PROJETO COMPARTILHAR

Coordenação: Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira

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Os irmãos Furtado

LUIZ e LEONEL

 

 

Fabricio Gerin

 

Simão Furtado e Catarina Luiz tiveram pelo menos dois flhos que vieram para o Brasil no final do século XVI:

Luiz Furtado - Cap. 1º

Leonel(Daniel) Furtado - Cap. 2

 

Cap. 1º - Luiz Furtado

(atualizado em 09-novembro-2014)

 

Luiz Furtado recebeu sesmaria nas cabeceiras de Francisco de Siqueira. Casou duas vezes. Primeira vez casou com a viuva Felipa Vicente do Prado, filha de João do Prado, falecido no setão e inventariado em 1597 (SAESP vol. 1º neste site) e de Felipa Vicente inventariada em 1627 (SAESP vol. 7º, neste site).

Sesmarias vol. 01, 137) Luiz Furtado e seu genro Francisco Rodrigues e Miguel de Almeida - nas cabeceiras de Francisco de Siqueira, pelo caminho de Nossa Senhora de Conceição. Dadas por Álvaro Luiz do Valle.

 

            Felipa Vicente do Prado foi casada primeira vez com Antonio Pereira inventariado em 1604 (SAESP vol.1º). Felipa testou em 08-11-1615 e foi inventariada no mesmo ano (SAESP vol. 3, neste site). Declarou quatro filhos do segundo casamento e filho único do primeiro.

I- Paulo Pereira de Avelar, filho de Felipa e Antonio Pereira, com 14 anos em 1615. Testou em 05-02-1647 e foi inventariado no mesmo ano (SAESP vol. 44º), casado com Ana de Chaves, inventariada em 11-9-1655 (SAESP vol. 44º) filha de Antonio Louenço procurador de seus netos:

I-1 Antonio com 14 anos em 1647. Em 1655 estava casado com Maria Cardosa.

I-2 Amador Pereira, 12 anos em 1647 e 20 em 1655.

I-3 Paulo Pereira, 9 anos em 1647 e 17 em 1655.

I-4 Marina, 9 anos em 1647 e 16 em 1655.

I-5 João Pereira, 7 anos em 1647 e 15 em 1655.

 

Luiz Furtado casou segunda vez com Cosma Mendes. Luiz testou em 01-03-1636 (SAESP vol. 10º). Alem da geração legítima, declarou o filho bastardo:

1-1b Manoel, “cuja mãe era do gentio da terra e solteira, ao qual deixava algum dinheiro e uma roupa de pano verde usada”. Manoel já era falecido em 1637: “1637: Leonel Furtado declara que o menino Manoel tinha morrido e o juiz decide que as esmolas deixadas por Luiz Furtado deveriam ir para a mãe do menino ou irmãos por parte de mãe”.

 

 

Luiz e Felipa tiveram quatro filhos, idades em 1615:

1-1 Antonia com 9 anos. Antonia Furtado casada com Francisco Rodrigues, sapateiro, filho de Afonso Pires Rodriges e Ana Afonso, já falecidos em 1658 (de genere do neto Antonio).

          Francisco foi inventariado em 03-08-1652 (SAESP vol. 42º). Alem da geração legitima compareceu a filha natural:

In Maria Rodrigues casou com Luiz Dias, filho de Gonçalo Ribeiro, falecido no sertão e inventariado em 1642. Geração em subsidios SAESP vol.13, neste site. Em 1644 Maria já estava casada com Domingos Fernandes

          Antonia foi inventariada em Taubaté-SP em 11-10-1672 com testamento de 07-08-1669 e codicilo de 30-07-1672.

(pesq. Fabricio Gerin) Arquivo Felix Guisard - Taubate, SP

Inventariada: Antonia Furtado, casada com Francisco Rodrigues, falecido –

inventariante: Domingos Rodrigues do Prado, filho – l

Local: vila de São Francisco das Chagas de Taubaté –

testamento: 07/08/1669 – codicilo: 30/07/1672 – inventário: 11/10/1672 título dos filhos:

Catarina Rodrigues, casada com Manoel Cardoso;

Isabel Rodrigues, casada com Gaspar Vaz Cardoso;

Catarina do Prado, casada com João Pinheiro;

Antonia Furtado, casada com Belchior da Cunha;

Luzia Rodrigues, casada com Francisco Borges Rodrigues;

Bernarda Rodrigues, casada que foi com Luís Coelho, falecida;

Francisco Rodrigues, casado com Maria da Cunha, falecido;

Domingos Rodrigues do Prado, casado com Violante de Siqueira;

Miguel Rodrigues do Prado, solteiro;

Padre Antonio Rodrigues do Prado, falecido –

no testamento: Domingos Rodrigues, Lourenço, Antônio e o Padre Antônio Rodrigues e Miguel Rodrigues, Catarina Rodrigues, Isabel Rodrigues, Catarina do Prado, Antonia Furtada, Luzia Rodrigues, Bernarda Rodrigues, dos quais filhos machos morreram de menor idade: Lourenço e Antônio ainda em vida de seu pai.

Antonia Furtada e Francisco Rodrigues tiveram os filhos, situação em 03-08-1652:

- Lourenco e Antonio faleceram de menor idade, ainda em vida do pai.

1-1-1 Francisco Rodrigues, com 22 anos pouco mais ou menos. Francisco Rodrigues do Prado faleceu com testamento que recebeu o cumpra-se em 12-11-1667 e foi inventariado na vila de S. Paulo em 01-04-1668. Era casado com a viúva Maria da Cunha com quem teve três filhos:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Inventariado Francisco Rodrigues do Prado

Autos aos 01-04-1668 nesta vila de S. Paulo em casas do Revdo Padre Antonio Rodrigues do Prado

Inventariado Francisco Rodrigues do Prado

Inventariante a viuva Maria da Cunha. Assina a seu rogo Francisco da Cunha

 

Titulo dos Filhos:

Antonio, 4

Maria, 3

Alexandre, 2 anos.

 

Testamento ano de 1667 eu Francisco Rodrigues (...)

Testamenteiros Domingos Lopes e Antonio Lopes de Medeiros.

Fui casado com Maria da Cunha e tive os filhos seguintes: Antonio = Alexandre = e Maria.

(aa) Francisco Rodrigues do Prado

Cumpra-se 12-11-1667

          Maria da Cunha testou em 04-11-1687 e foi inventariada em 21-01-1689. Declarou o segundo casamento com Francisco Rodrigues e o primeiro com Francisco de Siqueira com geração do filho único:

I- Francisco de Siqueira, filho de Fulano de Siqueira e Maria da Cunha. Já falecido em 1689, herdaram seus orfãos.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Acostado inventario de Maria da Cunha

Autos aos 21-01-1689 nesta vila de S. Paulo nas casas de Manoel ----------- de Brito.

Inventariante Antonio Rodrigues, filho da defunta.

Titulo dos Herdeiros

- os orfãos de Francisco de Siqueira

- Maria Cardosa cc Antonio Pimentel

- Antonio Rodrigues

- Alexandre Rodrigues de 22 anos

 

Testamento

Aos 04-11-1687 no termo desta vila de S. Paulo chamado ---urubu.

Declaro que fui c1c ------------ de Siqueira - um filho por nome Francisco. C2c Francisco Rodrigues [---------]

Paguei a meu filho Francisco de Siqueira (...) da sua legitima.

Devo a meu filho Antonio e a seu irmão Alexandre a legitima de seu pai.

1-1-1-1 Antonio, de 4 anos em 1668. Antonio Rodrigues, testamenteiro materno. Antonio Rodrigues do Prado testou 19-09-1694 e foi inventariado no mesmo ano (SAESP vol. 23). Era casado com Catarina Vieira de quem teve três filhos: Francisco com 4 anos, José com dois anos, e Timoteo com sete meses.

1-1-1-2 Maria de 3 anos. Maria Cardosa em 1689 estava casada com Antonio Pimentel. Citada na GP (SL. 5, 148, 3-3 e SL. 8, 24, 3-5) como Maria Rodrigues.

         Antonio Pimentel e Maria Rodrigues do Prado tiveram, q.d.:

1-1-1-2-1 Manoel Alvares Pimentel em janeiro de 1711 em Itu-SP casou com Maria de Godoy, filha de Baltazar de Godoy Mendonça e Francisca Cordeira de Paiva. Citados em SL. 8, 24, 4.1 e com geração em SL. 6, 26, 2-6

Itu-SP Igreja N Sra da Candelaria na era de 1711 anos Manoel Alvres Pimentel, filho de Antonio Pimentel e s/m Maria Roiz se recebeu com Maria de Godoy, filha de Baltazar de Godoy Mendonça e de s/m Francisca Cordeira de Paiva aos -- de janeiro da sobredita era.

1-1-1-2-2 Sebastiana Pimentel em 28-11-1726 em Itu casou com José de Arruda, filho de Sebastião de Arruda e Izabel de Quadros. Citados em SL. 4, 126, 1-4.

Itu-SP Igreja N Sra da Candelaria na era de 1726 Joseph de Arruda, filho de Sebastião de Arruda e s/m Izabel de Quadros se recebeo com Sebastiana Pimentel filha de Antonio Pimentel, ja defunto e de s/m Maria Rodrigues do Prado. Test.: Francisco de Arruda, Antonio Correa, Catharina Pais; aos 28 de novembro era ut supra.

1-1-1-3 Alexandre de 2 anos. Alexandre Rodrigues de 22 anos em 1689. Curador de seus sobrinhos, filhos de Antonio.

1-1-2 Catarina Rodrigues casada com Manoel Cardoso, filho de Antonio Lourenço e Izabel Cardoso, família “Gaspar Vaz Guedes”.

          Catarina faleceu com testamento e foi inventariada em 09-12-1674 e Manoel em 1675 (inventario danificado).

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Manoel Cardoso

Autos [danificado] aos 5 de --- de 1675.

 

Apenso Inventario de Catarina Rodrigues

Autos aos 09-12-1674 nesta vila de S. Paulo em casas de morada de Manoel Cardoso.

Declarante o viuvo Manoel Cardoso.

Titulo dos Filhos:

Maria Cardosa cc Francisco Pinheiro

Francisco Cardoso, 25 anos

Izabel de 19

Domingos de 17

Catarina de 15

Antonio de 12

Mariana de 11

Joao de 10.

 

Testamento: eu Catarina Rodrigues (...) testamenteiro  meu marido Manoel Cardoso. Minha terça as minhas filhas solteiras. Declaro que sou casada com Manoel Cardoso do qual tivemos oito filhos, quatro machos e quatro femeas: Francisco = Domingos = Antonio = João = Izabel = Catarina = Mariana = e Maria Cardosa cc Francisco Pinheiro.

Juqueri 01 de agosto de 1674.

 

Quinhões de: Izabel Cardosa = orfã Catarina Rodrigues = orfã Mariana Cardosa = herdeiro  ---- Cardoso = orfão Domingos Luiz Cardoso = dos dois orfãos menores -

 

Termo de Requerimento dos Curadores 18-04-1675 os dois curadores a saber Francisco Cardoso e Francisco Pinheiro.

Catarina declarou oito flhos de seu casal. Instituiu herdeiras da terça as filhas solteiras, situação em 09-12-1674:

1-1-2-1 Maria Vaz Cardosa casada com Francisco Pinheiro Gordi. Geração na família “os irmãos Pinheiro”.

1-1-2-2 Francisco Cardoso com 25 anos. Na Parnaiba em 1677 casou com Maria de Campos, filha do Cap. Felipe de Campos e de Margarida Bicudo. Geração em S.L. 1º, 97, 2-2.

ASBRAP 2, Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Francisco Cardoso, f. de Manoel Cardoso e de Catharina Rodrigues, ambos fal. (São Paulo), com Maria de Campos, f. do Cap. Felipe de Campos e de Margarida Bicudo (ano de 1677)

1-1-2-3 Izabel Cardosa com 19 anos em 1674, casou duas vezes. Primeira vez com Manoel de Amaral, filho de Luiz de Amaral e Maria de Saavedra. Manoel testou em 24-04-1683 e foi inventariado em 01-10-1683. Declarou três filhos legitimos e uma natural tutlados pelo avô paterno.

In- Lourença, fillha natural, herdeira da terça paterna.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Manoel de Amaral 1683

Aos 01-10-1683 nesta vila de S. Paulo em casas de morada de Francisco Pinheiro.

Declarante a viuva Izabel Cardosa. Assina a seu rogo Francisco Pinheiro (aa Francisco Pinheiro Gordi)

Testamento aos 24-04-1683 (...) testamenteiros meu pai Luiz de Amaral e m/mulher Izabel Cardosa. Sou natural desta vila de S. Paulo, f.l. Luiz de Amaral e Maria de Saavedra. Sou cc Izabel Cardosa e temos tres filhos: Jose = João = e Manoel = Tenho uma filha natural, que a houve em solteiro, a qual peço a meu pai, por servico de Deus, a recolha.

O restante de minha terça deixo a minha filha natural Lourença.

 

Titulo dos Herdeiros:

Jose de 8 anos = João de 6 = Manoel de 2 anos.

e Lourença filha natural.

 

Tutor e curador de seus netos orfãos, Luiz de Amaral.

Aos 14-06-1711 (...) assinam os herdeiros deste inventario: Jose de Amaral Cardoso = e como procurador de meu irmão João de Amaral Cardoso = Manoel de Amaral Cardoso.

1-1-2-3-1 José de 8 anos em 1683. José de Amaral Cardoso ou José Nogueira Cardoso aos 30-05-1695 casou com Ana de Goes (ou Ribeira) de Siqueira, filha de João de Siqueira Caldeira e Maria Ribeira.

Nazaré Paulista, SP igreja N. Sra de Nazaré aos 30-05-1695 Joseph Nogueira Cardoso f.l. Manoel do Amaral e Izabel Cardosa= cc Ana de Goes de Siqueira f.l. João de Siqueira Caldeira e Maria Ribeira todos moradores desta.

Geração de doze filhos em SL. 1, 104, 3-1, entre eles:

1-1-2-3-1-1 Antonia de Siqueira Ribeiro, batizada em 21-09-1714. Em 03-06-1744 requereu dispensa para se casar com José Rodrigues Preto, viúvo de Antonia de Paiva Cordeiro falecida em 21-12-1742, e filho dos falecidos Manoel Dias Rodrigues e Ana de Louvera da Costa. SL. 8, 280, 2-1 onde não consta José no rol de seus irmãos.

