana Pedrosa.

 

Nazaré Paulista, SP igreja N. Sra de Nazaré aos 05-05-1733 fal. Ana Nunes viuva de Domingos Fernandes Tenorio, natural da cidade de S. Paulo e moradora desta freguesia de idade de 80 anos pouco mais ou menos, foi filha de Antonio Telles de Meneses e Lourença Nunes, testamenteiros a Pedro Fernandes Tenorio e João Rodrigues Side

Domingos e Ana tiveram três filhos citados em SL. 4, 453, 2-9, entre eles:

7-9-1 Pedro Fernandes Tenório, testamenteiro materno. Casou com Izabel Paes e tiveram, pelo menos, a filha:

7-9-1-1 Escolastica Fernandes Tenoria, natural de Atibaia-SP aos 13-11-1727 em Nazaré casou com Sebastião Lopes de Siqueira, natural de Nazaré, filho de Gaspar Lopes e Catarina Cortes

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré - Casamentos - aos 13-11-1727 Sebastião Lopes f.l. Gaspar Lopes e Catarina Cortes= cc Escolastica Fernandes Tenoria f.l. Pedro Fernandes Tenorio e Izabel Paes, já defunta, moradores desta freguesia de Nazare.

         Sebastião e Escolástica tiveram geração de sete filhos descrito em SL. 2º, 30, 5-4. Encontramos mais um: Manoel Lopes da Paixão abaixo citado.

         Entre os filhos, citados na GP:

7-9-1-1-2 José Lopes da Silva, casou três vezes. Primeira vez em Nazaré Paulista aos 20-01-1761 casou com Ana Maria Pinheiro, filha de Inácio da Silva, natural de Santo Amaro e Sebastiana Nunes de Siqueira, natural de Nazaré, neta paterna de Antonio da Silva e Agostinha Rodrigues, neta materna de Mateus Pinheiro do Prado e Izabel Nunes de Siqueira - família “os irmãos Pinheiro” Cap. 2º.

Nazaré Paulista, SP aos 20-01-1761 nesta matriz e testemunhas Antonio Jose da Silveira e Inacio Correa, solteiros, se receberam José Lopes da Silva, pela parte paterna filho de Sebastião Lopes e neto de Gaspar Lopes e s/m Catarina Cortes, e pela materna filho de Escolastica Fernandes e neto de Pedro Fernandes e s/m Izabel Paes = com Ana Maria Pinheiro, pela parte paterna, filha de Inacio da Silva e neta de Antonio da Silva e s/m Agostinha Rodrigues, pela parte materna filha de Sebastiana Nunes de Siqueira, e neta de Mateus Pinheiro e de s/m Izabel Nunes de Siqueira, todos moradores nesta freguesia.

          Em Cunha-SP aos 03-03-1783, José Lopes casou segunda vez com Catarina Leite do Prado, filha de Domingos Ribeiro das Neves e Sebastiana Leite do Prado.

(ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) aos 03-03-1783 Jose Lopes da Silva, viúvo que ficou por falecimento de Ana Maria Pinheiro, = com Catarina Leite do Prado, fa. de Domingos Ribeiro das Neves e Sebastiana Leite do Prado. tt. Alf. Felix Gomes de Siqueira e o Alf. Francisco Pinto dos Santos.

          Terceira vez, tambem em Cunha, aos 08-02-1792 José casou com Maria da Conceição do Rosário, natural de Mogi Mirim-SP, filha de João Rodrigues de Mendonça e Antonia do Prado.

(ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) aos 08-02-1792 Jose Lopes da Silva, viúvo de Catarina Leite; = com Maria da Conceição do Rosário, n.b. na freguesia de São Jose de Mogi Miri, fa. de João Rodrigues de Mendonça e Antonia do Prado. tt. Rev. padre Floriano da Silva Toledo e Antonio Bueno.

José Lopes da Silva e sua primeira mulher Ana Maria Pinheiro tiveram os filhos, q.d.:

7-9-1-1-2-1 José Lopes da Silva, natural de Nazaré. Em Cunha aos 15-07-1784 casou com Clara Maria de Jesus, filha do Lic. Antonio de Freitas Silva, natural da Ilha da Madeira e Fausta Maria das Neves, natural da Colonia do Sacramento, neta paterna de Sebastião de Freitas e de Geralda Maria da Encarnação, naturais da ilha da Madeira, neta materna de Antonio de Medeiros, natural da Ilha de S. Miguel e de Antonia de Jesus, natural da freguesia de Santa Justa, Patriarcado de Lisboa

(ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) - aos 15-07-1784 Jose Lopes da Silva, n. freguesia de Nazaré, f. de Jose Lopes da Silva e s/m Ana Maria Pinheiro, f., n. na cidade de São Paulo; np de Sebastião Lopes de Siqueira, n. em Nazaré e de Escolástica Fernandes Tenória, n. em São João do Atibaia; nm de Inacio da Silva n. em Santo Amaro e de Sebastiana Nunes de Siqueira n. em Nazaré; = com Clara Maria de Jesus, fa. do Licenciado Antonio de Freitas Silva, fal., n. na Ilha da Madeira, bispado do Funchal, e de Fausta Maria das Neves, n. na Nova Colonia do Sacramento, bispado do Rio de Janeiro; np de Sebastião de Freitas e de Geralda Maria da Encarnação, naturais da mesma ilha; nm de Antonio de Medeiros, n. na Ilha de S. Miguel, bispado de Angra, e de Antonia de Jesus, n. na freguesia de Santa Justa, Patriarcado de Lisboa. tt. Nuno da Silva Reis e Domingos da Silva Monteiro.

7-9-1-1-2-2 Maria do Espirito Santo Silva em Cunha aos 11-06-1783 casou com João Nunes Meireles, natural de Pindamonhangaba, filho de Clemente Nunes de Siqueira e de Felipa dos Santos, naturais de Pindamonhangaba.

ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) - aos 11-06-1783 João Nunes Meires, n. em Pidamonhangaba, f. de Clemente Nunes de Siqueira e de s/m Felipa dos Santos, naturais de Pindamonhangaba; = com Maria do Espirito Santo Silva, f. de Jose Lopes da Silva e s/m Ana Maria Pinheiro Tt. Cap. Vitoriano dos Santos Sousa e Francisco dos Santos Sousa.

Pais de, pelo menos:

7-9-1-1-2-2-1 Teodora Maria do Espirito Santo casou com Pedro Lopes da Silva. Geração em 7-9-1-1-2-6

7-9-1-1-2-3 Joaquim Lopes da Silva, natural de Cunha onde aos 27-08-1789 casou com Isabel das Neves Silva, filha do Lic. Antonio de Freitas Silva e de Faustina Maria das Neves, já citados.

ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) - aos 27-08-1789 Joaquim Lopes da Silva, n. Cunha, f. de Jose Lopes da Silva e de Ana Maria, naturais de Nazaré; np de Sebastião Lopes da Silva e Escolástica Teborio, nm de Inacio da Silva e Escolastica Nunes, naturais de Nazaré; com Isabel das Neves Silva, n. em Cunha, fa. do Licenciado Antonio de Freitas Silva, n. na Ilha da Madeira e de Faustina Maria das Neves, n. na Colonia; np de Geralda Maria da Conceição, n. na Ilha da Madeira, nm de Antonio de Medeiros e de Antonia de Jesus, naturais de Sacramento. tt. Jose de Siqueira e Manuel de Freitas.

7-9-1-1-2-4 Manoel Lopes da Silva, natural de Cunha onde aos 25-07-1797 casou com Margarida Angelica da Conceição, neta paterna de Mateus Gomes, neta materna de Domingos Ribeiro das Neves

ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) - aos 25-07-1797 Manuel Lopes da Silva, n. em Cunha, f, de Jose Lopes da Silva e de Ana Maria Pinheiro, fal., np de Sebastião Lopes e de Sebastiana Nunes, nm de Inacio da Silva; = com Margarida Angelica da Conceição (do original não consta sua filiação) np de Mateus Gomes, nm de Domingos Ribeiro das Neves. tt. Manuel Jose de Siqueira e Jose Lopes dos Santos

7-9-1-1-2-5 Salvador Lopes da Silva, natural de Cunha. Aos 26-06-1797 casou com Teodora Maria da Conceição, natural de Cunha, neta paterna de Domingos Ribeiro das Neves e de Sebastiana Leite do Prado.

ASBRAP 10 - Joaquim Roberto Fagundes. Casamentos da Matriz de Cunha) - aos 26-06-1797 Salvador Lopes da Silva, n. em Cunha, f. de Jose Lopes da Silva e de Ana Maria Pinheiro, np de Sebastião Lopes, nm de Sebastiana Nunes; = com Teodora Maria da Conceição, n. Cunha, np de Domingos Ribeiro das Neves e de Sebastiana Leite do Prado. Tt. Manuel Jose de Siqueira e Jose Lopes dos Santos.

José Lopes da Silva e sua terceira mulher Maria da Conceição do Rosario tiveram, pelo menos, o filho:

7-9-1-1-2-6 Pedro Lopes da Silva casou com Teodora Maria do Espirito Santo, filha de João Nunes de Meirelles e Maria Nunes do Espirito Santo 7-9-1-1-2-2 supra.

Pais de, pelo menos:

7-9-1-1-2-6-1 Maria, batizada em Resende-RJ em 28-01-1827.

28-01-1827 em Resende pelo Vig. Jose Antonio Martins de Sá, Maria, f.l. Pedro Lopes e Teodora Maria do Espirito Santo; padr.: Felisberto Pereira Jardim e Maria Pereira Jardim (Acervo Itamar Bopp - ficha 1073)

7-9-1-1-2-6-2 David em 01-01-1829.

01-01-1829 David, f. Pedro Lopes da Silva e Teodora Maria do Espirito Santo; np Jose Lopes da Silva e Maria da Conceição; nm João Nunes de Meirelles e Maria Nunes do Espirito Santo; padr.: Sagento Mor Francisco Correia da Costa Nogueira e s/m Ana Joaquina (Acervo Itamar Bopp - ficha 1098)

 

7-9-1-1-5 Pedro Lopes aos 08-05-1773 em Nazaré casou com Ana Cardosa, filha de João Machado e Maria Cardosa, neta paterna de Gregorio Machado e s/m Maria Pires, neta materna de Antonio Cardoso e s/m Teresa de Moraes, todos naturais de Nazare.

