PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

www.projetocompartilhar.org

 

 

S.L. 8º, 12, 1-2; Maria Jorge casou em primeiras com Francisco Barreto (irmão do capitão mor Roque Barreto e do capitão Nicolau Barreto) faleceu em 1607 com testamento em SP, filho de Álvaro Barreto.

Faleceu Maria Jorge  em 1611 em SP com testamento e teve:

2-1 Roque Barreto

2-2 Maria Jorge casada Jose (sic) Tenório filho de Clemente Álvares e 2ª mulher Maria Tenório (4º, 430) com geração.

 

SL. 4º, 430, 1-2 João Tenório, falecido em 1634 e representado por seus f.ºs no inventário de seu pai em 1641, foi casado com Maria Jorge, f.ª de Francisco Barreto e de Maria Jorge, esta falecida em 1611 em S. Paulo. Tit. Dias.

 

Subsídios à Genealogia Paulistana (Bartyra Sette e Regina Junqueira)

O inventário e testamento de Maria Jorge (SAESP vol. 3º, neste site) casada com Francisco Barreto, é claro, são duas filhas, sendo que o nome da filha  póstuma não é mencionado.

Francisco e Maria pais de:

- Maria Jorge

- filha, provavelmente, póstuma.

 

FRANCISCO BARRETO

Inventário e Testamento

 

Vol 2, fl. 201

Data: 20-8-1607

Juiz: Domingos Dias (era juiz ordinário e dos órfãos)

Avaliador: Bento de Barros e João da Costa

Local: Banda do além do rio, casas de Francisco Barreto

Declarante: a viúva Maria Jorge e seu pai Gonçalo Madeira

 

TESTAMENTO – 6-3-1607

(com muitas lacunas, faltando linhas, palavras e letras)

 - Faz o testamento no porto de Prapetangi por estar saindo em viagem para descer gentio.

- Encomenda ofícios e missas.

- Entre falhas, entende-se que deixa a terça à filha e à criança de que sua mulher fica pejada.

- Não se lê a quem deixa por testamenteiro.

- Deixa esmolas pias.

 

Curador dos órfãos e procurador da viúva: Gonçalo Madeira

 

Peças escravas: 2 biopebas e um negro da Guiné, casado com índia forra

Peças forras: 12, sendo “três moças carijós das novas que agora trouxeram”.

 

Seguem as avaliações

 

Pero Madeira e Baltazar Rodrigues prestam juramento para declararem o que trouxeram do sertão e que pertence ao inventário.

 

Curador à lide: Diogo Moreira

 

Segue leilão dos bens

 

Termo:

Apareceu Antonio Camacho representando Felipa Dias cobrando 4$000 que Francisco Barreto lhe devia.

 

Seguem as partilhas

 

2-3-1608 – Juiz Alonso Peres Calhamares faz Antonio Rodrigues curador à lide das duas órfãs.

 

Mesma data, segue outro leilão, onde Leonel Furtado compra uma espada, João Pereira compra o negro da Guiné e um menino, Antonio Alves comprou gado vacum fiado por Martim Rodrigues, Bartolomeu Bueno comprou uma coura, Martim Rodrigues umas cadeiras e uma caixa, etc.

 

Seguem termos de dívidas e quitações.

 

17-1-1609 – acerto de contas entre Roque Barreto, irmão do defunto e Gonçalo Madeira, sogro do dito, relativas armas e ferramentas dadas por Roque ao irmão.

 

9-5-1609 -  quitação que Gonçalo Madeira dá a Antonio Alves, filho do defunto Antonio Alves, do pagamento do gado.

 

20-6-1611 – Novo curador das órfãs: Álvaro Barreto, avô delas, fiado por Jorge Neto Falcão, tendo Gonçalo Madeira prestado as contas.

 

 

Ainda em 162? Gonçalo Madeira é chamado a prestar contas.