(pesq. Fabricio Gerin) ACMSP 4-24-144 José Rodrigues Preto e Antonia de Siqueira Ribeiro (Jundiaí)

Processo Matrimonial:

Justificantes: José Preto Rodrigues e Antonia de Siqueira Ribeiro.

Data: 03/06/1744

José Rodrigues Preto, viúvo que ficou de Antonia de Paiva Cordeiro, f.l. de Manoel Dias Rodrigues e Ana de Louvera da Costa, já defuntos, moradores em N. S. do Desterro de Jundiaí, e Antonia Ribeiro de Siqueira, f.l. de José Nogueira Cardoso e Ana Ribeiro de Siqueira, já defunta, moradores em N. S. de Nazaré.

Certidão: 21/12/1742 faleceu Antonia de Paiva, mulher de José Preto Rodrigues e está sepultada na igreja matriz de Jundiaí.

Certidão: 21/09/1714 batizada Antonia, f. de José Nogueira Cardoso e Ana Maria de Siqueira (N. S. de Nazaré).

1-1-2-3-1-2 Ana, batizada em 22-08-1720.

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré aos 22-08-1720 bat Ana, f.l. Jose Nogueira Cardoso e Ana Ribeira de Siqueira, padr.: Estanislao de Toledo e Catarina de Meira

1-1-2-3-2 João de 6. João de Amaral Cardoso em Nazare aos 22-02-1706 casou com Joana de Siqueira, filha de João de Siqueira Caldeira, já citado.

Nazaré Paulista, SP igreja N. Sra de Nazaré aos 22-02-1706 João Cardoso f.l Manoel do Amaral e Izabel Cardosa = cc Joana de Siqueira f. de João de Siqueira Caldeira.

1-1-2-3-3 Manoel de 2 anos. Manoel de Amaral Cardoso.

1-1-2-3 Izabel Cardosa segunda vez casou com Manoel Preto de Oliveira, falecido em 12-01-1695.

Nazaré Paulista, SP Igreja N. Sra de Nazaré aos 12-01-1695 faleceu Manoel Alves Preto de Oliveira. Deixou por testamenteiros sua mulher Izabel Cardosa e Jose Nogueira.

         Izabel e Manoel de Oliveira tiveram, q.d.:

1-1-2-3-4 Manoel Preto de Oliveira aos 02-07-1715, dispensados do parentesco de consanguinidade em 4º grau, casou com Escolástica Correa de Oliveira, filha de Francisco Correa e Luiza de Orens, neta materna de Messia Ribeira de Siqaueira, por esta bisneta de Francisco de Siqueira SL. 8, 232, 4-9.

RMJ - vol 6 - 1713-1715 - ACMSP V 6- Est 4 Gav 1

Manoel Preto de Oliveira e Escholastica Correa de Oliveira - 05-10-1714, entrada no RJ - 04-07-1714 em SP

Parentes em 4o gau de consanguinidade simples em linha lateral

Antonio de Siqra e Frco de Siqra foram irmãos.

De Antonio procedeo Mel Bicudo de Siqra e deste Manoel Preto de Oliveira pai do orador.

De Francisco de Siqra procedeo Messia Ribra de Siqra e desta nasceo Luiza de Orens mãe da oradora Escolastica Correa de Oliveira.

Test e.o.: Domingos da Sa Santa Maria, casado, 53 anos parente da oradora em 4o grau de afinidade

 

Nazaré Paulista, SP igreja N. Sra de Nazaré aos 02-07-1715 Manoel Preto Cardoso f.l. Manoel Preto e Izabel Cardosa= cc Escolastica Correa f. Francisco Correa e Luiza de Orens

          Escolástica faleceu em 07-07-1715.

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré aos 07-07-1715 fal. Escolastica Correa, testamenteiros a seu marido Manoel Preto e a Jose do Amaral Cardoso

          Manoel casou segunda vez com Rosa Pinto Barbosa, filha de João Pinto Guedes e de Catarina Barbosa de Lima. Geração na família “Pinto Guedes” Cap.3º.

 

1-1-2-3-5 Salvador, batizado em Nazare Paulista aos 25-07-1692.

Nazaré Paulista, SP igreja N. Sra de Nazaré aos 25-07-1692 bat Salvador, f.l. Manoel Preto de Oliveira e Izabel Cardosa, padr.: Antonio Forão e Ana Maria de Camargo.

1-1-2-4 Domingos com 17.

1-1-2-5 Catarina com 15. Catarina Rodrigues casou com Gaspar Alvares, filho de Manoel Alvares de Souza e Maria Carneiro. Gaspar faleceu com apontamentos de 13-04-1680 e foi inventariado em 24-04-1683. Declarou uma filha legitima e um filho natural:

In- Damião, com 7 anos em 1683, curatelado por Pantaleão de Souza, cunhado de Gaspar.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Gaspar Alvares 1683

Autos aos 24-04-1683 nesta vila de S. Paulo em casas de morada de Ignez dos -----------------

Declarante: Catarina Rodrigues, viuva do defunto. Assino por minha sobrinha Catarina Rodrigues, Gaspar Vaz Cardoso

 

Titulo dos Herdeiros:

Maria, de 5 anos

Damiao, filho natural de 7 anos.

 

Apontamento aos 13-04-1680 eu Gaspar Alvares sou casado com Catarina Rodrigues, filha que foi de Manoel Cardoso e Catarina Rodrigues, defuntos. Eu filho de Manoel Alvares de Souza, defunto e Maria Carneiro. Tenho uma filha a qual eh minha herdeira. Tenho um filho natural e peco a minha mulher que o leve para sua casa.

(no texto) meu primo Francisco Rodrigues, meu cunhado Pantaleao de Souza.

Curadoria feita a Pantaleao de Souza ao filho natural do defunto. 01-10-1683

         Segunda vez aos 13-09-1688, Catarina Rodrigues casou com João de Siqueira Caldeira, filho de Antonio de Siqueira Caldeira e Ana de Goes, família “Domingos de Goes”.

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré aos 13-09-1688 João de Siqueira Caldeira f.l. Antonio de Siqueira Caldeira e Ana de Goes = cc Catarina Rodrigues, f.l. Manoel Cardoso e Catarina Rodrigues todos naturais e moradores desta.

1-1-2-5-1 Maria, com 5 anos em 1683, filha de Catarina e Gaspar Alvares. Maria de Souza aos 21-02-1688 casou com João da Cunha, filho de Batista Maciel e Ana da Cunha - familia “Batista Maciel”.

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré aos 21-02-1688 João da Cunha, f.l. Batista Maciel e Ana da Cunha = cc Maria de Souza f.l. Gaspar Alvres e Catarina Rodrigues, todos naturais de S. Paulo e moradores desta freguesia.

1-1-2-6 Antonio com 12

1-1-2-7 Mariana com 11 anos em 1674. Mariana Cardoso, na Parnaiba em 1677 casou com Francisco de Campos, filho de Felipe de Campos, inventariado em 25-05-1682 (SAESP vol.21) e Margarida Bicudo.

ASBRAP 2 - fls. 101 a 121 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz. Francisco de Campos, filho de Felipe de Campos e Margarida Bicudo, com Mariana Cardoso, filha de Manoel Cardoso e Catarina Rodrigues, ambos falecidos (ano de 1677)

1-1-2-8 João com 10 anos em 1674, ultimo filho de Catarina Rodrigues e Manoel Cardoso.

 

1-1-3 Domingos Rodrigues, 19 anos em 1652, filho de Francisco Rodrigues e Antonia Furtado. Domingos Rodrigues do Prado, foi casado com Violante de Siqueira Gil. Entre os filhos do casal:

1-1-3-5 Cap. João Rodrigues do Prado, natural de Taubaté-SP, faleceu com testamento ditado em 03-02-1758 em Madre de Deus do Rio Grande comarca de S. João del Rei e aberto em 25 de abril do mesmo ano. Foi inventariado pela viúva Mariana Buena de Araujo in Aportes à GP: “João Rodrigues do Prado e Mariana Buena de Araújo”, SL III, 318, 3-5 e 213, 4-7.

1-1-4 Izabel Rodrigues, casada com Gaspar Vaz Cardoso, filho de Antonio Lourenço e Izabel Cardoso. Geração na família “Gaspar Vaz Guedes”.

1-1-5 Luzia Rodrigues, de 15 anos. Casou com Francisco Borges Rodrigues.

1-1-6 Antonia Rodrigues (ou Furtado), de 15 anos. Em 26-08-1653 Belchior da Cunha recebeu parte da legitima.

1-1-7 Antonio Rodrigues do Prado, com 13 anos em 1652. Em 1658 ordenou-se. Em 1672 já era falecido.

(pesq. Fabricio Gerin) ACMSP, Processo de genere et moribus ano 1658

Antonio Rodrigues do Prado, ordenado in minoribus, natural desta vila de São Paulo, filho de Francisco Rodrigues, já defunto, e Antonia Furtado, moradores que foram nela; n.p. de Afonso Pires Rodrigues e Ana Afonso, já defuntos; n.m. de Luís Furtado e Felipa Vicente, também defuntos

1-1-8 Miguel, 9 anos em 1652. Miguel Rodrigues do Prado era solteiro em 1672.

1-1-9 Bernardina Rodrigues, de idade de 10 anos. Bernarda Rodrigues do Prado casou com Luiz Coelho.

1-1-10 Catarina do Prado em 1672 estava casada com João Pinheiro Borregão com geração na família “Pinheiro, os irmãos Francisco e João” Cap. 2º.

1-2 Simão com 8 em 1615. Não comparece, nem é representado, em 1636.

1-3 Luiza com 5. Luiza Furtado solteira em 1636.

1-4 Izabel de ano e meio em 1615. Izabel Furtado, natural de São Paulo casou com Matias Cardoso de Almeida, natural da ilha Terceira, inventariado em 04-04-1657 (naturalidades no testamento do filho Salvador). Compareceram cinco filhos:

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Mathias Cardoso - 1657

Autos aos 04-04-1657 nesta vilas de S. Paulo em pousadas de Manoel Cardoso, declarante a viuva Izabel Furtada.

Titulo dos Filhos:

Barbara Cardosa, casada

Matias, de 20 anos

Salvador Cardoso, de 16 anos

Manoel, de 8

Catarina de 12.

1-4-1 Bárbara Cardosa, legatária do avô materno. Em 1657 estava casada com Domingos Lopes de Lima, filho de Francisco Pereira de Lemos e Maria de Lima, falecida antes de 1668, moradores que foram na vila de Santos.

          O testamento de Domingos recebeu o cumpra-se em 15-11-1667. Declarou um filho adulterino, quatro legitimos e a viúva prenha. Foi inventariado em 26-03-1668:

I-ad(ulterino) Francisco, criado em casa de Messia Rodrigues.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Domingos Lopes Lima 1668

Autos 26-03-1668 vila S. Paulo em casas de morada onde vivia a viuva Barbara Cardosa. Assinou a seu rogo Gaspar da Cunha.

Titulo dos Filhos: João = Manoel = Sebastião = Matias = um filho adulterino por nome Francisco = e a dita viuva esta prenha.

 

Titulo dos Filhos:

João de 11

Manoel 9

Sebastião 7

Matias 5

a viuva ficou prenha

 

Testamento: ano de 1667 eu Domingos Lopes (...) testamenteiros meu cunhado Salvador Cardoso e minha mulher Barbara Cardosa.

Fui casado com Barbara Cardosa e tivemos os filhos João = Manoel = Sebastião = Matias = e minha mulher prenha.

Declaro que está em casa de Messia Rodrigues, dona [----] um menino o qual é nomeado por meu filho e eu por [-------------] como é adulterino não é meu herdeiro.

(no texto) meu cunhado Matias Cardoso. Pedi a Antonio Lopes Cardoso por mim fizesse e assinasse.

Cumpra-se 15-11-1667

 

Diz Salvador Cardoso, morador na vila de S. Paulo, testamenteiro do defunto Domingos Lopes Lima, que ele para poder dar a inventario os bens do dito defunto [-----------] ir a vila de Santos liquidar contas com varias pessoas e mandar fazer inventario por morte da defunta Maria de Lima, mãe do dito defunto. Justificar como o dito defunto nomeia possuir cinco pecas escravas que foram da defunta sua mãe, uma que pagou a seu pai Francisco Pereira e uma que comprou de sua irmã, e duas que lhe ficou por conta de herança.

 

Aos 16-01-1668 nesta vila de Santos eu escrivão (...) fiz diligencia com Francisco Pereira de Lemos, aqui morador, por si e por sua filha Lourença de Lima, dona viuva, como seu procurador. (aa) Francisco Pereira de Lemos - Lourença de Lima

 

Aos 09-01-1669 nesta vila de S. Paulo apareceu João Pinheiro a quem o dito Juiz deu a ganhos por seu pedimento por tempo de um ano a razão de 8% de 32$000 rs, para o que obrigou sua pessoa e bens moveis e de raiz havidos e por haver dos quais fez hipoteca de uma morada de casas que tem nesta vila [----] do Prado que com ele parte e da outra banda com Francisco Pinheiro seu irmão. Apresentou por seu fiador ao dito seu irmão Francisco Pinheiro. (aa) Francisco Pinheiro e João Pinheiro.

 

Termo de dinheiro a ganhos - aos 08-12-1674 nesta vila de S. Paulo apareceu Pedro de Matos (...) assino a rogo de meu pai Pedro de Matos = Pedro de Matos.

 

Aos 14-06-1685 recebi de meu irmão Juiz de Orfãos 100$740 rs a conta do que ei de dar a meu genro João de Godoi Moreira.

3$420 rs cobrei para fazer os gastos de meu filho o Padre Frei Matias do Espirito Santo, que lhe toca de legitima do principal e ganhos 60$320 rs.

Fica de resto em meu poder para meu filho Sebastião Lopes. 37$000 rs

De como recebi a dita quantia, peço a meu filho, o Padre Manoel Cardoso Lima, passasse por mim e assinasse. E o dito meu irmão assinara.

Assino como testemunha o Padre Manoel Cardoso de Lima.

Assino por minha irmã Salvador Cardoso de Almeida.

 

Recibos das Legitimas:

14-10-1685 João de Godoy Moreira, da legitima da mulher Maria de Lima.

22-10-1685 Sebastião Lopes de Lima

28-12-1685 (....) digo eu Padre Frei Antonio de S. Bento, Dom Abade deste Mosteiro da Vila de S. Paulo (...) falta da legitima do irmão Frei Matias a importancia de 14$800 rs. A viuva a Sra Barbara Cardosa, mãe e curadora do dito irmão Frei Matias do Espirito Santo.