Nazaré Paulista, SP aos 08-05-1773 nesta matriz e testemunhas Manoel Francisco de Moraes, solteiro e filho de Manoel de Moraes Ferreira, e Domingos Vaz Cardoso, casado com Maria da Cunha, se receberam Pedro Lopes, f.l. de Sebastião Lopes e Escolastica Fernandes, todos naturais de Nazaré, npaterno de Gaspar Lopes e s/m Catarina Cortes, neto materno de Pedro Fernandes Tenorio e s/m Izabel Pires da Silva, naturais da freguesia de S. João de Atibaia = com Ana Cardosa, filha de João Machado e s/m Maria Cardosa, natural desta mesma freugesia, neta paterna de Gregorio Machado e s/m Maria Pires, neta materna de Antonio Cardoso e s/m Teresa de Moraes, naturais e todos fregueses desta freguesia de Nazare.

7-9-1-1-6 João Lopes da Silva aos 12-02-1770 em Nazare casou com Escolastica Maria de Azevedo, filha de José de Azevedo e Maria Telles de Menezes, família “os Irmãos Pinheiro” Cap,. 2º, neta paterna de Tome de Azevedo e s/m Maria Vieira, neta materna Mateus Pinheiro do Prado e s/m Izabel Nunes de Siqueira.

Nazaré Paulista, SP aos 12-02-1770 nesta matriz e testemunhas Felipe Jose da Silva, casado com Escolastica Maria, e Manoel de Oliveira Franco, solteiro e filho de João Correa de Moraes e de s/m Dorotea de Moraes, moradores desta freguesia, se receberam João Lopes da Silva, f.l. de Sebastião Lopes e Escolastica Fernandes, np de Gaspar Lopes e s/m Catarina Cortes, nm de Pedro Fernandes Tenorio e de s/m Izabel da Silva = com Escolastica Maria da Silva, f.l. de Jose de Azevedo e Maria Telles de Menezes, npaterna de Tome de Azevedo e s/m Maria Vieira, nmaterna Mateus Pinheiro do Prado e s/m Izabel Nunes de Siqueira. Ambos nts e fregueses desta freguesia de Nazare.

          João e Escolástica tiveram outros filhos, alem dos três citados na GP (SL. 2º, 31, 6-6):

7-9-1-1-6-4 Inacia Maria de Azevedo, em Camanducaia aos 06-02-1800, casou com Nicolau Cipriano da Silva, filho de Nicolau Bicudo de Siqueira, natural de Nazaré e Maria dos Reis, natural da Parnaiba, neto paterno de João de Escudeiro Cardoso, natural de Atibaia e de Maria Ribeira de Siqueira, natural de Nazaré, neto materno de Domingos Lopes Chaves e Joana dos Reis - aportes a GP: Domingos Lopes Chaves, SL, VII, 150, 5-2, neste site.

Camanducaia, MG Igreja Imaculada Conceição matr - aos 06-02-1800 nesta freguesia e test.: Cap. Custodio José de Souza e Manoel Ribeiro de Escudeiro. Nicolau Cipriano da Silva n. desta freguesia, f.l. Nicolau Bicudo de Siqueira e Maria dos Reis esta natural da vila de Parnaiba e aquele da freg. de Nazare, neto paterno de João de Escudeiro Cardoso n. da freg. da Tibaia e Maria Ribeira de Siqueira n. da freg. de Nazare, nmaterna de Domingos Lopes Xaves e Joana dos Reis = cc Inacia Maria de Azevedo, f.l. João Lopes da Silva e Escolastica Maria de Azevedo nts da freg. de Nazare e nada mais souberam dizer. Declaro que os contraentes dizem serem brancos

7-9-1-1-6-5 João, batizado em Camanducaia em 07-06-1792.

Camanducaia, MG Igreja Imaculada Conceição - Aos 07-06-1792 bat a João n. aos 12 do mes de Abril proximo, f.l. João Lopes da Silva e Escolastica Maria de Azevedo nts da freg. de Nazare e moradores no bairro do Rio acima desta freguesia, neto paterno de Sebastião Lopes de Siqueira e s/m Escolastica Fernandes Tenoria tambem naturais de Nazaré e por parte materna de Jose de Azevedo Vieira e de s/m Maria Telles de Menezes esta natural de Nazare e aquele de Portugal. Foram padrinhos João Garcia Ribeiro e s/m Silveria Maria da Conceição todos desta freguesia.

7-9-1-1-7 Escolastica Lopes de Siqueira casou com José Cardoso de Moraes, filho de Sebastião de Moraes do Prado e Francisca Cardoso. Geração na família André Rodrigues Saraiva, neste site.

7-9-1-1-8 Manoel Lopes da Paixão natural de Nazaré Paulista, filho de Sebastião Lopes de Medeiros e Escolástica Fernandes Tenorio, casou com Maria do Rosário, filha de Vicente do Prado e Engracia Cardosa de Lima, naturais de Nazaré.

Pais de, q.d.:

7-9-1-1-8-1 Manoel Lopes, natural de Camanducaia onde aos 04-06-1800 casou com Ana Jacinta de Azevedo, natural de Nazaré Paulista, filha de José Antonio de Azevedo e Maria Francisca de Moraes - família André Rodrigues Saraiva, neste site e SL. 3, 325, 7-1.

Camanducaia, MG Igreja Imaculada Conceição matr - 04-06-1800 - Manoel Lopes natural desta mesma freguesia, filho de Manoel Lopes da Paixão e Maria do Rosario, naturais de Nazaré, neto paterno de de Sebastião Lopes de Siqueira e de Escolastica Fernandes, naturais da dita Freguesia de Nasaré e materno de Vicente do Prado e Gracia de Lima, naturais de Nazaré, = cc Ana Jacinta de Azevedo, natural de Nazaré, filha legitima de Jose Antonio e de Maria de Moraes natural da vila de Cunha, neto paterno de Jose de Azevedo Vieyra e Maria Telles de Meneses, este natural da Europa, cujo lugar ignoram e ela de Nazare e pela materna de Sebastião de Morais e Francisca Cardosa, naturais da Freguesia da Sra. da Conceição dos Guarulhos. Test.: João Lopes da Silva, casado e Manoel Lopes de Camargo, todos desta freguesia.

7-9-1-1-8-2 João Lopes da Silva casou com Izabel Maria de Azevedo, irmã inteira de Ana Jacinta de Azevedo supra citada (SL.3, 325, 7-2)

7-9-1-1-8-3 Leandro Lopes, natural de Camanducaia onde aos 12-01-1802 casou com Manoela Maria de Azevedo, natural de Nazaré, filha de Manoel José de Azevedo e Cristina Maria de Jesus, natural da vila de Cunha-SP, neta materna de José de Azevedo Vieira, natural de Lisboa e Maria Teles de Menezes, natural de Nazaré (SL. 3, 325, 7-1)

Camanducaia, MG Igreja Imaculada Conceição matr aos 12-01-1802 nesta matriz, sem impedimento algum se receberam Leandro Lopes, n. desta freguesia, f.l. de Manoel Lopes da Paixão e Maria do Rosario, nts da freguesia de Nazare, neto paterno de Sebastião Lopes e Escolastica Fernandes Tenória, nts da mesma freguesia de Nazare, nmaterno de Vicente do Prado e Engracia Cardosa de Lima, naturais de Nazare = com Manoela Maria de Azevedo, n. de Nazare e moradora desta, f.l. de Manoel Jose de Azevedo e Cristina Maria de Jesus, natural da vila de Cunha, neta materna de Jose de Azevedo Vieira, natural de Lisboa e Maria Teles de Menezes, natural de Nazaré.

7-9-1-1-8-4 Anastacio Gomes, natural de Camanducaia. Em Aiuruoca-MG aos 25-02-1800 casou com Mariana de Souza Ferreira, dai natural, filha de Manoel Duarte Ferreira e Maria de Souza Lima - família “João Pereira Themudo” Cap. 1º, neste site.

Aiuruoca, MG matr - aos 25-02-1800 se receberam Anastacio Gomes, f.l. de Manoel Lopes da Paixão e Maria do Rosario, n/b na freguesia de Camanducaia quando era filial de Santa Ana do Sapucai = e Mariana de Souza Ferreira, f.l. de Manoel Duarte Ferreira e Maria de Souza Lima, n/b nesta freguesia da Aiuruoca.

 

7-10 Sebastião com 9 anos.

 

 

Cap 8º

Bento Rodrigues Tenório

(atualizado em 22 de janeiro de 2018)

 

 

Bento Rodrigues Tenório - com 9 para 10 anos em 1620. Faleceu antes de 1641, deixando uma filha órfã.

 

8-1 Maria Dias Tenório casou na Ilha Grande com João Pereira Machado. Pais de, pelo menos:

8-1-1 Maria Dias Tenória, batizada em Ilha Grande. Casou com João de Barros Freire (ou de Alcaçova). Pais de, q.d..:

8-1-1-1 Francisco Rodrigues Tenorio, batizado em 14-07-1715 em Taubaté. Foi o segundo marido de Bernardina Correa de Freitas, filha de Sebastião Ferreira Albernaz e Izabel de Castilho. Geração na família “Guiomar de Alvarenga” Cap. 4º.

Genere de Jose de Andrade e Silva

Certidões = Paroquial de S. Francisco das Chagas de Taubate:

- aos 14-julho-1715 bat. a Francisco filho de [apagado] de Barros e de sua mulher Maria Tenoria [apagado] foram padrinhos Manoel da Silva Leme e s/m Maria Pedrosa.

 

Casamento dos pais = aos 20-fevereiro-1738 nesta paroquial de S. Francisco das Chagas da vila de Taubate se receberam Francisco Rodrigues Tenorio, f. l. de João de Barros de Alcaçova e de sua mulher Maria Tenoria = com Bernardina Correa de Freitas, f.l. de Sebastião Ferreira de Albernaz e de s/m Izabel de Castilho, todos desta vila, ela já viuva de Salvador Moreira, filho de Domingos Cordeiro Gil desta vila; foram testemunhas o R.do Francisco Correa de Toledo e João Pedroso, todos desta freguesia.

Entre seus filhos:

8-1-1-1-2 José de Andrade e Silva com 3 anos em 1743. Habilitou-se às ordens sacras em 1763

Jose de Andrade e Silva, filho legitimo de Francisco Rodrigues Tenorio e de sua mulher Bernardina Correa de Albernaz, naturais do Bispado de S. Paulo, neto paterno de João de Barros de Alcaçova, n. do dito bispado de S. Paulo e de sua mulher Maria Dias Tenoria, n/b na freguesia da Ilha Grande (...)

8-1-1-2 Catarina Dias Tenorio casou com Antonio Delgado de Castilho, filho de João Delgado de Oliveira e Paula da Veiga. Geração na família João Delgado de Oliveira.

8-1-1-3 Maria Tenória de Jesus casou com José Correa Passos, filho de Antonio Pedroso de Alvarenga e Maria da Luz do Prado. Pais de, q.d.:

8-1-1-3-1 José Correa Passos, com provisão de 1763, casou com Ana Maria do Rosario batizada em 19-12-1742 em Guaratingueta, filha de José Alvares Pimentel e Leonor de Siqueira Pires.

ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1763

Jose Correa Passos e Ana Maria do Rosario

Autos de justificação de batismo a favor de Jose Correa Passos 14-junho-1763

Jose Correa Passos, n/b na vila de Guaratingueta, f. de Jose Correa Passos e Maria Tenoria de Jesus, que ele se acha contratado para se casar com Ana Maria do Rosario, f. de Jose Alves Pimentel e de Leonor de Siqueira Pires, batizados nesta cidade. (seu batismo não foi localizado na vila de Guaratingueta - apresenta testemunhas)

 

Manoel Correa Silva, n. da freguesia de Taubate e morador nesta cidade, casado, vive de sua lavoura, de idade 33 anos.

Matias Gomes Nobre, n. da freg. de S. Lourenço, do lugar da farni--- Patriarcado de Lisboa, casado e morador nesta cidade, vive de sua agencia, de idade 64 anos. (...) o justificante é filho legitimo de Jose Correa Passos e de s/m Maria Tenoria, que é natural e fora batizado em a freguesia de Santo Antonio de Guaratingueta, ignorando quem foi o ministro que administrou o sacramento por se não lembrar, porem sabia que era paroco o Reverendo Padre Jose Alves Villela, hoje defunto, e que padrinhos foram Constantino Dias e a mulher de Manoel de Sá cujo nome ignora, e que feito ha vinte e um anos pouco mais ou menos; e sabia pela razão de nesse tempo ser morador naquela vila e presenciar o dito batismo.

 

Autos de Casamento aos 26-junho-1763:

Jose Correa Passos, n da vila de Guaratingueta, f. de Jose Correa Passos e Maria Tenoria de Jesus, = Ana Maria do Rosario, f. de Jose Alves Pimentel e de Leonor de Siqueira Pires ambos desta cidade

Certidão: aos 19-dezembro-1742 nesta igreja matriz bat a Ana, f.l. de Jose Pimentel e de s/m Leonor de Siqueira, foram padrinhos Fausstino Dias Teixeira e s/m Maria Pereira do Soveral ambos moradores nesta cidade. S. Paulo 24-junho-1763

José e Ana Maria tiveram geração de dois filhos descritos em SL. 8º, 14, 6-8. Encontramos mais o filho:

8-1-1-3-1-1 Joaquim Alvares Correa, batizado na Sé de S. Paulo em 02-06-1771. Em Santo Amaro em 31-01-1792 casou com Gertrudes Maria de Jesus, tambem batizada na Sé em 17-05-1770, filha de Germano José Raposo e Justina Rodrigues de Souza, np de Cornelio Rodrigues de Arzam e Maria Raposa da Sylveira e nm de Francisco Xavier de Souza e sua mulher Maria Barbosa naturais desta (SL. 7º, 322, 4-2)

ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1792

Joaquim Alvares Correa e Gertrudes Maria de Jesus 28-janeiro-1792

Dizem Joaquim Alz Correa que ele esta contratado para se casar com Gertrudes Maria de Jesus (...).

Joaquim Jose Correa, f.l. de Jose Correa Passos, ja defunto e de s/m Ana Maria do Rosario = com Gertrudes Maria de Jesus, f.l. de Germano Raposo e de s/m Justina Roiz de Souza, ja defunta. O contraente batizado na Sé e nela fregues, e a contraente batizada nesta Sé e freguesa da freguesia de Santo Amaro.

Certidões:

- aos 02-junho-1771 nesta Sé bat a Joaquim, f. de Jose Correa Passos e de s/m Ana Maria do Rosario sendo padrinhos Manoel Correa da Silva, casado e Antonia Luiza de Macedo, casada, todos desta freguesia.

- aos 17-maio-1770 nesta Sé bat a Gertrudes, f. de Germano Jose Raposo e de s/m Justina Rodrigues de Souza; foram padrinhos Jose Vitorino e sua irmã Gertrudes Maria, solteiros, filhos de Francisco Xavier de Souza, todos desta freguesia. S. Paulo-27-janeiro-1792

 

Santo Amaro - Matrimonios - Aos 31-01-1792 se receberam por marido e mulher Joaquim Alves Correa filho legitimo de José Correa de Passos e Anna Maria do Rosario np não souberam dizer, nm de Jose Alves Pimentel e Leonor de Ciqueyra naturais da cidade de São Paulo; com Gertrudes Maria de Jesus filha de Germano José Raposo e Justina Rodrigues de Souza, np de Cornelio Rodrigues de Arzam e Maria Raposa da Sylveira e por materna neta de Francisco Xavier de Souza e sua mulher Maria Barbosa naturais desta.

8-1-1-3-2 Maria Pedroso foi a primeira mulher de Ignacio Borges Pedroso, filho de Manoel Dultra Machado e Isabel Pedroso de Barros. Geração em SL. 9º, 43, 2-1.

8-1-1-3-3 Manoel Correa da Silva, batizado em Taubaté em 04-06-1730.Com provisão de 1752, casou com Rosa Gertrudes de Jesus, batizada na Sé de S. Paulo em 25-06-1730, filha de Tome da Silva Dutra e Ursula Pires de Ávila.

ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1752

Manoel Correa da Silva e Rosa Gertrudes de Jesus 07-novembro-1752, sem impedimento.

Quer casar Manoel Correa da Silva, f.l. de Jose Correa Passos, hoje defunto, e de s/m Maria Dias de Jesus, naturais de Taubate = com Rosa Gertrudes de Jesus, f.l. de Thome da Silva Dutra e de s/m Ursula Pires de Avila, naturais e fregueses de S. Paulo.

 

Igreja Matriz de S. Francisco das Chagas de Taubate: aos 04-junho-1730 bat. a Manoel, f.l. de Jose Correa Passos e de s/m Maria Dias de Jesus; foram padrinhos João de Barros de Alcaçova, natural desta e nela casado, e Catarina Dias da Silva [danificado] filha de João de Barros, natural desta freguesia. Taubate 17-agosto-1752

 

Freguesia da Sé da cidade de S. Paulo: aos 25-junho-1730 bat a Rosa, f. de Thome Dutra e s/m Ursula Pires, foram padrinhos Ricardo Dultra e Silva e Teresa Pires. S. Paulo 7 de novembro de [danificado]

Pais de, pelo menos:

8-1-1-3-3-1 João Gregorio Correa, batizado na Sé de S. Paulo aos 20-03-1771. Em Santo Amaro aos 17-06-1798 casou com Gertrudes Maria Branca, aí batizada em 18-08-1777, filha de João de Miranda de Oliveira e Ana Blanco Ribeiro - família Nunes de Pontes Cap. 1º, § 1º.

8-1-1-3-4 João da Silva Pontes, batizado em Guaratingueta em 18-09-1732. Com provisão de 1758, casou com Maria Alves de Jesus, filha de José Alvares Pimentel e Leonor de Siqueira Pires. Geração em SL. 8º, 14, 6-9.

ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1758

João da Silva Pontes e Maria Alves de Jesus 20-01-1758.

Ele n/b na vila de Santo Antonio de Guaratingueta e assistente na vila de S. Francisco das Chagas de Taubate, f.l. de Jose Correa Passos e de s/m Maria Dias de Jesus = Maria Alves de Jesus, f.l. de Jose Alz Pimentel e de s/m Leonor de Siqueira Pires, n/b na matriz desta cidade.

 

Matriz de Guaratingueta: aos 18-setembro-1732 bat a Joam, f. de Jose Correa Passos e de Maria Dias de Jesus, sua mulher; foram padrinhos Miguel de Pontes e Maria da Luz do POrado, todos fregueses e moradores nesta vila.

 

Autos de justificação de batismo a favor de Maria Alves de Jesus, com testemunhas.

Segunda vez aos 03-11-1795, João da Silva Pontes casou com Maria Branca de Jesus filha de João de Miranda de Oliveira e Ana Blanco Ribeiro, neta paterna de José de Madureira Miranda e Ana de Oliveira Prestes, neta materna de Antonio Branco Raposo e Maria Ribeiro do Passo - família Nunes de Pontes Cap. 1º, § 1º.

Matriz de Santo Amaro - Casamentos- Aos 03-11-1795, na presença de Manoel Rodrigues de Barros filho solteiro de Luiz de Barros Freire e Bernardino Branco Ribeiro casado, se receberam João da Silva Pontes freguês da Cidade filho de José Correa Passos e Maria Tenoria de Jesus, pela paterna não respondeu e nm de João de Barros e Maria Dias Tenória fregueses da Villa de Taubaté, com Maria Branca de Jesus filha de João de Miranda e Anna Branca, nm de Antonio Branco Raposo e Maria Ribeira, np de José de Madureira e Anna de Oliveira.