10-04-1689 João Lopes, recebi de minha mãe Barbara Cardosa do resto (...) meu irmão Sebastião Lopes

 

1-4-1-1 João de 11 anos em 1668. João Lopes

1-4-1-2 Manoel 9 anos em 1668. Padre Manoel Cardoso Lima faleceu em Nazaré Paulita em 26-06-1735 aos 75 anos, com testamento.

Faleceu aos 26/06/1735 em Nazaré Paulista, com testamento (Padre Manoel Cardoso de Lima, Sacerdote do Hábito de São Pedro, de 75 anos – sepultado na Capela do Senhor Bom Jesus – fez testamento – testamenteiros: Domingos Lopes de Camargo e o Capitão Domingos Gonçalves da Cunha – deixou 4 mil réis à mulher que ficou do defunto Antonio Varojo, e 20 mil réis às duas filhas menores de José Nogueira Cardoso).

1-4-1-3 Sebastião, batizado na Sé de São Paulo em 05-06-1661, com 7 anos em 1668. Sebastião Lopes de Lima, em Nazaré-SP aos 01-02-1693, casou com Maria Ribeira, filha de Pascoal Delgado e Mariana de Camargo.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 05-06-1661 bat a Sebastião, f.l. D.os Lopes e Barbara Cardosa, padr.: João Pinheiro e Catarina do Prado.

 

Nazaré Paulista, SP igreja n. Sra de Nazaré aos 01-02-1693 Sebastião Lopes de Lima f. Domingos Lopes de Lima e Barbara Cardosa = cc Maria Ribeira f. Pascoal Delgado e Mariana(sic) de Camargo.

1-4-1-4 Matias 5. Padre Frei Matias do Espirito Santo.

1-4-1-5 Maria de Lima, póstuma. Em 1685 estava casada com João de Godoy Moreira, filho de Balthazar de Godoy Moreira e Maria Jorge, de quem foi a primeira mulher. Geração na família “Godoys” Cap. 2º neste site.

1-4-2 Matias, de 20 anos em 1657, filho de Matias Cardoso e Izabel Furtada. Ten. General Matias Cardoso citado no testamento do irmão Salvador.

1-4-3 Salvador Cardoso de Almeida, de 16 anos. Salvador faleceu com testamento de junho de 1685 com cumpra-se de fevereiro de 1690. Foi casado com Ana Maria da Silveira, sua testamenteira.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Salvador Cardoso de Almeida 1685

Testamento Junho de 1685 eu Salvador Cardoso de Almeida (...) testamenteiros minha mulher D. Ana Maria da Silveira e meu compadre Diogo Gonçalves Moreira. Sou natural desta vila de S. Paulo, f. de Matias Cardoso da ilha Terceira e de Izabel Furtada desta vila de S. Paulo, ambos ja defuntos.

Sou cc D. Ana Maria da Silveira e temos os filhos: Jose de 12 anos = Domingos de 10 p/ 11 anos = Izabel de 8 p/9 = Maria de 7 p/.8 = Matias de 5 p/6 anos = Antonio de 3 anos = Ana Maria de 2 p/ 3 anos = Mariana de 10 meses.

(...) meu irmão o Ten. General Matias Cardoso.

Cumpra-se fevereiro de 1690.

 

Antonio Raposo da Silveira assina como procurador de sua irmã D. Ana Maria da Silveira.

Termo de Curadoria: em 01-04-1693 ao Sarg. Mor Manoel Bueno da Fonseca.

Matias Cardoso e Antonio Cardoso, filhos que foram de Salvador Cardoso, pedem 40$000 rs ....

Diz Salvador Cardoso de Almeida, filho de Salvador Cardoso de Almeida e Ana Maria da Silveira, requer a legitima.

 

Salvador e Ana Maria tiveram os filhos descritos no testamento de junho de 1685:

SL. 3, 336, 2-2 Salvador Cardoso de Almeida, f.º do § 3.º, casou-se com Anna Maria da Silveira (...). Faleceu Salvador Cardoso em 1690, com testamento escrito em 1685, e teve os 10 f.ºs seguintes(1):

(1) Pedro Taques só menciona 9 f.os porque eram os existentes ao tempo do testamento em 1685; nós acrescentamos a f.a n.º 3-10 Ana Cardoso que nasceu depois de feito o testamento e aparece no inventario em 1690 (C. O. de S. Paulo.)

 

1-4-3-1 José de 12 anos.

1-4-3-2 Domingos de 10 p/ 11 anos.

1-4-3-3 Izabel de 8 p/9

1-4-3-4 Maria de 7 p/.8

1-4-3-5 Matias de 5 p/6 anos. Matias Cardoso

1-4-3-6 Antonio de 3 anos. Antonio Cardoso

1-4-3-7 Ana Maria de 2 p/ 3 anos. Ana Maria Cardosa depois de casada com Baltazar da Veiga descobriram e requereram a dispensa do impedimento de consaguinidade no 4º grau, pois Baltazar era filho de Baltazar da Veiga, o velho, neto paterno de Maria da Cunha filha de Catarina do Prado. Catarina era irmã de Felipa Vicente mãe de Izabel Furtada avó paterna de Ana Maria Cardosa - família “Domingos de Góes”.

São Paulo-SP ACMSP - Arquidiocese de S.Paulo - Dispensas matrimoniais

Balthazar da Veiga e Ana Maria Cardosa - 1705

Aos 15-04-1705 nesta vila de S. Paulo

Oradores Balthazar da Veiga e Ana Maria Cardosa - que se receberam in facie eclesia ha [danificado] pouco mais ou menos, em boa fé (...) depois de consumado o matrimonio souberam que estão impedidos no 4º grau de consanguinidade como se vê na discrição seguinte:

[danificado] do Prado e Phelipa Vicente foram irmãs.

De [---] do Prado nasceu Maria da Cunha, desta nasceu [anificado] da Vega o Velho do qual procedeo ele orador Baltazar da Vega.

Testemunhas:

1- João do Prado da Cunha, morador e natural desta vila, homem lavrador, viuvo, de idade 49 anos, parente no 3º e 4º grau dos oradores. Disse que sabia os oradores serem parentes no 4º grau por consanguinidade e sabia estarem casados ha um ano in facie eclesia.

Caterina do Prado e Phelipa Vicente foram irmãs. De Catarina do Prado nasceu Maria da Cunha, desta nasceu Baltazar da Vega - o velho, e deste nasceu o contraente.

De Phelipa Vicente nasceu Izabel Furtada, desta Salvador Cardoso e deste procedeu a oradora Ana Maria Cardosa.

2ª- Thomas Gago, natural e morador desta vila, homem casado, lavrador, de idade de quarenta -----, parente no 3º e 4º grau de consanguinidade. (aa Thomas Gago Raposo)

3ª Estevão Raposo, morador e natural desta vila, solteiro, de idade de trinta anos

4ª Cap. Antonio do Prado, morador e natural desta vila, homem caado, lavrador, de idade de 53 anos, parente dos oradores no 3º e 4º grau. (aa Antonio do Prado da Cunha).

 

1-4-3-8 Mariana de 10 meses.

1-4-3-9 Salvador Cardoso de Almeida não é citado no testamento de 1685, porem requer a legitima: “Diz Salvador Cardoso de Almeida, filho de Salvador Cardoso de Almeida e Ana Maria da Silveira, requer a legitima”.

1-4-3-10 (Segundo SL. 3. 346, 3-10) Ana Cardoso de Almeida casou com Manoel Ferreira e foram moradores em Congonhas, Minas Gerais, onde nasceram os seguintes f.os q. d.: (4-1 a 4-3)

1-4-3-10-1 Josefa Cardoso de Almeida, natural de Congonhas, casou com o capitão Antonio Leite de Barros filho de Manoel Vieira Barros e de Izabel Pedroso. Segundo SL. 8, 204, 3-3 tiveram cinco filhos, entre eles:

1-4-3-10-1-1 Izabel Pedrosa Leite, em Mogi das Cruzes aos 08-01-1761, casou com Manoel Ferraz de Araujo, filho de Antonio Ferraz de Araujo e Leonor de Siqueira e Moraes, neto paterno de Miguel de Faria e Veronica Dias Leite, neto materno de Manoel Preto Rodrigues e Francisca de Siqueira e Moraes

Casamentos - Paroquia de Sant'Ana de Mogi ds Cruzes-SP, aos 08-01-1761 Manoel Ferraz de Araujo, f.l. Antonio Ferraz de Araujo e Leonor de Siqueira e Moraes, np de Miguel de Faria e Veronica Dias Leite, nm Manoel Preto Rodrigues e Francisca de Siqueira e Moraes = cc Izabel Pedrosa Leite, f.l. Antonio Leite de Barros e Josefa Cardosa de Almeida, np Manoel Vieira de Barros e Izabel Poderosa, nm Manoel Ferreira e Ana Cardosa de Almeida.

1-4-3-10-1-4 Vicente Ferreira Leite, natural de Curral del Rei-MG. Em Guarulhos-SP aos 30-09-1766 casou com Joana Munhoz de Pontes batizada em Mogi das Cruzes aos 14-08-1733, filha de Fernando Munhoz e Izabel de Pontes - família “Nunes de Pontes” Cap. 1º § 3º.

1-4-3-10-2 Maria Cardoso da Silveira casou primeiro em 1739 em S. Paulo com Agostinho Duarte do Rego, natural de Portugal, filho de Manoel Francisco e de Ana Duarte; teve do 1.º marido sete filhos, entre eles:

1-4-3-10-2-6 Inacio Duarte Rego em Itu aos 17-08-1776 casou com Maria Novaes, dai natural, filha de Francisco Moraes de Magalhães natural de Portugal e Maria Francisca Vieira natural de Itu, neta patrna de João Novaes e Izabel de Magalhães, naturais da fregusia de Santa Maria de Ribeiro comarca de Guimarães Arc. Braga, neta materna de João da Costa Aranha, natural do lugar de S. João da Foz Bispado do Porto e de Maria Francisca Vieira natural de Itu.

Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos 17-08-1776 neta matrtiz sem se descobrir impdimento algum em presença das testemunhas Cap.Francisco Xavier de Azevedo e Francisco Duarte, ambos casados desta freguesia; se receberam Ignacio Duarte Rego, natural/batizado/morador em São Paulo, f.l. de Agostinho Duarte do Rego e Maria Cardosa da Silveira naturais de S. Paulo = cc Maria Novaes, n/b/moradora desta vila, f.l. de Francisco Moraes de Magalhães natural de Portugal e Maria Francisca Vieira natural dessa vila. O contraente neto paterno e materno de pessoas cujo nome se não lembra. A contraente neta paterna de João Novaes e Izabel de Magalhães, naturais aquele do lugar de Berrance(?) freguesia de Santa Maria de Ribeiro(?) comarca de Guimarães Arc. de Braga, e esta natural da freguesia de Sange--- do lugar de Limas da dita comarca e arcebispado; e neta materna de João da Costa Aranha, natural do lugar de S. João da Foz Bispado do Porto e de Maria Francisca Vieira natural desta vila.

1-4-3-10-2-7 Joaquim Duarte do Rego, no mesmo dia que seu irmão Inacio supra citado, casou com Izabel de Magalhães, irmã inteira de Maria Novaes supra citada.

Itu, SP Igreja N Sra da Candelaria aos 17-08-1776 nesta matriz sem se descobrir impedimento algum em presença das testemunhas Francisco Novaes de Magalhães e Francisco Duarte, ambos casados desta freguesia; se receberam Joaquim Duarte do Rego, natural/batizado/moador em São Paulo, f.l. de Agostinho Duarte do Rego e Maria Cardosa da Silveira naturais de S. Paulo = cc Izabel de Magalhães, n/b/moradora desta vila, f.l. de f.l. de Francisco Moraes de Magalhães natural de Portugal e Maria Francisca Vieira natural desga vila. O contraente neto paterno e materno de pessoas cujo nome se não lembra. A contraente neta paterna de João Novaes e Izabel de Magalhães, naturais aquele do lugar de Berrance(?) freguesia de Santa Maria de Ribeiro(?) comarca de Guimarães Arc. de Braga, e esta natural da freguesia de Sange--- do lugar de Limas da dita comarca e arcebispado; e neta materna de Joãoda Costa Aranha, natural do lugar de S. João da Foz Bispado do Porto e de Maria Francisca Vieira natural desta vila.