 

 

 

Cap 9º

Antonio Alvares Tenório

 

 

Antonio, 6 para 7 anos em 1620. Antonio Alvares Tenorio foi inventariado em 14-11-1651. Seus filhos foram curatelados pelo Cap. Belchior de Borba, posteriormente pelo tio paterno Amaro Alvares Tenorio

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Antonio Alvares Tenorio - 1651 S.Paulo

Cap. Belchior de Borba é parente chegado dos ditos orfãos.

(...) aos 14-11-651 neste limite de Santo Amaro de Birapuera, sitio e fazenda de Alvaro Rodrigues do Prado, apareceu Cap. Belchior de Borba e foi feito curador dos orfãos.

Em 04-03-654 Amaro Alvares Tenorio tutor e curador de seus sobrinhos, orfãos filhos que ficaram de seu irmão Antonio Alvares Tenorio.

 

Luiz Alvares Tenorio, orfão, de idade de vinte e ----, filho do defunto Antonio Alvares --------, pq ele suplicante esta em miseravel estado de chagas e ferimentos e por se meter em cura, (....) para o cirurgião Andre Rodrigues Saraiva informe do estado do suplicante e outrossim a quantia de dinheiro que sera necessaria para a dita cura.

 

9-1 Luiz Alvares Tenorio casou com Maria Nunes de Siqueira, filha do Padre Jacinto Nunes Graces. Faleceu com apontamentos que recebeu o cumpra-se em 09-09-1680 e foi inventariado em 1681. Compareceram quatro filhos.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Luiz Alvares Tenorio

Capa do inventario ano 1681

Autos [-----------] em casa e sitio do Revdo Padre Jacinto Nunes de Siqueira onde estava a viuva Maria Nunes, mulher que ficou do defunto. Assino a rogo de Maria Nunes de Siqueira, o Padre Jacinto Nunes (aa) P.e Jacinto Nunes Graces.

 

Titulo dos Filhos: Maria, de 7 anos = Pedro de 3 = Manoel de 2 = Ana de 4 meses

 

Apontamento: sou cc Maria Nunes e temos quatro filhos. Testamenteiros: peço ao padre Jacinto Nunes, meu sogro, e a minha mulher Maria Nunes. Peço a meu cunhado Cristovão Mendes por mim assinar, com as testemunhas abaixo. Eu Cristovão Mendes que escrevi 13-08-1680

(aa) P.e Jacinto Nunes Graces = Dr Matheus Nunes de Siqueira.

Cumpra-se 09-09-1680

 

Aos 22-05-1682 termo de dinheiro dado a ganhos a Maria Nunes. Assino por minha mãe a seu rogo, Jose Nunes Ribeiro.

Quitação ao Revdo Padre Jorge Moreira, vigario de Mogi aos 03-05-1691. (aa) Cristovao Mendes Afonso

Quitação que da o herdeiro Pedro Alvares Tenorio ao Revdo Padre Jose Pires do que lhe pagou por seu pai o Cap. Francisco Pires Ribeiro 23-04-1721.

Diz Pedro Nunes de Siqueira, orfão que ficou de Luiz Alvares Tenorio (...) pede dinheiro da legitima 18-04-1696

 

Quitação que da Antonio de Oliveira Paes a Sra Leonor de Siqueira, dona viuva do Cap. Mor Domingos Dias da Silva, como procurador bastante de Pedro Alvares Tenorio 16-08-1721.

 

Termo de Acostamento de Procuração de Maria Nunes de Siqueira em 20-12-1721 nesta cidade de S.Paulo.

Por Antonio de Oliveira Paes e Pedro Alvares Tenorio me foi apresentada a procuração, feita por Maria Nunes de Siqueira, pedindo-me ajuntasse aos autos de Luiz Alvares marido que foi da outorgante.

Procuração que Faz Maria Nunes de Siqueira, moradora em Aracariguama, termo da vila de Parnaiba

Data 1721 aos 16-12 nesta cidade de S. Paulo.

Procuradores Nomeados na vila de S. Paulo: Antonio de Oliveira Paes, e seu filho Pedro Alves Tenorio, e o Dr. Jose ------, e Lourenço da Costa Martins, e Salvador Correa Dias.

 

Termo de Requerimento que faz Pedro Alvares Tenorio aos 20-12-1721 nesta cidade de S. Paulo. (...) sua mãe Maria Nunes queria cobrar o que pertencia de legitima a seu filho Manoel Alvares Tenorio; de que tinha feito uma escritura em que se obrigava a satisfazer por sua morte a quantia que cobrasse a seus filhos herdeiros e que como ele era só o herdeiro que havia que pudesse cobrar a legitima do dito seu irmão por serem todos defuntos, exceto ele requerente e sua irmã , digo, requerente só vivo e herdeiro neste inventario e que como vivia sua mãe, hoje muito limitada de bens, ele Pedro Alvares Tenorio dava de sua livre vontade toda a parte que lhe podia tocar, a dita sua mãe, porquanto ele só era o herdeiro que havia.

 

Treslado de escritura de fiança que da Maria Nunes de Siqueira, dona viuva, para cobrar a legitima de seu filho Manoel Alvares Tenorio que faleceu nas minas sem herdeiro 12-05-1712.

Ela outorgante, como sua legitima mãe, cuja legitima houve o dito seu filho por morte de seu pai Luiz Alvares Tenorio, primeiro marido dela outorgante.

 

9-1-1 Maria, com 7 anos em 1681.

9-1-2 Pedro 3 anos. Pedro Alvares Tenorio citado tambem como Pedro Nunes de Siqueira.

9-1-3 Manoel 2 anos. Manoel Alvares Tenorio já falecido nas minas em maio de 1712, sem herdeiros.

9-1-4 Ana Tenorio com 4 meses em 1681. Na Parnaiba em 1701 casou com Manoel Rodrigues, filho de João de Araujo e da falecida Maria Ribeiro.

ASBRAP 2 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Manoel Rodrigues (de S. Paulo, f. de João de Araujo e Maria Ribeiro, fal. = cc Ana Tenorio, f. Luis Alvares, fal. e Maria Nunes de Siqueira (ano de 1701)

 

 

Cap 10º

Clemente Alvares Tenório

 

Com 4 para 5 anos em 1620, filho de Clemente Alavares e sua segunda mulher Maria Tenório.

Clemente Alvare Tenorio faleceu em uma entrada que saiu de São Paulo em 1653 e teve inventário de seus bens aberto em agosto de 1655 (SAESP vol.43º)

Seu cunhado Manoel João Branco foi o declarante, juntamente com Amaro Álvares Tenório irmão inteiro do falecido. Provávelmente solteiro, deixou dois filhos que eram ambos sobrinhos de Manoel João Branco:

 

10-1 João Tenório, com seis anos em 1655, tutelado sucessivamente por seu tio Manoel João Branco, João da Fonseca e Alvaro Rodrigues do Prado, que em 1661 fez a seguinte declaração: “aos 11-9-1661 pelo Capitão Álvaro Roiz do Prado foi dito que das peças do gentio da terra do dito órfão João lhe era fugida uma negra por nome Cristina mãe do dito órfão pelo que protestava pelo serviço dela (...).”

          Então, por declaração de seu tio e tutor, João foi filho de Cristina, “negra da terra” administrada ou cativa de Clemente Álvares Tenório.

 

10-2 Um filho, que em 1658 já tinha fugido de seu tio e tutor Manoel João Branco. Não há mais referências a ele no inventário paterno.

 

 

Cap 11º

Maria Tenório

 

Maria 8 para 9 meses em 1620. Maria Tenória, a filha, teria 20 para 21 anos em 1641, estava casada com Gaspar Monteiro de Arrutya, que em 28-6-1641 abre mão da herança que cabia a sua mulher, no inventário do sogro Clemente Álvares.

28-7-1641 - Gaspar Monteiro de Arrutya desiste da herança que lhe caberia no inventário de seu sogro Clemente Álvares.

 

 

Cap 12º

Ana do Prado

(atualizado em 29-março-2017)

SL. 3, 242, 3-1, Anna do Prado cc 1643 SP com Pedro Ribeiro natural do R.Janeiro, filho de Pedro Ribeiro e Magdalena Fernandes. Deixou 6 filhos

 

Clemente Álvares teve Ana do Prado, tutelada de seu irmão Amaro, solteira e menor em 1641, havida possivelmente depois da morte de Maria Tenória e antes do terceiro casamento com Ana de Freitas. Isso porque o tratamento que recebeu no inventário paterno é de filha natural e não bastarda ou adulterina. Em 1643 já estava casada com Pedro Ribeiro, o moço, filho de outro e de Margarida Fernandes, morador em São Paulo, o que indica ter ela nascido antes de 1630.

 

Pedro Ribeiro, natural do Rio de Janeiro, testou em 1665 e foi inventariado por Ana em 04-11-1666. Declarou filiação, matrimônio e a geração de seis filhos não nominados:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Inventariado Pedro Ribeiro

Autos 04-11-1666 nesta vila de S. Paulo, no termo e limite dela paragem chamada Ibirapoeira sitio que ficou do defunto João Paes por na dita paragem estar Ana do Prado, viuva que ficou do defunto Pedro Ribeiro.

Inventariado Pedro Ribeiro

Inventariante: a viuva Ana do Prado

 

Testamento aos 27-??-1665 eu Pedro Ribeiro (...)

Testamenteira minha mulher.

Sou natural do Rio de Janeiro, filho leg. de Pedro Ribeiro e Margarida Fernandes, não herdei nada ate agora. Declaro que o que me couber por falecimento de meu pai se entregue a minha mulher e a meus filhos.

Sou cc Ana do Prado e tivemos seis filhos ----- machos e tres femeas.

 

Encontramos na Sé de S. Paulo, o batismo de:

12n-1 Domingas, batizada na Sé de São Paulo 02-05-1647

SP, SP Igreja N Sra da Assunção - Aos – maio (647) bat Das fa de Po Ribro e Ana do Prado. Foram padrinhos o juiz Belchior de Borba e Ana Tenoria.