 

1-4-4 Catarina de 12 anos, filha de Matias Cardoso e Isabel Furtado. Catarina do Prado casou com Manoel Francisco, filho de Salvador Francisco e Ana Pires. Foram, a chamado do Mestre de Campo Matias Cardoso, para o sertão da Bahia em companhia de três filhos, entre eles:

1-4-4-1 Domingos do Prado de Oliveira com 30 anos em 1715, solteiro, habilitou-se a Familiar do Santo Oficio:

(pesq. Fabricio Gerin) Diligência de habilitação de Domingos do Prado de Oliveira: Tribunal do Santo Oficio, Conselho Geral, Habilitações, Domingos, mç. 22, doc. 435

[Informações de limpeza de sangue e geração de Domingos do Prado de Oliveira, que vive de suas fazendas, natural da vila de São Paulo, bispado do Rio de Janeiro, e morador no arraial do sertão da Bahia – Domingos do Prado e Oliveira, morador no sertão do Rio de São Francisco, fez há muitos anos petição petição para familiar do Santo Ofício – Domingos do Prado de Oliveira, que vive de sua fazenda, que consta de terras e gados, solteiro, de 30 anos (29/01/1715) –

Diz Domingos do Prado de Oliveira, solteiro, morador no sertão da Bahia, onde chamam o Arraial, que ele tem grande desejo e devoção de servir a Deus Nosso Senhor na ocupação de Familiar do Santo Ofício por entender ter os requisitos necessários – é o pretendente natural e morador no sertão da Bahia onde chamam o Arraial, f.l. de Manoel Francisco e Catarina do Prado, ambos moradores e naturais do dito Arraial, n.p. de Salvador Francisco e Ana Pires, naturais da vila de São Paulo, n.m. de Matias Cardoso de Almeida, natural da ilha Terceira, e Isabel Furtado, natural de São Paulo –

Domingos do Prado de Oliveira, solteiro, que poderá ter 30 anos, o qual é natural da vila de São Paulo e de lá veio menino com dois irmãos em companhia de seus pais Manoel Francisco e Catarina do Prado, que também é fama pública são naturais da vila de São Paulo, porquanto o mestre-de-campo dos paulistas Matias Cardoso, irmão inteiro de Catarina do Prado, mãe do habilitando, depois de estar situado e morador no dito Arraial, tendo com o seu poder e indústria extinto o gentio que infestava aquelas terras, e a não deixava povoar, tornou a vila de São Paulo, e de lá trouxe no ano de 88 a dita sua irmã, casada com Manoel Francisco, e já tinham três filhos, um dos quais é o dito Domingos do Prado, que hoje é o mais velho por falecer o primeiro, e lhe deu terras e gados no mesmo sítio do Arraial, onde ainda hoje vivem e estão com muitos grandes cabedais – a dita Catarina do Prado, mãe do habilitando, pelos seus cabedais e pela sua muita caridade, socorre e agasalha, acudindo com todo o necessário aos passageiros, a todos que são das Ilhas os trata por seus paisanos, dizendo que seu pai fora natural da Ilha Terceira – o dito Domingos do Prado de Oliveira sabe ler e escreve, e o mestre-de-campo seu tio por seu falecimento o deixou por seu testamenteiro –

Nesta freguesia do Arcanjo São Miguel do lugar das Lajes desta Ilha Terceira fiz diligência pela naturalidade de Matias Cardoso de Almeida, avô pela parte materna de Domingos do Prado de Oliveira, e não houve nas pessoas mais antigas desta freguesia quem desse notícia alguma de Matias Cardoso de Almeida, nem se lembram de que se houvesse embarcado para fora desta Ilha (25/07/1709) –

Inquirição na vila de São Paulo (14/06/1715):

1ª Capitão-mor Pedro Taques de Almeida, natural desta cidade de São Paulo e nela dos homens da governança, 76 anos: conhece desde menino da escola ao dito Domingos do Prado de Oliveira, de presente sabia que morava nos Currais da Bahia, ou Arraiais do Sertão da dita Bahia, conhecia Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera a Salvador Francisco e Ana Pires, conhecera a Matias Cardoso de Almeida, do qual tem espécies vivas de ser tido e havido por natural da Ilha Terceira, não conhecera Isabel Furtado, por notícias sabe que o dito Matias Cardoso fora casado com a família dos Furtados, moradores na dita cidade de São Paulo, e da freguesia de Santo Amaro;

2ª Capitão João de Toledo Castelhanos, natural e morador desta cidade de São Paulo, 73 anos;

3ª Capitão Pedro Pourat Penedo, natural das Canárias da Ilha de Tenerife, morador há 50 anos nesta cidade de São Paulo, 66 anos: conhecera a Domingos do Prado de Oliveira sendo menino e de linda feição e ruivo, conhecera Manoel Francisco e Catarina do Prado, que foram seus vizinhos na sua fazenda, conhecera Salvador Francisco e Ana Pires, não conhecera Matias Cardoso de Almeida, e se dizia ser natural da Ilha Terceira, conhecera a uma seu filho que também chamado Matias Cardoso de Almeida, conhecera a Isabel Furtada e lhe conhecera um sacerdote sobrinho por nome Padre Antonio Rodrigues, vigário que foi na Matriz da vila de Mogi;

4ª Gonçalo Simões Chassim, natural da vila nova de Portimão no Reino do Algarve, cidadão desta cidade de São Paulo, 93 anos: conhecera em menino Domingos do Prado de Oliveira, conhecera a Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera a Salvador Francisco e Ana Pires, não conhecera de vista mas tinha notícia e ouvira nomear a Matias Cardoso de Almeida, comumente chamado o Ilhéu, por ser dizer que era filho da Ilha Terceira, não conhecera a Isabel Furtada, porém tem notícia que o dito Matias Cardoso fora casado com a família dos Furtados;

5ª Capitão Estevão da Cunha, natural e morador desta cidade de São Paulo e nela dos homens da governança, 75 anos: não conhecera Domingos do Prado de Oliveira, conheceu Manoel Francisco, e sabia que era casado com uma irmã do Capitão Matias Cardoso de Almeida, filho de outro Matias Cardoso, o Ilhéu, cujo nome não sabe, conheceu Salvador Francisco e Ana Pires, não conhecera Matias Cardoso de Almeida nem Isabel Furtada, mas tratou muitas vezes a um seu filho do mesmo nome Matias Cardoso de Almeida, e que com ele fizera viagem;

6ª Reverendo Padre Domingos da Silva Bueno, Clérigo do Hábito de São Pedro e mestre-de-campo que foi sendo secular, 56 anos: conhecera menino ao habilitando, conhecera Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera Salvador Francisco e Ana Pires, não conhecera Matias Cardoso de Almeida, o Ilhéu, conhecera seu filho também chamado Matias Cardoso de Almeida, mestre-de-campo da conquista da Bahia ou Rio de São Francisco, conhecera Isabel Furtada; tinhar razão de parentesco de 4º grau com Ana Pires, avó do dito habilitando;

7ª Capitão Salvador de Oliveira, natural e morador desta cidade de São Paulo, homem republicano, 57 anos: não conhecia Domingos do Prado de Oliveira, conhecia Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera Salvador Francisco e Ana Pires, não conheceu Matias Cardoso de Almeida, o Ilhéu, conhecera dois filhos seus, um do mesmo nome e cognome, e tinha notícia de Isabel Furtada, não alcançou Matias Cardoso de Almeida, o Ilhéu, porém seus filhos o mestre-de-campo Matias Cardoso de Almeida e Salvador Cardoso;

8ª Reverendo Padre Frei Jorge Moreira da Encarnação, religioso sacerdote de Nossa Senhora do Monte do Carmo, 51 anos: conhecera Domingos do Prado de Oliveira, conhecera Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera Salvador Francisco e não Ana Pires, por ser mulher, não conhecera Matias Cardoso de Almeida nem Isabel Furtada, conheceu o mestre-de-campo Matias Cardoso de Almeida e seu irmão o juiz de órfãos Salvador Cardoso, filhos de Matias Cardoso de Almeida, o Ilhéu, e Isabel Furtada;

9ª Reverendo Padre Frei Gaspar de Godói do Espírito Santo, religioso sacerdote de Nossa Senhora do Monte do Carmo, natural desta cidade de São Paulo, 53 anos: não conheceu Domingos do Prado de Oliveira, conheceu Manoel Francisco e tem notícia de Catarina do Prado, conhecera Salvador Francisco, não conhecera Ana Pires, não conhecera Matias Cardoso de Almeida, que se diz foi natural da Ilha Terceira, nem Isabel Furtada, mas que conhece a família dos Furtados, como também conheceu o mestre-de-campo Matias Cardoso de Almeida e seu irmão o juiz de órfãos Salvador Cardoso, filhos do sobredito Matias Cardoso de Almeida, o Ilhéu;

10ª Inocêncio Preto Moreira, natural e morador desta cidade de São Paulo, e nela dos homens da governança, 64 anos: conheceu em menino a Domingos do Prado de Oliveira, conhecera Manoel Francisco e Catarina do Prado, conhecera Salvador Francisco e Ana Pires, tem notícia de Matias Cardoso de Almeida, que se diz foi natural da Ilha Terceira, e de Isabel Furtada, disse que só tem com Ana Pires razão de parentesco no 4º grau;

11ª Capitão-mor José de Góes e Moraes, fidalgo da Casa de Sua Majestade, 40 anos: conheceu Domingos do Prado de Oliveira, conheceu Manoel Francisco e Catarina do Prado, conheceu Salvador Francisco, não conhecia a Ana Pires, não conhecera Matias Cardoso de Almeida nem Isabel Furtada;

12ª José Álvares Fidalgo, natural da vila de Freixo de Espada a Cinta, 40 anos: conhece Domingos do Prado de Oliveira, conhecera Manoel Francisco e Catarina do Prado, disse que Domingos do Prado de Oliveira era solteiro, e que sabe que tinha dois filhos fora do matrimônio, havidos de uma cabocla ou carijó, que é o gentio do mestiço da terra.

Inquirição de testemunhas na capela de Nossa Senhora do Bomsucesso do Arraial, Rio de São Francisco (31/12/1716):

1ª Alberto Freire Farto, casado, natural da vila de São Paulo, 50 anos;

2ª Reverendo Manoel de Castro e Moraes, Sacerdote do Hábito de São Pedro, de 66 anos, natural da cidade do Porto: corria voz e fama que de uma crioula, índia da terra, tivera duas filhas;

3ª Coronel Manoel de Mendonça Lima, natural da cidade da Bahia, solteiro, de 41 anos;

4ª Ajudante José de Araújo Ferraz, 34 anos, natural do termo de Barcelos;

5ª Antonio Álvares Correia, natural da vila de São Paulo, 32 anos;

6ª Cosme Dias, casado, natural de Pernambuco, 40 anos –

Inquirição de testemunhas em São Miguel da Ilha Terceira (20/05/1715):

1ª Manoel Fernandes da Areia, morador nesta freguesia de São Miguel o Anjo, 73 anos;

2ª Baltazar da Costa Velho, 88 anos;

3ª Capitão Luís Machado de Mendonça, 74 anos;

4ª Antonio Vaz, 73 anos: conheceu e teve notícia de um Matias Cardoso, natural e morador nesta freguesia de São Miguel o Anjo, o qual se embarcara para as partes do Brasil;

5ª João Teixeira, 79 anos: conhecera um Matias Cardoso, o qual se fora desta freguesia para a Cidade, e dela se embarcara para as partes do Brasil;

6ª Francisco da Costa, 86 anos;

(06/05/1717):

1ª Capitão Luís Machado de Mendonça, 85 anos;

2ª Manoel Fernandes de Areia, 74 anos;

3ª Baltazar da Costa Velho, 89 anos;

4ª João Teixeira, 80 anos;

5ª Francisco da Costa, 87 anos].

 

1-4-5 Manoel, batizado na Sé de São Paulo em 15-01-1648, filho de Mathias Cardoso de Almeida e Isabel Furtado. Com 8 anos em 1657.

Batizado aos 15/01/1648 na Sé de São Paulo (Manoel, f. de Matias Cardoso e Isabel Furtado – padrinhos: Antonio de Freitas e Antonia Furtado).

 

Luiz Furtado e Cosma Mendes tiveram dois filhos, tutelados pelo tio Leonel Furtado:

1-5 Luiz Furtado com 17 anos em 1636. Falecido no sertão: “Janeiro de 1638, Cosma Mendes pede os bens de seu filho Luiz Furtado que foi morto no sertão.”

 

1-6 Pedro Furtado, com 16 anos.

 

 

 

Cap. 2º - Leonel Furtado

(atualizado em 08-janeiro-2017)

 

 

Leonel Furtado, filho de Simão Furtado e Catarina, casou com Gracia Mendes filha de André Mendes e Izabel Affonso (citados com o rol de seus filhos em subsidios SAESP vol. 9º inventário de Izabel Mendes). Em 1638 Leonel pede chãos, vizinhos de sua sogra:

Datas: 104. Leonel Furtado- 3/4/1638- Pede chãos devolutos vizinhos de sua sogra Isabel Afonso até o Ribeiro em quadra.

Segundo SL. 8º, 445 foram doze os filhos do casal. Entre eles:

 

2-2 Cap. Francisco Furtado testou em 01-12-1689, declarou doze filhos de seu matrimônio com Izabel Ribeiro: oito machos, sendo dois falecidos sem herdeiros e quatro femeas, uma falecida solteira. Declarou tambem um filho natural e uma neta bastarda. Seu testamento recebeu o cumpra-se em 12-05-1691 e foi inventariado por Izabel em 07 de junho do mesmo ano.

S-L. 8, 446 Cap. 2. Capitão Francisco Furtado, casou em 1639 em S. Paulo com Izabel Ribeiro, f.ª de Domigos da Silva e de Maria Ribeiro. V. 5.º pág. 398. Faleceu Francisco Furtado em 1689 e teve (C.O.S.Paulo); 1-1 a 1-11

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Francisco Furtado 1691

Autos aos 07-06-1691 nesta vila de S. Paulo em casas e morada do dito defunto.

Declarante Izabel ----------------. Assina a seu rogo Diogo Alvares Pestana.

Testamento: aos 01-12-1689 eu Francisco Furtado (...) sou natural desta terra, filho de Daniel Furtado e Gracia Mendes, sou casado com Izabel Ribeira de que tenho filhos e filhas a saber oito machos e quatro femeas: dos machos são só seis herdeiros que os dois morreram sem deixar herdeiros, das femeas são tres herdeiras e a outra morreu sendo filha familia.

Casou meu filho Andre Furtado. Casou meu filho Simão Furtado. Casou meu filho Antonio Furtado, ------------ ele ou seus herdeiros. Solteiros a saber: ----- Furtado = Miguel Furtado =

(...) ------ filho adulterino por nome -------------.

Casei minha filha Catarina Luiz com Francisco Alves, o qual é defunto e a tornei a casar com Manoel da Silva de Mendonça. Casei minha filha Simoa ----------- -------- -----------------. 

Sendo solteiro tive um filho em uma negra do gentio da terra o qual é -------------- e se chama Manoel Furtado.

Criei em minha casa uma bastarda por nome Ana, por me dizerem que era filha de um filho meu por nome João(sic) Furtado o qual é ja defunto e sua herdeira a casei.

Testamenteiros meu filho Simão Furtado e minha mulher Izabel Ribeira. 01-12-1689

Cumpra-se 12-05-1691.

 

Titulo dos Herdeiros:

o Cap. Andre Furtado

os herdeiros de Maria Ribeiro

Catarina Luiz cc Manoel da Silva

Simoa Ribeira cc Gaspar João do Passo.

Simão Furtado, casado.

os herdeiros de Antonio Furtado: Antonio de 6 anos, Ignez de 4, Francisco de 2 anos.

Miguel Furtado, casado.

João Furtado, de maior.

Francisco Furtado, casado.

- herdeiros natu-------   -- [danificado]

 

Certidão: citei a viuva e os herdeiros a saber: Cap. Andre Furtado = Simão Furtado = Miguel Furtado = João Furtado = Francisco Furtado = João de Figueiros = e tres filhas, uma casada e duas solteiras = João de Mendonça = Gaspar João e sua mulher = a mulher de Manoel da Silva - o Revdo Padre João de Pontes curador dos orfaos = Antonio Furtado = o filho natural Manoel Furtado = João Ribeiro e Inacio (aa Inacio de Barros). João Ribeiro diz que nao é herdeiro por nao estar no testamento.

 

Quinhões (danificado) - Francisco Furtado = João Furtado = Manoel Furtado = Inacio de Barros .

 

2-2-1n Manoel Furtado, filho natural de Francisco Furtado e de uma india da terra.

2-2-2n Inácio de Barros, recebeu seu quinhão.

2-2-3n João Ribeiro, não quiz herdar por não ter sido citado no testamento.

2-2-4n João Furtado, já falecido em1689, teve a filha:

2-2-4n-1 Ana, casada pelo avô.

 

Foram filhos de Francisco Furtado e Izabel Ribeiro:

2-2-1 João Furtado casou em 02-10-1695 em Santo Amaro com Maria Fernandes, filha dos falecidos Amaro Alves e e Paula Fernandes, família “Clemente Alvares” Cap.6º.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 02-10-1695; João Furtado- filho do Capitão Francisco Furtado, já defunto e Izabel Ribeira; cc. Maria Fernandes- filha de Amaro Álvares e Paula Frz', já falecidos. Pp Daniel Colona, Manoel Alves, Maria Luiz, Catarina Luiz;

2-2-2 Cap. André Furtado, estava casado em 1689. Testamenteiro da irmã Maria Ribeiro.

2-2-3 Antonio Furtado casado em vida do pai. Em 1684, dispensados do impedimento de consanguinidade em 3º grau mixto ao 4º, casou com Sebastiana de Pontes (ou Domingues), filha de Pedro Nunes de Pontes e de Ignez Domingues Ribeiro. Geração melhor descrita na família “Nunes de Pontes” Cap.1º § 12.

Banhos, Resumo dos processos de Casamentos do Bispado do Rio de Janeiro do século XVIII ao seculo XX. Rio de Janeiro, 1990. Dalmiro da Motta Buys de Barros. vol 1 a 3. ano 1684.

Antonio Furtado, filho de Francisco Furtado = com Sebastiana Domingues, padece há três anos do achaque de gota coral(sic). Filha de Inês Domingues.

Processo de São Paulo, parentes no 4º para o 3º grau de consanguinidade.

mameluca - mãe de Brás Mendes (irmão por parte paterna de Gracia Mendes), pai de Maria Mendes mãe de Inês Domingues mãe da oradora Sebastiana Domingues.

Izabel Afonso, mameluca mãe de Gracia Mendes (irmã por parte paterna de Bras Mendes) mãe de Francisco Furtado pai do orador Antonio Furtado.

Testemunhas:

1) Diogo Alvares Pestana, morador nesta vila de S. Paulo, de idade 50 anos. Diz que a petição está correta, que Brás Mendes é neto de uma mameluca; que a oradora é muito pobre e filha de Inês Mendes ao inves de Inês Domingues.

2) Felipe Martins, morador na dita vila de S. Paulo, de idade 36 anos. O mesmo depoimento.

3) Pascoal Gonçalves, morador na ditas vila de S. Paulo, de idade 56 anos. O mesmo depoimento.

 

Antonio foi representado no inventário paterno pelos três filhos de seu casal:

2-2-3-1 Antonio de 6 anos

2-2-3-2 Ignez de 4

2-2-3-3 Francisco de 2 anos

2-2-4 Maria Ribeiro casou com João de Figueiró, natural de Portugal, filho de Manoel de tal e Luiza de Figueiró. Maria faleceu com testamento de 13-11-1688, com cumpra-se em 09-04-1689 e foi inventariada aos 26 de dezembro do mesmo ano em S. Paulo.

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Maria Ribeiro 1689

 

Autos aos 26-12-1690 por ser passado o dia de natal, nesta vila de S. Paulo.

Declarante João de Figueiro

Titulo dos Filhos:

Juliana, 17 anos

Maria, 15

Izabel 12

Catarina 4 anos.

Mateus 10 anos

Joao 4 anos

Simão de 2 anos

 

Aos 13-11-1688 eu Maria Ribeira (...) testamenteiros meu marido e meu irmão Andre Futado.

Sou natural de S. Paulo, casada com João de Figueiro de quem tive sete filhos: Juliana = Maria = Izabel = Catarina = Mateus = João e Simão.

Cumpra-se 09-04-1689

 

          Em 1697 na Parnaiba, João casou com Joana de Lima, filha dos falecidos João Machado e Maria Leme.

ASBRAP 2 - fls. 101 a 121 - Livro 1 de casamentos de Santana de Parnaíba, coligidos por Silva Leme. Rodnei Brunete da Cruz.

João de Figueiró (de Portugal), f. de Manoel G... e de Luisa de Figueiró, com Joana de Lima, fa. de João Machado e de Maria Leme, ambos fal. (ano de 1697).

 

Maria declarou sete filhos de seu casal:

2-2-4-1 Juliana, 17 anos em 1689. Em Santo Amaro aos 21-05-1690, Juliana de Figueiró casou com João de Mendonça, filho de outro natural da ilha da Madeira e Catarina Ribeiro, neto paterno de Antonio de Gouvea de Mendonça e de Catarina Rodrigues, neto materno de Antonio Luiz do Passo, natural de Itanhaem-SP e Clara Ribeiro (ou Domingues). Geração na família ‘Amaro Domingues”.

(RMJ) Casamentos de Sto Amaro-SP aos 21-05-1690 João de Mendonça Cc. Juliana de Figueiro Pp Simão Furtado, Miguel Furtado, Izabel Peres.

2-2-4-2 Maria, 15 anos. Maria de Figueiró teve, pelo menos, a filha:

2-2-4-2-1 Izabel de Siqueira casou com Isidoro da Costa. Pais de, pelo menos:

2-2-4-2-1-1 João Manoel Damasceno casou prmeira vez com Izabel dos Santos, falecida em Santo Amaro aos 27-04-1774; com geração em SL. 8, 455, 4-2.

- 27/04/1774 (Santo Amaro): fal. Isabel dos Santos, natural desta freguesia, de 50 anos, casada com João Manoel Damasceno, seu corpo foi conduzido no esquife da Irmandade, e sepultado como irmã na Igreja Matriz de Santo Amaro, não fez testamento.

          Em 31-05-1775,dispensados nos impedimentos de cognação espiritual e de consanguinidade no 4º grau, João casou com Filipa de Camargo, filha de Francisco Ferreira de Borba e Escolastica Bueno de Camargo e viúva de Manoel de Souza da Fonseca; família “Pinto Guedes” Cap. 2º, § 5º.

2-2-4-3 Izabel 12 anos

2-2-4-4 Catarina 4 anos.

2-2-4-5 Mateus 10 anos em 1689. Mateus de Figueiró da Silva casou com Mariana de Camargo Guedes, filha de Francisco Pinto Guedes e Mariana de Camargo. Geração na família “Pinto Guede” Cap. 2º § 5º.

2-2-4-6 João 4 anos em 1689. João de Figueiro da Silva casou três vezes. Primeira vez casou com Mécia de Moraes de Camargo, filha de Francisco Pinto Guedes e Mariana de Camargo.Mécia faleceu em 1724 com testamento e foi inventariada em em 20-09-1730. Declarou dois filhos do seu casal. Geração na família “Pinto Guedes” Cap.2º, § 6º.

         Em Sorocaba aos 17-08-1751, viúvo de Maria de Oliveira, João casou com a viúva Isabel Soares Paes, filha do Paulo de Saavedra e Maria Paes Domingues.

Sorocaba, SP Igeja N Sra da Ponte aos 17-08-1751 nesta matriz de N. Sra da Ponte de Sorocaba Joam de Figueiró, natural da cidade de S. Paulo, f.l. de Joam Figueiró e s/m Maria Ribeira, ja defuntos, e viuvo de Maria de Oliveira = cc Isabel Soares Pais, natural e moradora desta vila de Sorocaba, f.l. de Paulo de Sayavedra e de s/m Maria Paes Domingues, viuva que ficou de Antonio Lourenço de Moura. O Contraente morador de S. Paulo, foram tetemunhas o Tenente Coronel Bernardo Antunes d Muora, casado e o Capitão Ignacio Vieira, casado, Maria de Almeida, casada e Margarida de Oliveira, viuva, esta moradora de S. Paulo e os mais nesta vila de Sorocaba.

         Isabel Soares Paes casou primeira vez com José Machado. Segunda vez aos 29-10-1725 em Sorocaba casou com Antonio Lourenço de Moura, filho do Cap. Diniz Dias Ribeiro e da falecida Maria da Lux.

Sorocaba, SP Igeja N Sra da Ponte aos 29 de 8bro de 1725 Antonio Lourenço de Moura, f.l. do Cap. Diniz Dias Ribeiro e Maria da Lux, ja defunta = cc Izabel Soares Paes, f.l. de Paulo Moreira, ja defunto e de Maria Pae. A contraente viuva que ficou de Joseph Machado, defunto, todo moradores nesta vila. TT. oSarg. Mor P.e Domingues, João de Souza Pereira, Maria Antunes, Seraphina Bicuda.

João de Figueiró faleceu em 16-05-1763 na Sé de São Paulo, com testamento e foi inventariado no mesmo ano.

São Paulo, SP aos 16-05-1763 fal. João de Figueiró da Silva, nat. desta cidade, f. de João de Figueiró da Silva e Maria Ribeira, casado terceira vez com Isabel Soares Paes, de 80 ou 90 anos – faleceu com testamento – é sua última vontade que fique forra a mulata Maria, por ser sua filha natural, a qual ordena se dê tudo que restar da sua terça – testamenteiros: Jerônimo de Castro Guimarães, José do ... Rosa e seu filho Luís de Figueiró da Silva).

 

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin

João de Figueiros da Silva 1763

Autos: 14/07/1763, neste sítio do defunto, neste bairro dos Pinheiros, freguesia e termo desta cidade de São Paulo, em cujo vive e mora a inventariante viúva cabeça de casal meeira, Isabel Soares da Conceição – declarante: a dita dona viúva – declarou que o dito seu marido falecera aos 15/05/1763, com seu solene testamento, e que fora casado duas vezes antes de ser com ela – com ela inventariante não tivera filho algum – assina a seu rogo seu enteado Luís da Silva Figueiros.

Título dos herdeiros do 1º matrimônio:

1 Fernando de Figueiros, já falecido, que foi casado com Isabel de Moraes, de que ficaram os seguintes filhos, que são:

- Angela Maria de Camargo, casada com Antonio Cardoso da Silva;

- Mécia, de 21 anos;

- José de Figueiro, de 19 anos;

- Ana, de 15 anos;

- Maria, de 13 anos;

- Rita, de 11 anos;

- Vicente, de 10 anos;

- Anastácio, de 8 anos;

- Fernando, de 6 anos;

- Antonio, de 4 anos.

2 Mônica de Moraes, casada com Miguel Soares.

 

Segundo matrimônio:

- José de Figueiros, de 30 anos;

- Luís da Silva Figueiros, de 28 anos, casado;

- Justa Maria de Figueiros, de 14 anos.

Termo de tutela e curadoria: a Luís da Silva Figueiros, herdeiro já de maior, casado e emancipado.

 

Treslado do testamento: 13/05/1763, eu João de Figueiro da Silva – testamenteiros: o Sr. Jerônimo de Castro Guimarães, o Sr. José dos Santos Rosa, e meu filho Luís de Figueiro da Silva – meu corpo será sepultado na capela dos terceiros do meu Seráfico Padre São Francisco, como terceiro que sou – declaro que sou natural da cidade de São Paulo, f.l. de João de Figueiro da Silva e Maria Ribeiro, já defuntos – fui casado 1ª vez com Mécia de Moraes de Camargo, do qual matrimônio tive um casal de filhos, Fernando de Figueiro e Mônica de Moraes – casei 2ª vez com Maria de Oliveira da Rosa, de cujo matrimônio tivemos 3 filhos, José, Luís e Justa – casei-me 3ª vez com Isabel Soares Paes – possuo um sítio no bairro dos Pinheiros – declaro que é minha vontade que fique forra a mulata Maria, por ser minha filha natural – cumpra-se: São Paulo, 16/05/1763.

Diz Miguel Soares, morador na freguesia da Cotia, onde se acha casado com Mônica de Moraes, f.l. do defunto João de Figueiro da Silva, da 1ª mulher que teve Mécia de Moraes – não quer nada da dita herança.

Diz Manoel de Sampaio que por ordem de José dos Santos Rosa assistiu com os lutos da órfã Justa Maria – conta: 03/06/1763.

 

Sem geração do terceiro matrimônio, teve dois filhos do primeiro descritos na família “Pinto Guedes” Cap. 2º § 6, três filhos do segundo, e a filha ilegitima:

2-2-4-6-1n Maria, mulata. Alforreada pelo pai em testamento e herdeira do remanescente da terça.

João de Figueiró e sua segunda mulher Maria de Oliveira da Rosa tiveram três filhos:

2-2-4-6-1 José de Figueiros, de 30 anos em 1763

2-2-4-6-2 Luís da Silva Figueiros (ou Luís de Figueiró da Silva), de 28 anos, casado, 3º testamenteiro paterno.

2-2-4-6-3 Justa Maria de Figueiros, de 14 anos.

 

2-2-4-7 Simão de 2 anos

2-2-5 Catarina Luiz batizada em 17-11-1652. Casou primeira vez com Francisco Alves. Em 1689 estava casada com Manoel da Silva de Mendonça.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 17-11-1652 bat a Catarina, f.l. Francisco Furtado e Izabel Ribeira, padr.: o Juiz(?) Domingos Barbosa Calheiros e Catarina Luiz

2-2-6 Simão Furtado batizado em 03-11-1654. Estava casado em 1689.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 03-11-1654 bat a Simão, f.l. Francisco Furtado e Izabel Ribeira, padr.: ---- Barbosa

2-2-7 Simôa Ribeiro, em Santo Amaro aos 20-02-1689 casou com Gaspar João do Passo, filho de João Luiz do Passo e Benta Garcia, neto materno de Miguel Garcia Carrasco e Izabel João, neto paterno de Antonio Luiz do Passo, natural de Itanhaem e inventariado com testamento em 14-08-1666 e Clara Domingues falecida com testamento de 25-02-1675 - família “Carrasco” neste site.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 20-02-1689; Gaspar João do Passo; cc. Simoa Ribeiro. Pp Francisco Nardi, Manoel Peres, D. Catarina de Souza e Clara Domingues;

          Simôa e Gaspar tiveram os filhos, q.d.:

2-2-7-1 Izabel João do Paço batizada em Santo Amaro em 08-05-1609, onde aos 15-02-1708 casou com Bernardo Mendes Raposo.