12n-2 José, batizado no mesmo lugar em 1650

SP, SP Igreja N Sra da Assunção - Aos (13?) de Julho (1650) bat Joseph filho de Pedro Rib—e –na do Prado- Padrinhos Sebastião d- --ença e Cecilia Rib---

12n-3 Ascenço, batizado em 08-09-1652.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 08-09-1652 bat a Ascenço, f.l. Pedro R[------] e Ana do Prado, padr.: João Maciel de Alvarenga e Maria [-------]

12n-4 Margarida em 20-03-1660.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 20-03-1660 bat a Margarida, f.l. Pedro de --- Ribeiro e Ana do Prado, padr.: [----] de Souza e Maria Henriques?

 

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ASCENDENTES DE Maria Gonçalves

 

 

Regina Moraes Junqueira

Pais

 

Maria Gonçalves era filha de Baltazar Gonçalves e Maria Alvares.

 

Baltazar nasceu em Santos por volta de 1544, conforme depoimento dele no processo informativo sobre o Padre Anchieta em 1622 e em 1627, filho de Domingos Gonçalves e Antonia Rodrigues. Aparentemente ainda morava em Santos em 1572 quando, “estante” em São Paulo em casa de Fernando Marques passou escritura ao cunhado Rodrigo Alvares.

ASBRAP 3 processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J., 23, 8: Baltazar Gonçalves (ouvido a 5 abril 1622), agricultor, natural de Santos com c. de 78 anos, filho de Domingos Gonçalves e de Antonia Rodrigues. Era sogro de Clemente Alvares.

Idem 32, 15, (ouvido a 9 dezembro 1627) com cerca de 87 anos. Seu cunhado Antonio Gonçalves.

Já Maria disse em 1622, e confirmou em 1627, que era natural de São Paulo, filha de Fernão Alvares e Margarida Marques. Em 1622 declarou ter 67 anos e em 1627 constou ter 78 anos de idade. No primeiro caso teria nascido em 1554/5, o que é compatível com sua naturalidade. No segundo caso teria nascido por 1549, mas nesse ano não existia São Paulo algum, o que leva a crer em engano de anotação, transcrição ou copista. Nascendo em 54/55 foi das primeiras crianças nascidas no recém instalado povoado do Colégio de São Paulo. Vale lembrar que até 1560, apenas os jesuítas e índios habitavam esse povoado.

ASBRAP 3 processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J., fls. 23, 9, Maria Alvares (ouvida a 6 abril 1622) natural de São Paulo, com c. 67 anos, filha de Fernão Alvares e Margarida Marques.

Idem, fls. 31, 12, (ouvida a 22 de novembro de 1627), natural da vila de São Paulo, com cerca de 78 anos. mulher de Baltazar Gonçalves. Era seu cunhado Bras Gonçalves.

 

Em 1554 os jesuítas apenas estavam iniciando a obra de catequese, com alguns alunos trazidos de São Vicente e outros atraídos no planalto. Antes do batismo tinham que ser educados e preparados para só depois serem batizados. Maria no entanto teria sido prontamente batizada “porque a estes (lactantes) baptizamos logo polo perigo que correm ...” e “muchos inocentes que se mueren baptizados plobarán el cielo”.

 

A probabilidade de Maria ter nascido em São Paulo filha de pai não brasílico é muito pequena levando em conta o contexto histórico (documentado) do local e época em que nasceu.

 

Alem de Maria Gonçalves, encontramos mais os seguintes filhos do casal:

 

2- Andreza Gonçalves, Casou em primeiras núpcias com Luiz de Albernaz e em segundas com o ourives Antonio da Silveira, falecido no sertão em junho de 1632, filho de Gaspar da Silveira que vivia na Bahia em 1633. Antonio participou da bandeira que foi ao Guairá e assaltou Vila Rica. Morreu afogado nessa empreitada com inventário aberto no sertão 25-06-1832. Andreza faleceu com testamento que recebeu o “cumpra-se” em 03-10-1632 e inventário aberto no dia onze do mesmo mês. Segundo seu testamento, onde cita o pai Baltazar Gonçalves, quando testou ainda não sabia da morte do marido. Inventários de ambos em SAESP vol 30 neste site.

Andreza teve a filha única, do primeiro matrimonio:

2-1 Maria de Albernaz, nascida por 1617, tutelada por seu avô Baltazar Gonçalves o qual declarou em testamento ainda ter em seu poder a legítima da neta. Aos 26-4-1634 estava casada com Francisco de Almeida. (SL. 5º, 424, 1-2). Francisco foi inventariado em 10-06-16643.  Maria casou segunda vez com João Ferraz. Testou em 08-03-1656 e foi inventariada em 12-06-1655. Deixou um filho de cada matrimônio:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Maria Albernaz

Autos 12-06-1655 nesta cidade de S. Paulo declarante João Ferraz, viuvo de Maria de Albernaz.

Titulo dos Filhos:

Luiz, de 22 do primeiro matrimonio.

Maria, de 7 do segundo.

 

Testamento - 08-03-1656

Fui casada com Francisco de Almeida, ja defunto, por tempo de tres anos do qual tive um filho Luiz, o qual é vivo. De presente sou casada com João Ferraz do qual tenho uma filha por nome Maria.

Me ficou por morte e falecimento de meu pai Luiz de Albernaz (...) que ficou em mãos de meu curador Baltazar Gonçalves, que Deus tenha.

Testamenteiros meu marido João Ferraz e Alvaro Rodrigues do Prado.

 

apenso: Inventario por morte de Francisco de Almeida

10-06-1643 nesta vila de S. Paulo no bairro chamado Trabembe.

viuva Maria de Albernaz

Titulo dos filhos:

Luiz de 7 anos

2-1-1 Luiz, com 7 anos em 1643 e 22 anos em 1655, filho de Francisco de Almeida.

2-1-2 Maria, filha de João Ferraz, com 7 anos em 1655.

 

3- Miguel Gonçalves, citado no testamento da irmã abaixo. Um desse nome fez parte da entrada ao Guaira em 1602, chefiada por Nicolau Barreto (DBS).

 

4- Ignez Gonçalves, falecida em 1644 (SAESP vol. 29º, neste site) casada em primeiras núpcias com Gonçalo de Tal e em segundas com Francisco Barbosa, identificável como o filho de Domingos Barbosa, natural de Viana, e Maria Rodrigues. Inventários de Domingos e Maria em SAESP vols 11º e 37º, neste site.

Francisco foi curador de Maria d’Albernaz e declarante no inventário da cunhada Andreza Gonçalves.

Ignez não teve filhos do primeiro marido porem teve com Francisco Barbosa:

4-1- Maria Rodrigues, em 1644 estava casada com Francisco Barreto Tenório, família “Clemente Alvares” Cap. 4º.

4-2- Francisco Barbosa Calheiros, casado com Catarina de Siqueira, filha de Aleixo Jorge e Maria de Siqueira - família “Antonio Nunes e s/m Maria Maciel”.

          Francisco foi inventariado em 1684, compareceram a viúva e cinco filhos:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Autos do Inventario de Francisco Barbosa Calheiros em setembro de 1684 (oitenta e quatro) nesta vila de S. Paulo em casas e morada que foram do dito defunto.

Declarante a viuva Catarina de Siqueira. Assino por minha irma, Luiz Dias Barroso.

Titulo dos Filhos: Maria de Siqueira de 20 anos = Catarina de Siqueira de 17 = Ana Barbosa de 13 = João Barroso de 10 = Ignez Barbosa de 6 anos.

4-2-1 Maria de Siqueira de 20 anos em 1684.

4-2-2 Catarina de Siqueira de 17 anos. Casou com Antonio Leite Falcão inventariado em 28-12-1693 (SAESP vol. 23º) com geração de dois filhos:

4-2-2-1 João, 7 anos

4-2-2-2 Mateus, 5 anos.

4-2-3 Ana Barbosa de 13 em 1684.

4-2-4 João de 10. João Barbosa de Siqueira, na Parnaiba em 1692 casou com Margarida Fernandes filha de João Garcia Carrasco e Luzia Correa.

Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. João Barbosa de Siqueira (de S. Paulo) f. de Francisco Barbosa e de Catarina de Siqueira = cc Margarida Fernandes f de João Garcia Carrasco e Luzia Correa (ano de 1692).

4-2-5 Ignez Barbosa (ou de Siqueira, ou Goncalves de Siqueira) de 6 anos em 1684.

 

4-3 Andreza Gonçalves ou Barboza foi casada em primeiras nupcias com Antonio Lopes da Rocha, falecido no sertão e inventariado em 1654 (SAESP vol. 46º neste site) e em segundas com Gaspar João inventariado em 19-07-1668, família “Carrasco” neste site.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

anexo ao Inventario de Gaspar de Souza Falcão

Inventario de Gaspar João

Autos aos 19-07-1668

Neste sitio e fazenda de João Garcia Carrasco

Nesta vila de Santana de Parnaiba na paragem chamada Itabatebigua

Declarante a viuva Andreza Gonçalves

Herdeiros: a viuva

Andreza e Antonio Lopes tiveram a filha única:

4-3-1 Maria Lopes, com um ano em 1654. Casou com Sebastião de Brito que deu quitação da legitima de sua mulher no inventário do pai dela. Pais de, pelo menos:

4-3-1-1 Andreza Gonçalves em 18-11-1686 casou com João Domingues, filho de Gervasio Domingues e Maria Fernandes.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP 18-11-1686; João Domingues - filho de Gervasio Domingues e Maria Frz'; cc. Andreza Gonçalves - filha de Sebastião de Brito e Maria da Rocha. PP João Domingues do Prado e Ignes Domingues - PP Antonio Nunes de Siqueira e Anna de Oliveira

 

Avós

 

 

Baltazar Gonçalves era filho de Domingos Gonçalves, identificado por muitos autores como um ferreiro vindo para São Vicente com Martim Afonso, que exerceu seu oficio por uns tempos mediante pagamento, e que acabou aqui ficando. Segundo documento consultado e transcrito por Frei Gaspar da Madre de Deus, Domingos mudou de nome e passou a ser chamado de Mestre Bartolomeu Gonçalves.

ASBRAP 3, processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J.: Baltazar Gonçalves (ouvido a 5 abril 1622), agricultor, natural de Santos com c. de 78 anos, filho de Domingos Gonçalves e de Antonia Rodrigues. Era sogro de Clemente Alvares.