RMJ: Santo Amaro-SP: 08-05-1609 Izabel f. Gaspar João e Simoa Ribeira

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 15-02-1708; Bernardo Mendes Raposo; cc. Izabel João do Paço. Pp João Ferreira de Carvalho, Salvador Furtado, Benta Garcia, Domingos Vicente;

2-2-7-2 Benta Ribeiro batizada em 02-10-1697. Aos 12-11-1720, dispensados do impedimento de consanguinidade em 3º grau, casou com Braz Domingues, batizado em 19-02-1696, filho de Miguel Gonçalves e Clara Domingues

RMJ: Santo Amaro-SP: aos  02-10-1697 Benta, f. Gaspar João e Simoa Ribeiro

 

RMJ Dispensa Matrimonial- - ACMSP

Braz Domingues e Benta Ribeira

26-08-1720 RJ - 26-06-1720 SP

João Luiz do Paço e Anna Luiz foram irmãos

De João Luiz do Paço procedeo Luiz do Paço e deste Benta Ribeira a oradora.

De Anna Luiz nasceu Clara Domingues e desta o orador Bento Domingues

A oradora está infamada pelo orador

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 12-11-1720; Braz Domingues- naturais e moradores desta Freguesia, dispensados de impedimento de consaguinidade de 3º grau. Filho de Miguel Gonçalves e Clara Domingues; cc. Benta Ribeiro - filha de Gaspar João do Paço e Simoa Ribeiro. T: Francisco Machado, Manoel Alvares de Siqueira, Izabel Ribeira e Maria Gonçalves;

 

RMJ: Santo Amaro-SP:  19-02-1696 Braz, f. Miguel Gonçalves e Clara Domingues

 

Pais de, pelo menos:

2-2-7-2-1 Santiago Domingues aos 29-08-1769 casou com Maria de Jesus, filha de João Paes Colona e Ana Gonçalves, neta paterna de Daniel Colona e Maria Paes, neta materna de Manoel Gonçalves Malio e Suzana Rodrigues de Arzão - família “Daniel Colona”, neste site.

2-2-7-3 Josefa Ribeiro (ou Fernandes) batizada em outubro de 1698. Aos 01-07-1722 casou com José Pires Monteiro, filho de outro e Maria Luiz da Silva.

RMJ: Santo Amaro-SP: ??-10-1698 bat a Josefa, f. Gaspar João e Simoa Rodrigues.

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 01-07-1722; José Pires Monteiro; cc. Josefa Ribeiro, digo Fernandes. T: Miguel Ribeiro, Francisco Dias, Maria Pais, Maria Ribeira

Ente os filhos do casal, citados em SL. 8, 31, 3-2:

2-2-7-3-4 Antonio Pires Monteiro aos 21-05-1765 em Guarulhos-SP casou com Ana Maria Franca, filha de Lourenço Franco e Francisca Machada, neta paterna de Inocencio Preto e Joana Franca, neta materna de Francisco Machado e Domingas Cardoso.

Guarulhos, SP Igreja N. Sra da Conceição aos 21-05-1765 Antonio Pires Monteiro, f.l. Jose Pires Monteiro e Josefa Ribeira, natural de S. Paulo, np Jose Pires Monteiro e s/m Maria Luiz da Silva naturais de S. Paulo, da materna não há noticia = cc Ana Maria Franca. f.l. Lourenço Franco e Francisca Machada n. de S. Paulo, np Inocencio Preto e s/m Joana Franca naturais de S. Paulo, nm Francisco Machado e Domingas Cardosa naturais de S. Paulo

2-2-7-4 Maria Ribeiro do Passo, batizada em setembro de 1700. Aos 29-10-1720 casou com Antonio Blanco Raposo, filho de Cristovão Raposo e Tereza Blanca. Geração na família “Nunes de Pontes” Cap. 1º § º 1º.

RMJ: Santo Amaro-SP: aos ??-09-1700 Maria, f. Gaspar João e Simoa Ribeira

2-2-7-5 Antonia Ribeiro do Passo aos 13-12-1718, por procuração enviada a seu irmão Francisco João, casou com Lucas Fernandes Bicudo, natural e morador em Mogi Guaçu-SP.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 13-12-1718; Lucas Fernandes Bicudo-natural e morador da vila de Mogiguassu, "que a recebeu por mulher por procuração que mandou a Francisco João, irmão dela".; cc. Antonia Ribeiro do Passo - natural e moradora nesta freguesia. T: Salvador Furtado, Bernardo Mendes, Clara Domingues do Paço, Maria Pinta;

2-2-7-6 Francisco João, batizado em 20-10-1691. Em 1718 foi procurador do cunhado Lucas Fernandes Bicudo.

RMJ: Santo Amaro-SP: aos 20-10-1691 bat. Francisco, f. Gaspar João e Simoa Ribeira

 

2-2-8 Miguel Furtado solteiro em 1689 e já casado em 1691. Tronco da família “Miguel Ribeiro da Silva”, neste site.

 

2-3 Domingos Furtado, filho de Gracia Mendes e Leonel Furtado, casou com Maria Ribeiro, filha de Antonio Rodrigues Baião e Izabel Ribeira família “Antonio Rodrigues Baião”.

          Domingos faleceu com testamento que recebeu o cumpra-se em 28-08-1649. Foi inventariado em 05-10-1649 em seu sitio e fazenda na paragem Iquabusu, termo da vila de S. Paulo (SAESP vol. 39º, neste site).

          Maria Ribeiro casou em segundas com Jerônimo Soares (Quaresma) e já era falecida em 4-10-1661 . Geração de ambos os matrimônios na família supra citada.

 

2-4 Capitão Roque Furtado Simões casou com Joana Barbosa, filha de Domingos Barbosa, inventariado em 07-04-1611 (SAESP vol.11) e Maria Rodrigues em 9-8-1648 (SAESP vol.37)

          Roque, com 61 anos em 02-12-1681, foi testemunha no processo de justificação de nobreza e pureza de sangue de Pedro Dias Paes Leme (SAESP vol.27).

2-7 Catarina Luiz casou com Miguel Fernandes Pinto (tambem Miguel Vaz Pinto), falecido em 1637 filho de Lucas Fernandes Pinto e Maria Nunes. Miguel testou em 23-8-1637 e foi inventariado em 8-10-1637 na vila de S. Paulo (inventário e testamento em SAESP vol. 10º, neste site). Declarou filiação, o casamento com Catarina Luiz, sem geração. Herdeiros os pais e da terça o irmão Custódio Nunes Pinto “para usar em coisas que lhe deixou determinadas para descargo de sua consciência”.

2-8 Maria Simoa, na Sé de São Paulo aos 13-05-1632, casou com Diogo Vaz Pinto irmão inteiro de Miguel Fernandes Pinto supra citado, filhos de Lucas Fernandes Pinto e Maria Nunes.

Casamentos na Sé de São Paulo aos 13/05/1632, - Diogo Vaz Pinto, filho de Lucas Fernandes Pinto e Maria Nunes, com Maria Simoa, filha de Leonel Furtado e Grácia Mendes (pesq. Fabricio Gerin).

          Diogo e Maria foram inventariados em São Paulo aos 10-03-1686. Compareceram ou foram representados oito filhos.

- Ana, batizada na Sé em 11-11-1655, não foi mencionada.

Batizada aos 11/11/1655 na Sé de São Paulo (Ana, f. de Diogo Vaz e Maria Simoa – padrinhos: Roque Furtado ... e Isabel Ribeiro).

 

Departamento do Arquivo do Estado de São Paulo

Inventários e Testamentos não publicados

Pesq.: Fabricio Gerin/Bartyra Sette

Diogo Vaz e s/m Maria Simoa 1686

Autos aos 10-03-1686 nesta vila de S. Paulo em casas e moradas do dito defunto.

Declarante: Manoel Vaz, filho dos defuntos (aa Manoel Vaz Pinto)

 

Titulo dos Herdeiros:

Ricarda, orfã, filha do defunto João Vaz.

uma herdeira, filha de Maria Nunes cc Antonio Dias de Sampaio.

Gracia Vaz, viuva do defunto Antonio Goncalves.

Miguel Vaz, casado.

Manoel Vaz, casado.

Francisco Vaz, casado.

os herdeiros orfãos da defunta Izabel Vaz.

Sebastiana Vaz, mulher de Baltazar Goncalves.

 

Assinaturas:

Manoel Vaz Pinto

Baltazar Goncalves

Miguel Vaz Pinto

Francisco Vaz Pinto

 

- Domingos, batizado em 17-07-1649. Não é mencionado no inventário.

Batizado aos 17/07/1649 na Sé de São Paulo (Domingos, f. de ... e Maria Simões – padrinhos: Francisco Velho e Isabel ...).

2-8-1 Manoel Vaz Pinto inventariante dos pais. Faleceu aos 03-11-1693 em Santo Amaro-SP com apontamento feito em 12 de agosto do mesmo ano. Declarou dez filhos de seu matrimônio com Catarina de Candia.

Manoel Vaz Pinto. Natural de São Paulo. Faleceu aos 03/11/1693 em Santo Amaro, com um apontamento de 12/08/1693 (testamenteiros: a mulher, Catarina de Candia, e o filho, Antonio de Saavedra – declaro que sou filho de São Paulo, e nele natural e casado com Catarina de Candia – tivemos 10 filhos: Antonio Vaz; Inês Pedroso, casada, Maria Nunes; Ana Maria; Apolônia; Maria Ana; Teresa; José, Maria, Paulinha – cita o cunhado Paulo de Saavedra, o irmão Miguel Vaz Pinto, o tio Roque Furtado Simões, o cunhado Jorge Moreira, o cunhado Bartolomeu de Saavedra), e inventário aberto no mesmo ano? (provavelmente no ano seguinte).

 

24/09/1695 - Antonio Vaz de Saavedra, testamenteiro do defunto Manoel Vaz Pinto, apresenta o testamento.

 

(título dos filhos: Antonio Vaz, de 22 anos; Inês Pedroso, casada com Severino Barreiros; Maria, de 18 anos; Ana Maria, de 16 anos; Apolônia, de 15 anos; Mariana, de 12 anos; Teresa, de 10 anos; José, de 6 anos; Maria, de 5 anos; Paula, de 3 anos; Luzia, de 6 meses).

 

S Amaro, SP aos 03-11-1693 faleceu Manoel Vaz Pinto. Fez testamento e deixou por testamenteiros Antonio Vaz seu filho e Catherina de Candia sua mulher

 

2-8-1-1 Antonio Vaz de Saavedra, de 22 anos, testamenteiro paterno.

2-8-1-2 Inês Pedroso, casada aos 20-06-1693 com Severino Barreiros, de quem foi a primeira mulher.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 20-06-1693; Severino Barreiros; cc. Inês Pedroso. Pp Pedro Nunes, Miguel Vaz, Ana Maria Pedrosa, Hieronima Vaz;

Filhos de Severino Barreiros e Inês Pedroso:

2-8-1-2-1 Catarina Pedroso, batizada aos 19-06-1694 em Santo Amaro. Casada em primeiras nupcias aos 23-05-1719 com Francisco da Costa,

Catarina. Batizada aos 19/06/1694 em Santo Amaro (Catarina, f. de Severino Barreiros – padrinhos: Baltazar Gonçalves e Catarina de Candia).

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP 23-05-1719; Francisco Costa Colaço-  naturais e moradores desta; cc. Catarina Pedroso.T: Salvador Furtado, Belchior de Borba Paes, Catarina de Candia, Maria -------;

          Segunda vez aos 07-05-1738 Catarina casou com Martinho Pires, viuvo de Maria da Silva, filho dos falecidos João Rodrigues da Costa e Maria Cubas.

(Matriz de Santo Amaro/SP) Aos sette de mayo de mil e settecentos e trinta e oito de tarde feitas as denunciaçoens nesta Igreja onde os contrahentes são naturaes e moradores na forma do Sagrado Conc. Tridentino sem se descobrir impedim.to algum se receberão por palavras de prezente perante mim Martinho Pires viúvo q. ficou de Maria da Sylva filho legitimo de João Rodrigues da Costa e de sua mulher Maria Cubas já defuntos, e Catharina Pedroza viuva q. ficou de Francisco da Costa filha legitima de Seberino Barreiros e de sua mulher Ignes Pedroza já defunta todos moradores nesta freg.a de Santo Amaro e logo lhes dei digo forão testemunhas João da Sylva Ribeiro cazado e Ignacio de Lima filho solteiro do defunto Jozeph de Lima de Siqueira e para a todo o tempo constar fis este acento no mesmo dia ...

2-8-1-2-2 Francisca Pedrosa, batizada em 25-03-1696. Casou aos 20-11-1732 em Santo Amaro, com João Bicudo, filho de Domingos Bicudo e Maria Domingues.

Batizada aos 25/03/1696 em Santo Amaro (Francisca, f. de Severino Barreiros – padrinhos: Maria Egipcíaca de Pontes e Antonio Dias – a mulher de Severino Barreiros se chama Inês Pedroso).

 

(Matriz de Santo Amaro/SP –) Aos vinte de novembro de mil settecentos e trinta e dous ao meyo dia nesta Igreja Parochial de Santo Amaro feitas as denunciaçoens na forma do Sagrado Concilio Tridentino nesta Igreja onde os contrahentes são moradores e freguezes sem se descobrir impedim.to algum sendo prezentes as testemunhas Balthezar da Costa e Guilherme Gomes de Carvalho pessoas de mim conhecidas se cazarão em face da Igreja solemnemente por palavras de prezente João Bicudo filho legitimo de Domingos Bicudo e de Maria Domingues e Francisca Pedroza filha legitima de Severino Barreiros e de sua mulher Ignes Pedroza já defunta todos naturais desta freguezia de Santo Amaro e logo lhes dei as bençoens nupciaes na forma e Rito da Santa Madre Igreja dia mês e era ut supra. Ant.o Moniz Mariano. Balthezar da Costa de Andrade. Guilherme Gomes de Carvalho.

2-8-1-2-3 Antonio Vaz Pinto, batizado em 13-01-1699. Aos 13-04-1733 casou com Maria Domingues, filha do falecido Jerônimo Pereira Sardinha e Clara Domingues Vicente, neta paterna de Gaspar Pereira Sardinha e Maria Barreto, neta materna de Guilherme Vicente e Justina Luiz do Passo- família “Amaro Domingues”.