32, 15, (ouvido a 9 dezembro 1627) com cerca de 87 anos. Seu cunhado Antonio Gonçalves.

 

Diz Frei Gaspar:

“Este Mestre Bartolomeu, muito nomeado em escripturas antigas, foi um ferreiro que na sua companhia trouxe Martim Affonso segundo consta de uma Sesmaria concedida por Braz Cubas em Santos aos 26 de Janeiro de 1555 a qual se acha registrada no Cartorio de Provedoria da Fazenda Real de São Paulo, liv. De Reg. Que tem Tit. N.1, Lv 1, 1555 a fol.9 e nella vem as palavras seguintes:

BrazCubas ... Faço saber como per Ferreiro morador nesta Capitania me foi feita uma petiçam a qual o traslado dele he o seguinte: Senhor Capitam, diz o Mestre Bartolomeu Gonçalves em como há 20 annos pouco mais ou menos que aqui deixou o Senhor Martim Affonso de Souza a serviço d’El-Rei nosso Senhor , o qual eu servi meu officio e minha pessoa em o que foi mandado (...) sem por isso pedir premio algum por folgar de se a terra povoar e enobrecer, além de dous anos em que fui em soldo que o dito Snr me deixou, e tenho mulher e filhas...

Continua Frei Gaspar:

“O ditto Mestre Bartholomeu que na sua petição e muito títulos se acha com o nome de Bartholomeu Gonçalves primeiro se chamava Domingos Gonçalves em uma escriptura da qual existe uma copia authentica no Archivo do Carmo da Villa de Santos, Mas 22, n. 25, e também consta de outra Escriptura lavrada a 2 de Janeiro de 1580 na Villa de Santos a qual ainda se conserva no fragmento de um livro do Cartorio onde actualmente escreve o Ajudante José Pedrozo Carneiro Tabelião da Villa de Santos: eu ali copiei.”

 

Segundo uma informação que encontramos no “Povoadores do Campo de Piratininga” Bartolomeu Gonçalves faleceu antes de 1572 porque neste ano, diz Américo de Moura, Baltazar Gonçalves e Maria Alvares passaram uma escritura ao cunhado Rodrigo Alvares de terras pertencentes ao espólio de Bartolomeu. (Verbete transcrito abaixo). Rodrigo Alvares é identificado pelo mesmo autor como marido de Catarina Ramalho, filha de Bartolomeu. Isso parece indicar também que Baltazar foi herdeiro de Bartolomeu Gonçalves, confirmando a mudança do nome de Domingos para Bartolomeu.

Conforme o costume adotado nessas priscas eras, Domingos provavelmente teve muitas mulheres, índias da terra e/ou mamelucas, filhas e netas dos primeiros aventureiros que aqui chegaram. Uma destas com certeza foi Antonia Rodrigues, mãe de Baltazar, conforme testemunho dele em 1622.

Há quem diga que Antonia era filha de Antonio Rodrigues, companheiro de João Ramalho e morador em São Vicente. Certamente Antonio Rodrigues tinha filhas casadouras quando Domingos aqui desembarcou, mas também havia muitas outras mestiças e índias da terra.

 

Maria Alves foi filha de Fernão Alvares e Margarida Marques, sua mulher. Fernão e Maria tiveram a filha nascida em São Paulo no próprio ano de fundação do Colégio e formação do primitivo povoado ao redor dele.

ASBRAP 3, processos Anchietanos, por Helio Abranches Viotti, S.J. Maria Alvares (ouvida a 6 abril 1622) natural de São Paulo, com c. 67 anos, filha de Fernão Alvares e Margarida Marques.

(ouvida a 22 de novembro de 1627), natural da vila de São Paulo, com cerca de 78 anos. mulher de Baltazar Gonçalves. Era seu cunhado Bras Gonçalves.

 

O Colégio de São Paulo de Piratininga surgiu da decisão do Padre Manoel da Nobrega de transferir os meninos índios do colégio de São Vicente para o planalto, afastando-os dos portugueses e mamelucos, que considerava péssimo exemplo para os catecúmenos.

 

LEITE, Serafim – Cartas dos Primeiros Jesuitas do Brasil – Vol II, carta 22 – Do Irmão José de Anchieta ao P. Inacio de Loyola

“7. Para sustento desses meninos (em S Vicente) a farinha de pau era trazida do interior, da distancia de 30 milhas. Como era muito trabalhoso e difícil, por causa da grande aspereza do caminho, ao nosso Padre (Nobrega) pareceu melhor no Senhor mudarmo-nos para esta povoação de índios, que se chama Piratininga. Isso por muitas razões: primeiro por causa dos mantimentos; depois porque se fazia nos Portugueses menos fruto do que se devia (....) Por isso alguns dos irmãos mandados para esta aldeia no ano de 1554, chegamos a ela a 25 de Janeiro e celebramos a primeira missa numa casa pobrezinha e muito pequena no dia da conversão de São Paulo e por isso dedicamos ao mesmo esta nossa casa (...)

9. Nesta Aldeia foram admitidos para o catecismo 130 e para o batismo 36, de toda a idade e sexo.  Ensina-se-lhes todos os dias duas vezes a doutrina cristã em português e na língua deles. A frequência e o concurso das mulheres é maior (......)

14. Com o Reverendo em Cristo P.Manoel da Nobrega moramos aqui presentemente sete irmãos, separados do convívio dos Portugueses e unicamente aplicados à conversão dos indios. (...)

Piratininga, Casa de São Paulo, 1554

O ultimo da Companhia de Jesus

José”

 

Nessa época, apenas índios e os próprios jesuítas tinham permissão para morarem alí. Os poucos brancos e os muitos mestiços espalhados pelo planalto, se ajuntavam em Santo André, elevada a vila por foral de Tomé de Souza em 1553.

Em 1557 já a povoação ao redor do colégio definhava, e apenas meia dúzia de índios ainda morava aí. Os padres retomaram o colégio de São Vicente, de onde o Padre Anchieta escreveu a partir desse ano, dando conta da debandada dos indios. Iam os jesuítas de quando em quando visitar seus ex discípulos, espalhados nas aldeias.

LEITE, Serafim – Cartas dos Primeiros Jesuitas do Brasil – Vol II, carta 55

P. Luiz da Grã ao P. Inácio de Loyola – Piratininga 07-04-1557

2. O Padre Nobrega quando de aqui se fué dexó esta Aldea em que está esta Casa de Piratininga poblada de los índios, em que los quales avia muchos ia christianos y muchos cathecumenos.

3. Pero ellos son tán costumbrados a se mudar como sus casas son viejas, que cada três o quatroi años que ellas duran se mudan, y lo que es peor no van juntos, (...). Assi fué em este Pueblo que sola uma casa quedó em que avrá cinquo o seis hombres casados; mudarse an como su casa caiere, por lo qual no se puede cojer fructo alguno.

 

Só em 1560 aí se fixaram portugueses e mamelucos, vindos de Santo André, transferindo a vila com seu foral, câmara e pelourinho para o local do antigo e desaparecido povoamento junto ao colégio, dando inicio à ocupação efetiva e organizada do planalto. A povoação recém trasladada acabou adotando o nome pelo qual o local era conhecido: São Paulo.

LEITE, Serafim – Cartas dos Primeiros Jesuitas do Brasil – Vol II, carta 48– Da Camara de S Paulo de Piratininga a D. Catarina Rainha de Portugal

“6. E asy mandou que la vyla de Santo Amdre omde antes estávamos se passase pera junto da Casa de Sam Paulo, que hé dos Padres de Jesus, porque nós todos lho pedimos por uma petição (....)

14. Outrosy comfyrme Vossa Alteza a mudação e trespação da vyla, que fez Mem de Saa, com todos os mayes capytolos e liberdades que lhe deu, dos quais mamdamos hum trelado a Vossa Alteza.

Desta Vila de Sam Paulo de Pyratunymgua, oye, vynte dias do mês de Mayo de 1561 annos

Jone+Annes  Jorge Moreira Antonio Cubas”

 

O fato de Fernão ou Fernando Alvares e sua mulher terem nome (e sobrenome) cristão não exclui a possibilidade de pertencer ao gentio da terra já que os jesuítas costumavam não só dar um nome cristão no batismo como também associar a um sobrenome, no intuito de formar famílias identificáveis. Como por exemplo:

 

Fernão Correa, vindo de aldeia longinqua pedir o batismo e que morreu como cristão em São Paulo.

 

Pero Lopes, exemplo de piedade, teve morte “gloriosa” e deixou viúva honesta e filhas cristãs em São Paulo.

Sebastão Correa, filho do “gato”, batizado no Espirito Santo, onde morreu de lepra e teve enterro suntuoso, merecido por sua devoção. Seu filho, batizado juntamente com a esposa, se chamou Vasco Fernandes.

 

Em verbete, Américo de Moura descreve um Fernando Alvares, que comparece aqui e ali nas Atas da Camara de São Paulo em ajuntamentos, condenado ao degredo em 1572, revogado a pedidos já que era o único telheiro da vila. E termina:

“Foi em casa dele que em 1572 Baltazar Gonçalves e sua mulher Maria Alves, estantes na vila, passaram escritura ao cunhado Rodrigo Alvares, que não estava presente, de terras situadas em Santos, do espolio de Bartolomei Gonçalves. Creio que próximos laços de parentesco houvesse entre esses personagens e Fernando Alvares”.

 

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Família de Ana de Freitas

 

 

Fabricio Gerin

 

Ana de Freitas, Manoel de Freitas e Gaspar Gonçalves eram irmãos.

 

1- Gaspar Gonçalves casou com Helena de Soveral irmã de Manoel de Soveral(ou do Prado) e filhos de Martim do Prado e Antonia de Soveral (SAESP vol. 4º). Faleceu com testamento de 13-03-1647 e cumpra-se de 8 de maio do mesmo ano. Declarou seis fihos de seu casal, curatelados pela mãe e pelo tio paterno Manoel de Freitas:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

2º Cartório de Mogi das Cruzes - Inventários

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Gaspar Gonçalves - 1647

Testamento: (...) sou cc Ilena de Soveral e temos entre ambos seis filhos: Simoa = Antonio = Miguel = Gaspar = Antonia = Manoel.

Declaro que me tem dado Potencia Leite, a conta da legitima de minha molher, (...)

(...) meu sobrinho Andre Gonçalves; minha irmã Maria de Freitas; meu sobrinho Manoel Gomes.

A minha filha Simoa, deu meu cunhado Manoel de Soveral, uma novilha e meu irmão Manoel de Freitas (...).

Minha irmã Maria(sic) de Freitas e seu marido Clemente Alvres (...).

Curador de meus filhos minha mulher e meu irmão Manoel de Freitas e por meus testamenteiros.

13-03-1647.

Cumpra-se 08-05-647

viúva: Ilena de Soveral.

Procurador da viúva seu irmão Manoel de Soveral.

Partilhas dos órfãos, coube a: órfã Simoa e seu irmão Antonio; ao órfão Gaspar, ao órfão Miguel, a órfã Antonia, ao órfão Manoel.

Foram filhos de Gaspar e Helena:

1-1 Simoa, recebeu uma novilha do tio materno Manoel de Soveral.

1-2 Antonio

1-3 Miguel

1-4 Gaspar

1-5 Manoel

1-6 Antonia de Soveral ou Antonia do Prado ou Antonia Gonçalves ou Fernandes casou com Antonio de Freitas, filho de Manoel de Freitas.

          Antonio foi inventariado em Mogi das Cruzes em 29-11-1650. Teve filha única de seu casal:

1-6-1 Catarina, curatelada pelo avô paterno Manoel de Freitas.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

2º Cartório de Mogi das Cruzes - Inventários

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Antonio de Freitas - 1650

Autos: 29-11-1650

Declarante: Antonia de Soveral, dona viúva.

Manoel de Freitas curador de sua neta, filha que ficou de Antonio de Freitas.

Quinhão da viúva e da órfã.

04-07-1653 Simão do Prado, procurador de Antonia do Prado, dona viúva, com precatória do Ouvidor Geral em que manda se entregue todos os bens da menina, que Manoel de Freitas em seu poder tinha, a dona viuva Antonia do Prado sua mãe.

 

Coube a menina Catarina da legitima de sua pai (...), fiador da viúva João Portes del Rei.

Partilhas das peças: a viúva e a Catarina, órfã.

 

04-07-1653 Antonia do Prado, curadora da órfã sua filha; fiador João Portes del Rei.

Antonia do Prado, dona viuva, mulher que ficou do defunto Antonio de Freitas, moradores na vila de Santa Ana de Mogi Mirim, lhe ficou uma menina de 6 para 7 anos, curador seu avô pai do dito defunto.

 

09-02-1657 - testemunhas de morte de peças:

1- Manoel de Soveral, aqui morador, 60 anos pouco mais ou menos, tio de Antonia do Prado.

2- Antonio de Edra, morador em Santa Ana das Cruzes, de idade de 20 anos mais ou menos, ao costume nada disse.

3- George João Lobo, de nação estrangeira, aqui morador, casado, de 31 anos.

4- João Alberto, morador nesta, idade 40 anos.

Simão do Prado como procurador da viuva Antonia do Prado. (aa) Simão do Prado Soveral.

Tomé de Freitas, procurador de seu pai Manoel de Freitas.

Antonia faleceu com testamento e foi inventariada em 30-01-1685. Seu testamento recebeu o cumpra-se em 22-01-1685. Declarou filiação, o matrimonio com Manoel Fernandes Tinoco com a geração de três filhos. Não mencionou o primeiro matrimônio, nem a filha Catarina. Manoel foi inventariado em 15-03-1686.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

2º Cartório de Mogi das Cruzes - Inventários

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Antonia Gonçalves - 1685

Autos 30-01-1685

Testamento:

Testamenteiros: 1º meu marido Manoel Fernandes Tinoquo e a meu genro Manoel Fernandes Preto.

Sou natural desta vila de Mogi, f.l. de Gaspar Gonçalves e Ilena de Soveral. Sou cc. Manoel Fernandes Tinoquo e temos 3 herdeiros nossos filhos: Maria = Izabel = Euzebio.

Casamos nossa filha Maria Glz Freire com Manoel Frz Preto (...).

Devemos aos órfãos nesta vila 11$300 rs assim mais, a nosso sobrinho Antonio Pimenta onze mil e tantos rs (...)

Cumpra-se 22-01-1685

 

Aos dous de fevereiro (digo março) de 1687 anos nesta vila de Santa Ana das Cruzes de Mogi foram apresentados os autos com o testamento da defunta Antonia Gonsalves digo Fernandes, em nossa visita dos residuos, pelo testamenteiro Manoel Fernandes Preto, os quais fiz conclusos (...).

 

Titulo dos Filhos: Izabel, solteira = Euzebio = Maria cc. Manoel Frz Preto.

 

Inv. Manoel Fernandes Tinoco

Autos: 15-03-1686, em casas de morada de Antonio Pimenta de Abreu

1-6-2 Maria Gonçalves Freire casada com Manoel Fernandes Preto. Entre os filhos do casal:

1-6-2-1 Ana, batizada em 18-10-1684

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 18-10-1684 Ana, f. Mel Frz Preto e Maria Freire, padr.: Francisco Pimenta e João de Torres.

1-6-2-2 Estanislau, batizado em 18-05-1692.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 18-05-1692 Estanislau f. Manoel Frz Preto e Maria Freire, padr.: João de Godoy Moreira e Ana de Abreu

1-6-3 Izabel, solteira em 1685. Izabel Fernandes Tinoco ou do Prado casou com Francisco Delgado da Silva. Faleceu em 20-12-1721 e foi inventariada em 30-05-1722.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 20-12-1721 fal. Izabel Frz

 

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

2º Cartório de Mogi das Cruzes - Inventários

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Izabel Frz do Prado

Autos aos 30-05-1722

inventariante o viuvo cabeça de casal Francisco Delgado da Silva na paragem chamada no Pe da Ponte que vai para a vila da outra banda do rio.

Oito filhos e filhas a saber: Henrique de 30 anos, casado = Amador de 29 = Maria, de 24, cc Manoel Gracia = Francisco de 22 = Manoel de 20 = Joao de 18 = Antonio de 16 = Teresa de 14 =

Faleceu em 20-12-1721 com testamento

Não tem o testamento

         Francisco faleceu com testamento em 24-09-1736 e foi inventariado em aos 09-12-1739.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

2º Cartório de Mogi das Cruzes - Inventários

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Francisco Delgado 09-12-1739

Autos aos 09-12-1739

Testamenteiro Henrique Delgado da Silva, testamenteiro e filho mais velho.

Faleceu com testamento aos 24-09-1736, fora cc somente uma vez com Izabel Fernandes do Prado e tiveram oito filhos, fora os que morreram de menor idade: Henrique Delgado = Manoel da Silva = Francisco Delgado, fal. = Antonio , nas Minas Gerais = Amador há 16 anos se meteu aos matos com camarada, nao sairam mais.

Titulo dos Filhos:

Henrique Delgado, casado

Manoel da Silva, casado

Joao Delgadxo, casado

Francisco Delgado, fal., solteiro

Antonio , morador nas Minas Gerais, solteiro com 30 anos

Amador que se perdeu nos matos há 16 anos

Maria de Jesus cc Manoel Garcia, falecida.

Teresa de Jesus, cc Julio Pedroso de Mattos

 

Foram oito os filhos do casal, fora os que faleceram de menor idade:

1-6-3-1 Henrique Delgado da Silva, batizado em julho de 1686. Com 30 anos em 1722, casado.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, -- de julho de 1686, Henrique f Francisco Delgado e Izabel Frz Tinoquo.

          Em 06-08-1733, viúvo de Ana do Pinho, casou com Maria, filha de Miguel Vaz Pinto e Inocencia Leme do Prado.

Casamentos Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 06-08-1733 Henrique da Silva, viuvo de Ana do Pinho, f.l. Francisco Delgado e Izabel do Prado, ja defunta = cc Maria Le[--]e, f.l. Miguel Vaz Pinto e [----]cia do Prado. Todos nts e moradores nesta. Test.: Domingos Fernandes Belbezem e Manoel da Fonseca Pinto.

Foram filhos de Henrique Delgado:

1-6-3-1-1 Antonia, batizada em agosto de 1717, filha de Ana do Pinho.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, em Agosto 1717 An.ta, f.l. Henrique Delgado e Ana do Pinho, padr.: Amador -------

1-6-3-1-2 Francisco Leme da Silva, filho de Maria Leme.

SL. 8, 342, 3-1 Anna Maria da Silveira, que casou em 1759 em Jacareí com Francisco Leme da Silva; f.º de Henrique Delgado da Silva e de Maria Leme, n. p. de Francisco Delgado da Silva e de Izabel Fernandes do Prado, n. m. de Manoel Vaz Pinto e de Innocencia Leme.

 

1-6-3-2 Amador de 29 anos. Se perdeu no mato.

1-6-3-3 Maria de Jesus, com 24 anos em 1722, casada com Manoel Gracia. Maria já era falecida em 1739. Pais de, q.d.:

1-6-3-3-1 Izabel, batizada em janeiro de 1716.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 23(?)-01-1716 Izabel, f.l. Manoel Gracia e Maria da Ajuda(?) da Silva, padr.: Francisco Delgado da Silva e Mauricia da Silva.

1-6-3-4 Francisco Delgado, com 22 anos em 1722. Faleceu solteiro.

1-6-3-5 Manoel Delgado da Silva, com 20 anos. Aos 22-08-1725 casou com Helena do Rosario Cabral, filha de Mateus Costa Cabral e de Maria de Lima de Macedo.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 22-08-1725 Manoel Delgado, f. Francisco Delgado da Silva e Izabel Fernandes do [----], já defunta = cc Helena do Rosario Cabral, f. Matheus da ---- Cabral e Maria de Lima de Macedo.