Batizado aos 13/01/1699 em Santo Amaro (Antonio, f. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – padrinhos: Gaspar Barreiros e Maria de Oliveira).

 

(Matriz de Santo Amaro/SP) Aos treze de abril de mil e settecentos e trinta e três de tarde nesta Igreja Parochial de Santo Amaro onde os contrahentes são naturais e freguezes feitas as denunciaçoens na forma do Sagrado Concilio Tridentino e sem se descubrir impedimento algum sendo prezentes por testemunhas Miguel de Eiró Mont.ro filho solt.ro de Ignes de Pontes viuva, e Manoel Vas Pinto tãobem solteiro filho de Severino Barreiros se cazarão solemnemente por palavras de prezente Antonio Vas Pinto filho legitimo de Severino Barreiros e de sua mulher Ignes Pedroza já defunta, e Maria D.es filho legitima de Jeronymo Pereira Sardinha já defuncto e de sua mulher Clara Domingues Vicente todos moradores e freguezes desta Igreja Matris de Santo Amaro e logo lhes deis as bençoens nupciaes conforme o Rito da Santa Madre Igreja dia mês e era ut supra. Ant.o Moniz Mariano. M.el Vas Pinto. Miguel de Eyro Mont.ro.

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos13-04-1733; Antonio Vaz Pinto- filho de Severino Barreiros e Ines Pedrosa já defunta; cc. Maria Luiz - filha de Jerônimo Pereira Sardinha já defunto e Clara Domingues Vicente, todos moradores de S Amaro. T: Miguel de Eiró Monteiro, filho solteiro de Inês de Pontes viúva, e Manoel Vaz Pinto, solteiro, filho de Severino Barreiros.

 

2-8-1-2-4 Manoel Vaz Pinto, batizado em 06-08-1705. Aos 17-11-1733 em Santo Amaro, casou com Joana Barbosa Pimentel, filha de Manoel Vaz Barbosa e Izabel da Costa Pimentel.

Batizado aos 06/08/1705 em Santo Amaro (Manoel, f. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – padrinhos: João Pereira da Silva e Maria Pinto).

 

Matriz de Santo Amaro/SP ) Aos desasete de novembro de mil settecentos e trinta e três diminha nesta Igreja Parochial de Santo Amaro onde os contrahentes são moradores e fregueses sem se descobrir impedim.to algum depois de feitas as denunciaçoens na forma q. dispõe o Sagrado Concilio Tridentino, sendo presentes por testemunhas João Paes Collona casado e morador nesta freguesia e Paulo Martins de Barcellos casado e moradores na freguesia na freguesia de Nossa Sr.a da Conceição dos Guarulhos se casarão solemnem.te por palavras de presente e em minha presença Manoel Vaz Pinto filho legitimo de Severino Barreiros e de sua primeira mulher Ignes Pedroza já defunta e Joanna Barbosa Pimentel filha legitima de Manoel Vaz Barboza e de sua mulher Izabel da Costa Pimentel e logo lhes dei as bençoens nupciais na forma do Rito da S. Madre Igreja. S. Amaro dia mês era ut supra. Ant.o Monis Mariano. João Pais Collona. Paulo Miz Barcellos.

          Manoel faleceu em Atibaia-SPem 02-03-1756 com inventário aberto aos 05-05-1756. Deixou oito filhos de seu casal:

Faleceu aos 02/03/1756 em Atibaia, sem testamento, e com inventário aberto aos 05/05/1756, na freguesia de São João de Atibaia, nas casas de Ana Pires Ribeiro, viúva do defunto José Pires Pimentel, onde estava Joana Barbosa Pimentel, viúva do defunto inventariado Manoel Vaz Pinto (deixou 8 filhos – órfãos: Francisco Vaz Pinto, de 22 anos; João, de 20 anos; Maria do Rosário, casada com Lourenço Franco do Prado, de 18 anos; Ana Maria, de 14 anos; José, de 11 anos; Inácio, de 8 anos; Ana, de 6 anos; Miguel, de 3 anos – tutor e curador dos órfãos: José da Silva, por ser tio dos mesmos, marido de uma irmã da inventariante, mãe deles).

2-8-1-2-4-1 Francisco Vaz Pinto, de 22 anos em 1756. Na Sé de São Paulo aos 01-12-1756 Francisco casou com Maria de Godoy, natural dos Guarulhos, filha de João de Miranda de Godoy e Catarina Ribeira, neta paterna de Antonio de Mianda e Izabel Garcez, neta materna de Gaspar Ribeiro Salvago e Ana Pires. Geração na familia Gaspar Ribeiro Salvago.

2-8-1-2-4-2 João, de 20 anos

2-8-1-2-4-3 Maria do Rosário, de 18 anos, casada com Lourenço Franco do Prado

2-8-1-2-4-4 Ana Maria, de 14 anos em 1756. Como Maria Pires, aos 18-06-1765 em Bragança Paulista, casou com o viúvo José Bueno de Camargo, filho de Francisco Bueno de Camargo e de Leonor Domingues.

(Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Bragança Paulista/SP –) Jozé B.no de Cam.go e M.a Pires. Aos desoito dias do mês de junho de mil e settecentos e secenta e sinco nesta freguezia, e Igreja Matris de Nossa Senhora da Conceyção de Jaguary, precedendo as denunciaçoins na forma do Sagrad. Concil: Trid. e Const. do Bispado, e sem empedimento algum em virtude de hua provisão do Muito Reverendissimo Senhor Doutor Manoel de Jesus Pereyra Chantre da Sé Cathedral, e Vigario Capitular do Bispado de São Paulo, o qual me foi aprezentado, e fica em meu poder sendo presente eu Hyeronimo de Camargo Bueno parocho desta freguezia se receberão por palavras de presente por marido e mulher na forma da Santa Madre Igreja de Roma Francisco Bueno, digo Jozeph Bueno de Camargo natural da freguesia de São João de Atibaya viúvo que ficou por falescimento de Genebra de Godoy, filho legitimo de Francisco Bueno de Camargo e de sua mulher Leonor Domingues; com Maria Pires nactural de São João de Atibaya, filha legitima de Manoel Vaz Pinto já defunto, e de sua mulher Joanna Barboza Pimentel nacturais de Santo Amaro, não dão resão dos avos; acharão se presentes as ttestemunhas João Gomes Cardozo, e Francisco ... Pinto cazados, digo Ignacio Gomes Cardozo os quais junto commigo se assignarão, e para constar fis este termo, era ut supra. E lhes dey as bençoins matrimoniais. O Vigr.o Hyeronimo de Camargo Bueno. João Gomes Cardozo. Ign.co Gomes Cardozo.

          José Bueno de Camargo natural de Atibaia onde aos 22-02-1750 casou primeira vez com Genebra(ou Genevora) de Godoy, filha de José da Cunha Ribeiro e da falecida Francisca de Godoy Moreira, naturais de Mogi das Cruzes - família Domingos de Góes”.

2-8-1-2-4-5 José, batizado em 10-05-1745 em Atibaia, com 11 anos em 1756. Em Bragança Paulista aos 17-02-1769, com provisão, José Vaz Pinto casou com Ana Rodrigues Barbosa, batizada em 20-07-1754 em Guarulhos, filha de Pedro Rodrigues do Prado e Maria Barbosa - família “Braz de Pina”, neste site.

(Fabricio Gerin) São Paulo, SP ACMSP Dispensas Matrimoniais ano 1769.

José Vaz Pinto e Ana Rodrigues Barbosa, 10-02-1769:

Dizem José Vaz Pinto e Ana Rodrigues Barbosa, moradores na freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari, que eles suplicantes, pelas certidões juntas, mostram estarem contratados, e não terem impedimento algum - Com o favor de Deus quer casar José Vaz Pinto, f.l. de Manoel Vaz Pinto, já defunto, e Joana Barbosa Pimentel, nascido e batizado na freguesia de São João de Atibaia, com Ana Rodrigues Barbosa, f.l. de Pedro Rodrigues do Prado e Maria Barbosa, ambos já defuntos, natural e batizada na freguesia da Conceição dos Guarulhos, e de presente ambos os contraentes são fregueses nesta freguesia nova de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari -

Com o favor de Deus quer casar José Vaz Pinto, f.l. de Manoel Vaz Pinto, já defunto, e Joana Barbosa Pimentel, nascido e batizado na freguesia de São João de Atibaia, com Ana Rodrigues Barbosa, f.l. de Pedro Rodrigues do Prado e [Maria] Barbosa, ambos já defuntos, natural e batizada na freguesia da Conceição dos Guarulhos, e de presente ambos os contraentes são fregueses na freguesia nova de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari -

10/05/1745 (Atibaia): José, f. de Manoel Vaz Pinto e Joana Barbosa - pp. Pedro Vaz Pires e Antonia Pires, mulher de Sebastião Barreto Cardoso, todos moradores nesta freguesia -

Com o favor de Deus quer casar José Vaz Pinto, f.l. de Manoel Vaz Pinto, já defunto, e Joana Barbosa Pimentel, nascido e batizado na freguesia de São João de Atibaia, com Ana Rodrigues Barbosa, f.l. de Pedro Rodrigues do Prado e Maria Barbosa, ambos já defuntos, natural e batizada nesta freguesia da Conceição dos Guarulhos, e de presente são fregueses da nova freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Jaguari -

20/07/1754 (Guarulhos): Ana, f. de Pedro Rodrigues do Prado e Maria Barbosa - pp. Antonio [danificado] do Prado, solteiro, e Maria Garcia, solteira, estes moradores na freguesia de Nazaré, e os mais desta freguesia - Ana Rodrigues Barbosa, f.l. de Pedro Rodrigues do Prado e Maria Barbosa, ambos já defuntos, batizada na freguesia de Nossa Senhora da Conceição dos Guarulhos, e de presente freguesa desta freguesia de Santana de Sapucaí, bispado de Mariana, ... viagem, e poder tomar estado em qualquer parte que lhe for conveniente ... mostrar livre e desimpedida, mandando correr seus banhos - não resultou impedimento algum, Santana, 03/01/1769].

 

Bragança Paulista, SP aos 17-02-1769 nesta matriz e testemunhas João Pires Pimentel e Jose da Silva do O se receberam Jose Vaz Pinto, fregues desta freguesia, natural de S. João de Atibaia, f.l. de Manoel Vaz Pinto e de Joana Barbosa, naturais da freguesia de Santo Amaro = e Ana Rodrigues Barbosa, f.l. de Pedro Rodrigues do Prado e de Maria Barbosa, todos naturais da freguesia dos Guarulhos da Conceição, e não se faz menção dos avos por não serem estes conhecidos e se não ter conyhecimento deles.

 

2-8-1-2-4-6 Inácio, de 8 anos. Inácio Vaz Pinto, em Bragança Paulista aos 18-06-1765, casou com Manoela Maria de Jesus, filha de Jeronimo Pinheiro Dias e Francisca Xavier de Oliveira, neta paterna de Jeronimo Pinheiro Novato, natural de Santa Catarina e Ana Ribeira, natural de S. Paulo, neta materna de Antonio Lopes de Miranda e Mariana Rodrigues de Oliveira.

(Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Bragança Paulista/SP) Ign.co Vaz P.to e Manuela Maria de Jesus. Aos desoito dias do mês de junho de mil e settecentos e secenta e sinco nesta freguezia e Igreja Matris de Nossa Senhora da Conceyção de Jaguary precedendo as denunciaçoins na forma do Sagrad. Concil. Trid. e Constit. do Bispado, e sem empedimento algum em virtude de hua provisão do Muito Reverendissimo Senhor Doutor Manoel de Jesus Pereyra Chantre da Sé Cathedral, e Vigario Capitular do Bispado da cidade de São Paulo, o qual me foi apresentado e fica em meu poder sendo prezente eu Hyeronimo de Camargo Bueno parocho desta freguezia se receberão por palavras de prezente por marido e mulher na forma da Santa Madre Igreja de Roma Ignacio Vas Pinto nactural de São João de Atibaya, filho legitimo de Manoel Vas Pinto já falessido e de sua mulher Joanna Barboza naturais de Santo Amaro neto paterno de Severino Barreyro, e sua mulher Innes Pedrosa nacturais de Santo Amaro, e por parte materno de Manoel Vas Barboza nactural da Conceyção de Itanhanhe, e de sua mulher Isabel da Costa Pimentel nactural da cidade de São Paulo: com Manuela Maria de Jesus filha legitima de Hyeronimo Pinheyro Dias e sua mulher Francisca Xavier de Olyveira todos nacturais de São Paulo, neta por parte paterno de Hyeronimo Pinheyro Novato nactural de Santa Catharina, e de sua mulher Anna Rybeyra nactural de São Paulo, e por parte materna de Antonio Lopes de Miranda, e de sua mulher Marianna Rodrigues de Olyveyra nacturais tãobem de São Paulo: acharam çe prezentes as testemunhas Ignacio Gomes Cardoso, e Francisco Vas Pinto, os quais commigo se assignarão: e lhes dey as bençoins matrimoniais; e para constar fis este termo era ut supra. O Vigr.o Hyeronimo de Camargo Bueno. Ign.co Gomes Cardoso. Fran.co Vas Pinto.

 

2-8-1-2-4-7 Ana, de 6 anos. Ana Barbosa aos 06-06-1769 em Bragança Paulista, casou com Manoel Lopes, irmão inteiro de Manoela Maria de Jesus supra citada, filhos de Jeronimo Pinheiro e Francisca Xavier.

 (Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Bragança Paulista/SP) Manoel Lopes e Anna Barboza. Aos seis dias do mês de junho do anno de mil setecentos secenta e nove, nesta Matriz precedendo as denunciaçoens na forma do Sagrado Concilio Tridentino e Constituição do Bispado, sem se descubrir impedimento algum em virtude da provizão do Reverendissimo Senhor Doutor Vigario Cappitular Matheus Lourenço de Carvalho, que fica em meu poder paçada aos dezacete de mayo do mesmo anno, em minha prezença e das testemunhas Lourenço Franco da Silva e Ignacio Gomes Cardozo cazados, freguezes desta parochia abaicho assignados, se receberão por palavras de prezente por marido e mulher na forma da Sancta Madre Igreja Manoel Lopes filho de Hyeronimo Pinheyro e de sua mulher Francisca Xavier todos naturaes da cidade de Sam Paulo e Anna Barboza filha de Manoel Vas Pinto e de sua mulher Joanna Barboza, ambos naturaes da freguezia de Sancto Amaro, e a contrahente de Sam João de Atybaya, e os contrahentes freguezes desta freguezia, os avos dos contrahentes são desconhecidos dos mesmos cauza de não fazer delles menção, e lhes dei as bençoens nupciaes na forma custumada, e pera constar fiz este termo. O Vigr.o Fran.co Pedrozo de Alm.da. Lourenço Franco de Syq.ra. Ignacio Gomes Cardoso.

2-8-1-2-4-8 Miguel, de 3 anos em 1756, ultimo filho de Manoel Vaz Pinto e Joana Barbosa Pimentel.

2-8-1-2-5 José Vaz Pinto batizado em 14-06-1700. Solteiro, faleceu em Santo Amaro aos 15-09-1732, com testamento.

Batizado aos 14/06/1700 em Santo Amaro (José, f. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – padrinhos: Domingos Furtado e Maria Nunes).

 

Faleceu aos 15/09/1732 em Santo Amaro, com testamento (José Vaz Pinto, solteiro e emancipado, f.l. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – fez testamento).

2-8-1-2-6 Maria Pedrosa batizada em 01-06-1703. Casou em Santo Amaro aos 20-11-1732 com Claudio Bicudo, filho de Domingos Bicudo e Maria Domingues.

Batizada aos 01/06/1703 em Santo Amaro (Maria, f. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – padrinhos: João Pires da Rocha e Catarina de Pontes).

 

(Matriz de Santo Amaro/SP) Aos vinte de novembro de mil settecentos trinta e dous annos ao meyo dia nesta Igreja Parochial de Santo Amaro feitas as denunciaçoens na forma do Sagrado Concilio Tridentino nesta Igreja onde os contrahentes são moradores e freguezes sem se descobrir impedim.to algum sendo presentes as testemunhas Calisto Dias e Pedro Quaresma de Carvalho pessoas conhecidas se casarão por palavras de presente solennemente e na face da Igreja Claudio Bicudo filho legitimo de Domingos Bicudo e de sua mulher Maria Domingues e Maria Pedrosa filha legitima de Severino Barreiros e de sua mulher Ignes Pedrosa já defunta todos naturais desta freguesia de Santo Amaro: e logo lhes dei as bençoens nupciaes conforme o Rito da Santa Madre Igreja. Dia mês e era ut supra. Ant.o Monis Mariano. Pedro Quar.ma de Carvalho. Calisto Dias Barr.os.

2-8-1-2-7 Teresa, batizada aos 30-10-1707.

Batizada aos 30/10/1707 em Santo Amaro (Teresa, f. de Severino Barreiros e Inês Pedroso – padrinhos: Antonio Domingues Pontes, o moço, e Ana Tenório).

 

2-8-1-3 Maria, de 18 anos em 1694, filha de Manoel Vaz Pinto e Catarina de Candia.

2-8-1-4 Ana Maria, de 16 anos

2-8-1-5 Apolônia, de 15 anos. Provavelmente a Apolonia Moreira casada duas vezes. Primeira vez aos 13-05-1709 com Matias Rodrigues da Silva.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 13-05-1709; Mathias da Silva - naturaes e moradores nesta Freguesia; cc. Apolônia Moreira. TP Salvador Furtado, Bartolomeu de Saavedra, Luzia Moreira, Manoel Fernandes de Araújo

Provavelmente depois de viúva, Apolonia casou com Francisco da Costa Teixeira.

Filhos de Apolonia com Matias Rodrigues da Silva:

2-8-1-5-1 Joana batizada em S. Amaro em 7-7-1710 tendo por padrinhos Rodrigo Fernandes de Araújo e Catarina de Candia. Joana Moreira da Silva aos 21-04-1727 casou com Gualter Vieira Passos, natural da freguesia de S. Clemente de Paços do Gaiolo Bispado do Porto - família Gualter Vieira Passos, neste site.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 21-04-1727; Goalter Vieira Passos- filho de Antonio da Silva já defunto e Luzia Vieira, natural da Freguesia de São Clemente de Passos do Gayolo, Concelho de Bem vivir?, Bispado do Porto; cc. Joana Moreira da Silva- filha de Mathias Rodrigues da Silva já defunto e Polônia Moreira, naturais de Santo Amaro ;

2-8-1-5-2 Paula batizada em Santo Amaro em 27-6-1712, tendo como padrinhos Manoel Moreira e Isabel João.

 

Filhos de Apolonia com Francisco da Costa Teixeira:

2-8-1-5-3 João da Costa Moreira aos 30-01-1731 casou com Maria de Siqueira, filha do falecido Domingos Garcia e Mariana de Siqueira.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 30-01-1731; João da Costa Moreira - filho de João(sic) da Costa Teixeira e da defunta Apolonia Moreira; cc. Maria de Siqueira- filha de D.os Garcia, já defunto e Mariana de Siqueira, naturais desta freguesia. T: Antonio Mendes Raposo e João Vaz Cardoso;

2-8-1-5-4 Simoa Moreira aos 26-01-1738 casou com Francisco da Costa Maciel, filho de Antonio da Costa Maciel e Izabel Gomes de Souza

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 26-01-1738; Francisco da Costa Maciel, filho de Antonio da Costa Maciel e Izabel Gomes de Souza; cc. Simoa Moreira, filha de Francisco da Costa Teixeira e Apolonia Moreira. T.:Inacio Vieira Antunes e Francisco Barbosa Pires

2-8-1-5-5 Aniceto da Costa Moreira aos 11-06-1749 casou com Luzia Machado de Oliveira,naturalda freguesia de N. Sra. da Penha de Araçariguama, filha de João Machado de Oliveira e Escolastica da Silva Leme

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 11-06-1749; Aniceto da Costa Moreira, filho de Francisco da Costa Teixeira e Apolonia Moreira, naturais desta; cc. Luzia Machado de Oliveira, filha de João Machado de Oliveira e Escolastica da Silva Leme, da freguesia da Cotia e a contraente natural da freguesia de Nossa Sra. da Penha de Araçariguama

2-8-1-6 Mariana, de 12 anos

2-8-1-7 Teresa, com 10 anos. Tereza Pedrosa aos 02-07-1703 casou com João Domingues Barreiros, filho de Pedro Domingues Barreiro e Serafina de Oliveira, família “Clemente Alvares”.

Sto Amaro-SP aos 02-07-1703; João Domingues Barreiros- filho de Pedro Domingues Barreiro e Serafina de Oliveira; cc. Tereza Pedrosa- filha de Manoel Vaz já defunto, e Caterina de Candia. PP: Gaspar João do Passo, Antonio Domingues Pontes, Simoa Ribeira e Maria Barreiros;

2-8-8-8 José, batizado em 05-10-1687. Com 6 anos em 1693..

Batizado aos 05/10/1687 em Santo Amaro (José, f. de Manoel Vaz Pinto e Catarina de Candia – padrinhos: o Padre Cosme Gonçalves e Antonia Rodrigues).

2-8-8-9 Maria, batizada em 18-12-1689. Com 5 anos.

Batizada aos 18/12/1689 em Santo Amaro (Maria, f. de Manoel Vaz Pinto e Catarina de Candia – padrinhos: Antonio Dias Bravo e Domingas Moreira).

2-8-8-10 Paula, batizada em 12-08-1691. Com 3 anos.

Batizada aos 12/08/1691 em Santo Amaro (Paula, f. de Manoel Vaz e Catarina de Candia – padrinhos: Paulo de Saavedra e Catarina da Fonseca).

2-8-8-11 Luzia, batizada em 19-01-1694, póstuma. Aos 29-11-1720, Luzia Nunes Moreira casou com Sebastião Pedroso de Abreu, natural da Parnaiba, filho de Manoel de Abreu Pinheiro e Maria Dias.

S Amaro, SP Aos 19-01-1694 bat Luzia, filha de Manoel Vaz e sua mer Catherina de Candia. Padrinhos: Jorge Moreira e Sebastiana de Pontes.

 

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP aos 29-11-1720; Sebastião Pedroso de Abreu- natural e morador do bairo de ---- distrito da Vila de Parnaíba, filho de Manoel de Abreu Pinheiro e Maria Dias (de Siqueira?); cc. Luzia Nunes Moreira- desta, filha de Manoel Vaz Pinto e Catarina de Candia. T: Salvador Rodrigues Pais, Ana de Abreu, Jorge Moreira, Apolônia Moreira

2-8-2 Miguel Vaz Pinto, batizado em 23-01-1641. Em 1686 estava casado.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 20/01/1641 bat Miguel, filho de Diogo Vaz Pinto e Maria Simoa - padrinhos: Lucas Fernandes Pinto, seu avô, e Vitória Gonçalves

         Segundo SL. 8, 383, 2-1, Miguel Vaz Pinto foi casado com Catharina de Góes.

2-8-3 João Vaz, já falecido, foi representado no inventário paterno pela flha:

2-8-3-1 Ricarda, órfã.

2-8-4 Maria Nunes casada com Antonio Dias de Sampaio.

2-8-3-1 uma herdeira

2-8-5 Gracia Vaz, viuva do defunto Antonio Goncalves.

2-8-6 Francisco Vaz Pinto, casado

2-8-7 Izabel Vaz batizada em 27-04-1647, na Sé de S. Paulo. Já falecida em 1656, foi representada, no inventário paterno, por seus herdeiros órfãos.

Batizada aos 27/04/1647 na Sé de São Paulo (Isabel, f. de Diogo Vaz Pinto e Maria Simões – padrinhos: Simão Henriques e Isabel Mendes).

2-8-8 Sebastiana Vaz, batizada em 26-02-1651. Casou com Baltazar Goncalves.

Batizada aos 26/02/1651 na Sé de São Paulo (Sebastiana, f. de Diogo Vaz Pinto e Maria Si... – padrinhos: ... e Margarida de Brito).

 

2-9 Izabel Mendes casou com Jeronimo Dias.

          Pais de, q.d., batizados na Sé de São Paulo:

2-9-1 Daniel, batizado em 21-03-1643.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção bat aos 21-03-1643 bat a Daniel f.l. Jeronimo Dias e Izabel Mendes, padr.: Roque Furtado e Joana Barbosa.

2-9-2 Gracia batizada em setembro de 1647

SP, SP Igreja N Sra da Assunção [a margem: Gracia] aos -- de setembro de 1647 bat. a [----danificado] f.l. Jeronimo Dias e Izabel Mendes, padr.: Belchior da Cunha e Maria Poderosa.

2-9-3 Isabel em 04-10-1649.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção [a margem: Isabel] aos 04-10-1649 bat a Isabel, f. de JeronimoDias e Isabel Mendes; foram padrinhos Jacome Pinto e Catarina Camacho.

2-10 Maria Mendes Furtado casou primeiro com Daniel Colona - tronco da família “Daniel Colona”, neste site.

          Em segundas nupcias, Maria Mendes casou com Miguel Dias Brago. Geração em SL. 8, 480, Cap. 10º.

 

2-11 Gracia Mendes casou primeira vez com Domingos Garcia, filho de Maria Fernandes e Miguel Garcia Bernardes, este inventariado em 21-4-1640 como Miguel Garcia Carrasco (SAESP vol.13º). Segunda vez, Gracia casou com Antonio da Silva (SL. 8, 482, Cap. 11º)

 

Gracia e Domingos tiveram as filhas batizadas na Sé de São Paulo, q.d.:

- Maria, batizada em 5-08-1651, padrinhos Cap. Domingos Barbosa e Barbara Mendes.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 05-08-1651 bat a Maria, f.l. Domingos Garcia Bernardes e Gracia Mendes, padr.: Cap. Domingos Barbosa e Barbara Mendes.

- Maria, em 25-08-1655, madrinhas Ignez de Proença e Maria.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 25- 08-1655 bat a Maria, f.l. Domingos Garcia e Gracia Mendes, padr.: Ignez de Proença e Maria -----.

 

Gracia e Antonio tiveram a filha batizada na Sé de São Paulo, q.d.:

- Maria, batizada em 11-08-1660.

SP, SP Igreja N Sra da Assunção aos 11-08-1660 batizou Andre Frz em caso de necessidade a Maria, f.l. Antonio da Silva e Gracia Mendes, e hoje 30-09 da dita era lhe puz os santos oleos.

 

Foi filha de Gracia Mendes, com conflito com qual dos conjuges:

SL. 8, 482, Cap. 11º Gracia Mendes foi primeiro casada com Domigos Garcia (irmão de Manoel Garcia Bernardes) e segunda vez com Antonio da Silva. Teve q. d. Do 1.º marido: 1-1 Maria Garcia Bernardes (§ único) que foi casada com Manoel Alvares Tenorio, f.º de Amaro Alvares Tenorio e de sua primeira mulher Anna de Siqueira. Teve q. d.: 2-1 a 2-5

 

2-11-1 Maria Garcia Bernardes casou com Manoel Alvares Tenorio. Entre seus filhos, citados em SL. 8, 482, Cap. 11º § único:

2-11-1-2 Gracia Mendes de Siqueira em Santo Amaro aos 02-03-1699 casou com Joaquim de Roxas Moreira, filho do falecido Paulo de Saavedra e Ignez Pedrosa.

SL. 8, 394, 2-11 Joaquim de Roxas Moreira, casou em 1699 em Santo Amaro com Gracia Mendes de Siqueira f.a de Manoel Alvares Tenorio e de Maria Garcia Bernardes, por esta, neta de Antonio da Silva e de Gracia Mendes

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP; 02-03-1699; Joaquim de Roxas Moreira - filho de Paulo de Saavedra já defunto e de sua mulher Ignes Pedroza; cc. Gracia Mendes de Siqueira- filha de Manoel Álvares Tenório e sua mulher Maria Gracia, todos  moradores nesta freguesia. PP: Domingos Furtado, Antonio Dias, Maria de Oliveira, Mariana Pedrosa;

2-11-1-5 Simoa de Siqueira, em Santo Amaro aos 02-03-1699, casou com Jerônimo Pires - filho de Antonio Nunes de Siqueira e Catarina Gonçalves.

RMJ: Casamentos de Sto Amaro-SP; 04-05-1699; Jerônimo Pires - filho de Antonio Nunes de Siqueira e Catherina Gonçalves; cc. Simoa de Siqueira - filha de Manoel Alves Tenório e sua mulher Maria Gracia. PP: Gaspar Barreiros, Capitão Gregório de Távora, Inês da Luz, Maria Gracia,