Entre os filhos do casal:

1-6-3-5-1 Virginia da Conceição, batizada em 16-01-1727. Aos 31-10-1745 casou com Antonio Correa de Alvarenga, filho de Agostinho (ou Angelo) Correa de Alvarenga e Escolastica Martins, neto paterno de Sebastião de Alvarenga e Francisca Fernandes, neto materno de Manoel Pires.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 16-01-1727 puz os santos oleos a Virginia, f.l. Manoel Delgado da Silva. Batizada em casa por Mateus da Costa Cabral.

 

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 31-10-1745 Antonio Correa de Alvarenga, f.l. Agostinho Correa e Escolastica Mar[--] nts da vila de Jacarei = cc Virginia da Conceição, f.l. Manoel Delgado da Silva e Helena do Rosario nts e moradores desta vila.

          Antonio Correa de Alvarenga aos 23-04-1763, viúvo, casou com a viúva Joana Leite de Siqueira, filha natural de João Leite. Foi casada primeira vez aos 23-11-1744 com Lourenço de Oliveira Leitão, filho de João Gonçalves de Barros e Euzebia de Oliveira, família “Domingos de Góes”.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 23-04-1763 Antonio Correa de Alvarenga, viuvo de Virginea da Conceição e f.l. de Angelo Correa de Alvarenga, nts desta vila e Escolastica Martins n. da Conceição dos Guarulhos, np Sebastião de Alvarenga n. desta vila e Francisca Fernandes(?), nm Manoel Pires n. Conceição dos Guarulhos e da avo não da noticia = cc Joana Leite de Siqueira, f. pais inconitos, viuva de Lourenço de Oliveira, natural desta vila.

Virginia e Antonio tiveram os filhos, q.d.:

1-6-3-5-1-1 Catarina de Jesus aos 31-07-1768 caso com Salvador Correa, filho de Domingos Correa e Ana Maria de Jesus, neto materno de Manoel Cardoso e Catarina Maria.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 31-07-1768 Salvador Correa, f.l. Domingos Correa e Ana Maria de Jesus, np não se pode averiguar, nm Manoel Cardoso e Catarina Maria = cc Catarina de Jesus, f.l. Antonio Correa de Alvarenga e Virginia da Conceição, np Angelo Correa de Alvarenga e Escolastica Martins, nm Manoel da Silva e Helena do Rosario. Test.: Francisco Carassa Pinto viuvo de Ana Maria de Godoy, e Antonio Jose Monteiro cc Joana Maria.

1-6-3-5-1-2 Francisca de Paula aos 03-10-1775 casou com Placido Francisco, filho de Domingos Francisco e Izabel Correa, neto paterno de Bento Francisco e Antonia Rodrigues, neto materno de Manoel de Almeida e Maria Correa.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 03-10-1775 Placido Francisco, f.l. Domingos Francisco ---lha e Izabel Correa, np Bento Francisco e Antonia Rodrigues, nm Manoel de Almeida e Maria Correa = cc Francisca de Paula, f.l. Antonio Correa e sua primeira mulher Virginia da Conceição, np Angelo Correa e Escolastica Martins, nm Manoel da Silva Delgado e Helena do Rosario

1-6-3-5-1-3 Manoel José de Alvarenga aos 10-02-1776 casou com Juliana de Jesus, exposta a Domingos da Cunha

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 10-02-1776 Manoel Jose de Alvarenga, f.l. Antonio Correa de Alvarenga e Virginia da Conceição mulher que foi do dito, np Angelo Correa e Escolastica Martins, nm Manoel Delgado e Helena do Rosario  = cc Juliana de Jesus, exposta em casa de Domingos da Cunha

1-6-3-5-1-4 Angela Maria da Conceição aos 29-11-1787 casou com o viúvo Domingos de Siqueira Chaves. Domigos foi casado primeira vez aos 07-05-1775 com Maria Caetana Pinta, filha natural de Pascoa Fernandes.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 29-11-1787 Domingos de Siqueira Chaves, viuvo de Maria Caetana Pinta = cc Angela Maria da Conceição, f.l. Antonio Correa de Alvarenga e Virginia da Conceição, np Angelo Correa e Escolastica Martins, nm Manoel Delgado e Helena do Rosario.

 

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 07-05-1775 Domingos de Siqueira Chaves, n. desta, f.l. 142811 Jose de Siqueira Chaves e Maria de Miranda, np João de Siqueira e Ana Maria de Almeida, nm Antonio Pinheiro e Maria Fernandes = cc Maria Caetana Pinta, n. desta, f. Pascoa Fernandes e pai incognito,

          Domingos era filho de José de Siqueira Chaves e Maria de Miranda de Vasconcellos casados em 13-09-1742, neto paterno de João de Siqueira e Ana Maria de Almeida, neto materno de Antonio Pinheiro da Silva e Maria Fernandes de Miranda

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 13-09-1742 Jose de Siqueira, f.l. João de Siqueira e Ana Maria = cc Maria de Miranda de Vasconcellos, f.l. Antonio Pinheiro da Silva e Maria Fernandes de Miranda, todos nts e moradores desta. Testemunhas João Fernandes Cruz e Angelo Rodrigues.

 

1-6-3-5-2 Ana Maria do Espirito Santo em junho de 1775 casou com Miguel Diniz Pacheco, natural de Jacarei, filho de Antonio Diniz Pacheco e Maria Nunes de Oliveira, neto paterno de Silvestre Diniz Pacheco e Ana Portes del Rei, neto materno de Domingos Nunes de Siqueira e Maria Nunes Chaveira.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 06(?)-06-1775 Miguel Denis Pacheco, n. Jacarei, f.l. Antonio Denis Pacheco e Maria Nunes, np Silvestre Denis Pacheco e Ana Portes, nm Domingos Nunes e Maria Nunes = cc Ana Maria do Espirito Santo, f.l. Manoel Delgado da Silva e Helena do Rosario, np Francisco Delgado e Izabel Fernandes, nm Mateus da vila(?) e Maria de Lima

          Antonio Diniz Pacheco, natural de Taubate e Maria Nunes de Oliveira natural da Borda do Campo, casados em Ibitipoca-MG aos 14-09-1750, tambem foram pais de:

Pólis 30 copiados pelo Prof. João Paulo Ferreira de Assis (Ressaquinha-MG). Ibitipoca; fls. 229 verso e 230: 14/09/1750 Antonio Diniz Pacheco, f. Silvestre Diniz Pacheco e Ana Portes del Rei, com Maria Nunes de Oliveira f. Domingos Nunes e não informou a mãe.

- Joaquim Diniz Pacheco aos 24-01-1786 casou com Leonor de Lima do Prado, filha de Angelo da Assunção da Silva e Izabel Garces, neta paterna de Manoel Delgado da Silva e Helena do Rosario Cabral, neta materna de Francisco Pinheiro Garces e Leonor Domingues de Camargo, naturais de Atibaia

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 24-01-1786 Joaquim Diniz Pacheco, n. desta, f.l. Antonio Diniz Pacheco n. vila de Taubate e Maria Nunes de Oliveira esta n. da Borda do Campo nas Minas Gerais, np Silvestre Diniz Pacheco n. reino de Potugal e Ana Portes del Rei n. vila Taubate, nm Domingos Nunes de Siqueira n. vila Jacarei e Maria Nunes Chaveira n. vila de Iguape = Leonor de Lima do Prado, n. desta, f.l. Angelo da Assunção da Silva n. desta e Izabel Garces Gordim(?) n. da vila de Atibaia, np Manoel Delgado da Silva e Helena do Rosario Cabral nts desta, nm Francisco Pinheiro Garces e Leonor Domingues de Camargo, nts da vila e Atibaia

1-6-3-6 João Delgado, com 18 anos em 1722. Estava casado em 1739.

1-6-3-7 Antonio, batizado em 23-05-1706. Com 16 anos em 1722 e em 1739 com 30 anos, solteiro morador nas Minas Gerais.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 23-05-1706 Antonio, f. Francisco Delgado e Izabel Frz do Prado, padr.: ----- Azures e Simoa de Medina.

1-6-3-8 Teresa da Silva, com 14 anos em 1722. Aos 07-02-1725 caso com Julio de Godoy Moreira filho de Manoel de Matos e Izabel de Godoy Moreira

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 07-02-1725 Julio de Godoy Moreira f. Manoel de Matos  e Izabel de Godoy Moreira = cc Teresa da Silva, f. Francisco Delgado da Silva e Izabel Frz do Prado, já defunta.

1-6-4 Euzebio. Muito provavelmente Euzebio Fernandes Tinoco casado com Ignez Camacho e pais de, q.d.:

1-6-4-1 Ana Fernandes do Prado aos 22-11-1733 casou com Amaro Correa de Sá, filho dos falecidos Manoel Adorno de Sampaio e sua primeira mulher Maria de Sá. Geração na família Sebastião da Fonseca Pinto

Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 22-11-1733 Amaro Correa de Saa, f.l. Manoel Adorno de Sam Paio e Maria de Saa, falecidos = cc Ana Fernandes do Prado, f.l. Euzebio Fernandes [danificado] e Ignez Camaxa, todos desta freguesia Test.: Aleixo Leme da Silva e Angelo do Prado Xavier

1-6-4-2 Antonia Fernandes Camacha aos 25-02-1740 casou com Mnaoel Pires Monteiro, natural de Jacarei, filho de Francisco Lopes Paes e Maria da Cunha.

Paroquia de Sant'Ana de Mogi das Cruzes-SP, aos 25-02-1740 Manoel Pires Monteiro, f.l. Francisco Lopes Paes e Maria da Cunha nts da vila de Jacarei = cc Antonia Fernandes Camacha, f.l. Euzebio Fernandes Tinoco e Ignez Camacho, os mais nts e moradores desta freguesia.

 

2- Manoel de Freitas, curador dos sobrinhos filhos do irmão Gaspar. Teve os filhos:

2-1 Tomé de Freitas, procurador do pai no inventário do irmão Antonio.

2-2 Antonio de Freitas casado com Antonia de Soveral (do Prado, ou Gonçalves ou Fernandes) 1-6 supra.

 

3- Ana de Freitas foi a terceira mulher de Clemente Alvares.